a primavera…não volta mais!

Março 27, 2012 by

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A Primavera renova sempre a esperança… numa nova vida…

Março 22, 2012 by

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A primavera pode ser um camimho sem volta

Fevereiro 20, 2012 by

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A Primavera vai-se anunciando… uma pequena flor de fevereiro!

Fevereiro 9, 2012 by

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Artigo publicado no Voz Portucalense de 4/1/2001, da autoria de Joaquim Armindo

Janeiro 6, 2012 by
UMA MULHER!

E Jesus disse que aquela viúva, tinha dado apenas duas pequenas moedas, tudo o que tinha, enquanto os ricos lançavam muitas moedas, era a que tinha oferecido muito mais ao Tesouro do Templo (Marcos 12,41).
Ao reler esta perícopa refleti, naquela mulher, Perpétua Ruas, que há semanas foi a enterrar, em Vila Nova de Gaia. Sempre a conheci, tinha quatro filhos e um marido que termia as mãos, todos os minutos, e por isso não trabalhava, era doente. Esta mulher, já com mais de noventa anos, deu tudo o que tinha, à sua família pobre, até à avó, que também vivia naquela casa, à rua Diogo Cassels, e que já não existe. Trabalhava todo o dia, provavelmente vinte e quatro horas, porque mesmo a dormir, tinha que pensar no pão do dia a dia. De amanhã quando entrava naquela casa, eram tempos em que as portas estavam sempre abertas, via a avó a aquecer-se num aquecer redondo, de serrim, na cozinha, eu lá ia para a sala chamar o filho mais velho, o Quim, agora o Professor Doutor Gonçalves Guimarães, da Casa do Solar dos Condes de Resende, para irmos brincar e apanharmos pelo chão pedrinhas, que eram a nossa riqueza. A mãe já tinha saído, para trabalhar, naquelas caixinhas de cartão, onde se colocavam as pomadas. Era o seu modo de vida, o que lhe dava, para sustentar a família, incluindo uma das filhas de mobilidade condicionada. Eram tempos difíceis, as ajudas que recebíamos eram os leites em pó enlatados e o queijo, que vinham “lá de fora”, para ajudar a matar a fome.
Foi neste cenário que Perpétua Ruas, subia e descia até Cândido dos Reis, onde ganhava o pão nosso de cada dia, com uma força, dignidade e capacidade, fora do comum. Ela deu de si, tudo o que possuía, moedas magras, mas sabia gerar muito. Aquela casa era de amor, de muito suor, compreensão e simpatia. Quem chegasse tinha lugar à mesa, mesmo com o miserável ordenado. Ela descobriu cedo o Reino de Deus, porque confiava, deu-se à causa de uma família desprotegida, mas de caráter. Seus filhos, netos e bisnetos, bem podem considerar esta mulher, como um prodígio criado “à imagem e semelhança de Deus”. Aí está uma viúva, ficou neste estado passados alguns anos, que no Templo do Senhor, os corpos de seus filhos, colocou as magras moedas que tinha, e do pouco muito fez. A lição mais linda que uma mulher cristã pode dar a todos nós.
Muitos morrem, e são noticia, pelo exercício do seu poder, que até pode ser meritório, mas muitas mais mulheres e homens, são como Perpétua Ruas, que não têm noticias, porque afinal ainda existem pessoas com esta grandeza, e como a viúva do Evangelho lançam tudo o que têm, mas todos vêem os benfeitores, que colocam no Tesouro do Templo, aquilo que não lhes custou a ganhar. Perpétua Ruas deu o todo do seu ser, tem de ser lembrada, mesmo numa crónica humilde como está é.
Obrigado Perpétua Ruas, pelo exemplo e coragem! Está já junto do Senhor!

Joaquim Armindo

Nós Somos de Uma Pátria Muito Amada! Paris – Berlim, não são os nossos donos!

Dezembro 10, 2011 by

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Fado em José Afonso!

Novembro 27, 2011 by

Fado

 

A greve de amanhã: uma greve justa, pela liberdade e pelo pão!

Novembro 23, 2011 by

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Cantar na Greve Geral!

Novembro 22, 2011 by

Cantar

 

Apoio à Greve Geral de 24 de Novembro, inteletuais manifestam-se!

Novembro 22, 2011 by

O último ano tem sido marcado por uma catadupa de decisões políticas atentatórias das condições de vida dos cidadãos e dos serviços e apoios sociais arduamente conquistados ao longo da história, criando uma situação que é tão mais gravosa quanto ocorre num quadro de progressivo desemprego e recessão económica.
É o caso dos cortes unilaterais nos salários dos trabalhadores do Estado, da apropriação fiscal de grande parte do subsídio de Natal dos trabalhadores e pensionistas, do corte dos subsídios de Natal e de férias dos trabalhadores do sector público e dos pensionistas que, tal como o aumento do horário laboral no sector privado, estão previstos para o próximo ano, da substancial diminuição do financiamento ao Serviço Nacional de Saúde e à educação pública, ou da restrição do acesso ao subsídio de desemprego e a outras prestações sociais. No entanto, estas opções políticas não se limitam a agravar as condições de vida dos trabalhadores, pensionistas e suas famílias, fazendo até perigar a própria subsistência de muitos deles em condições minimamente dignas.
Essas decisões são tomadas em nome do reequilíbrio das contas públicas e da necessidade de servir a dívida. No entanto, devido à recessão que já provocam e irão aprofundar, não permitirão sequer atingir esses objectivos. Dessa forma, ao sofrimento imposto a milhões de pessoas e à injustiça na repartição dos custos, vem somar-se a consciência da inutilidade de tais sacrifícios.
Mais ainda, as medidas tomadas no âmbito das políticas de “ajustamento” constituem uma brutal subversão do contrato social que permitiu à Europa libertar-se, após a II Guerra Mundial, da endémica incerteza e insegurança de vida dos seus cidadãos e, com base nisso, assegurar vivências mais dignas, uma maior equidade e níveis de paz social e segurança colectiva sem paralelo na sua história.
Ao subverterem a credibilidade e a segurança jurídica da contratação laboral e sua negociação, ao esvaziarem e restringirem os elementos de Estado Social implementados no país (pondo com isso em causa o acesso dos cidadãos à saúde, à educação e a um grau razoável e expectável de segurança no emprego, na doença, no desemprego e na velhice), essas opções políticas, apresentadas como se de inevitabilidades se tratasse, reforçam as desigualdades e injustiças sociais, abandonam os cidadãos mais directamente atingidos pela crise, e criam as condições para que a dignidade humana, os direitos de cidadania e a segurança colectiva sejam ameaçados pela generalização da incerteza, do desespero e da ausência de alternativas.
Por essas razões, os cientistas sociais signatários reafirmam que os princípios e garantias do Estado Social e da negociação consequente dos termos de trabalho não são luxos apenas viáveis em conjunturas de crescimento económico, mas sim condições básicas da dignidade e da existência colectiva, que se torna ainda mais imprescindível salvaguardar em tempos de crise. São, para além disso, elementos essenciais de qualquer estratégia credível para ultrapassar a crise e relançar o crescimento económico.
Num quadro de fortes limitações orçamentais, esse imperativo societal requer a reversão das crescentes assimetrias na distribuição de riqueza entre capital e trabalho, designadamente através da utilização de uma substancial e mais equitativa tributação dos lucros e mais-valias como fonte do reforço de financiamento dos serviços e prestações sociais.
Sendo as opções governativas em curso (e em particular a proposta de OGE 2012) contrárias a estas necessidades e atentatórias da dignidade humana e da segurança colectiva, os cientistas sociais signatários apoiam a Greve Geral convocada pela CGTP-IN e a UGT para o próximo dia 24 de Novembro, apelando aos seus concidadãos para que a ela adiram.
Tratando-se embora de uma acção a nível nacional, os signatários saúdam também esta Greve Geral como um momento do combate europeu contra as políticas de austeridade e de regressão social, a favor de mudanças na política europeia que coloquem no centro os cidadãos, o crescimento económico, o desenvolvimento e a defesa da Europa Social e da democracia.

(Apelo à adesão à Greve Geral de 24 de Novembro, subscrito por 128 cientistas sociais portugueses ou a trabalhar em e sobre Portugal.)

Ontem como hoje, haveremos de lutar pela PAZ e pela JUSTIÇA!

Novembro 20, 2011 by

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Lutar pela Paz, lutar por Amor, lutar pela Justiça!

Novembro 20, 2011 by

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Uma rosa branca, neste domingo, por todos (as), que lutam por um outro mundo!

Novembro 20, 2011 by

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Na escuridão da noite que as portuguesas e os portugueses atravessam, há sempre uma LUZ, que não é da TROIKA!

Novembro 20, 2011 by

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Água Viva!

Novembro 20, 2011 by

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O EURO! Artigo publicado por Joaquim Armindo, no Voz Portucalense

Novembro 19, 2011 by

O EURO!

Nestes tempos existe um deus inamovível: O EURO! Um deus feito à imagem e semelhança das conveniências incompreensíveis dos valores que fomentam determinada economia. Temos que dar a vida pelo Euro, colocá-lo em letra maiúscula, não vá ele zangar-se! Nestes tempos do século XXI descobrimos que devemos prestar-lhe o maior culto, as liturgias adaptam-se a este deus maravilhoso, sacrossanto e omnipresente. A ele os seus mais diletos ministros, leiam-se os economistas e afins, prestam toda a devia vénia, e sacrificam as vidas, em holocausto vivo, para a sobrevivência da humanidade.
A discussão do Orçamento de Estado, documento que pouco vale, já que sabemos que os sacrifícios vão ser maiores, para que o deus viva, é uma atoarda de corta aqui, põe acolá. E corta no que for necessário, sacrifica todos, mesmo os que nada têm, porque esses ainda podem possuir roupa esfarrapada que este deus, esfomeado, necessita. E aqueles que durante a vida foram juntando um pouco para a viver com dignidade, corte-se, retire-se, vamos à busca de todos e saquemos o que pelo seu esforço possuem. Este deus elevado à categoria maior, pela europa civilizada e ocidental, solidária com todos os dólares que existam, mesmo para comprar o pão quotidiano, está faminto, e tudo devora.
É porque esses, esses os vassalos, são incompreensíveis, gastaram mais do que o que produziam, por isso que paguem, que deixem a bolsa e a vida, para os défices diminuírem, as dívidas soberanas, que a grande maioria nem sabe o que é!, entre na ordem estabelecida, e tudo possa florescer num outro tempo, que está para lá, muito para lá, mas para nosso bem!
A esta perturbação a Igreja tem respondido, palavras e ações, socorrendo quem precisa, sendo paradigma duma outra economia, a da solidariedade. Mas não basta, nós cristãs e cristãos devemos, em voz única, proclamar que existem outras saídas, que são as do Amor, duma economia do Amor, para nós a do Samaritano, que não passa, mas fica, como presença visível, de quem dá, gratuitamente. A humanidade, esta Europa, este nosso Portugal, precisa dos valores de Deus, que se dá, morre e ressuscita, para uma Nova Vida, numa outra Humanidade, focada na Vida, porque Deus criou o Éden, para que todos vivamos. Só é necessária a proclamação da Boa Nova, duma Nova Evangelização, que faça de cada um de nós, não servos do Euro, mas de Deus Vivo, da Vida. Ninguém se pode refugiar, e fazer que não sabe, todos seremos muito poucos, para que sob a orientação do Espírito, sejamos filhas e filhos de Deus. Vamos a isto!
Joaquim Armindo

Não calar!

Novembro 17, 2011 by

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Na noite mais fria, em tempos de servidão, triunfará o Amor pela Humanidade!

Novembro 15, 2011 by

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Eis deus! Eis a quem devemos vassalagem! Curvai-vos perante este deus, e sereis felizes! Não sei é quando!

Novembro 15, 2011 by

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Uso de resíduos de cortiça para limpeza de materiais expostos a poluição ambiental

Novembro 14, 2011 by

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Conheça um processo empregue na limpeza de sujidades e depósitos em materiais expostos à poluição ambiental, em que não devem ser usados produtos abrasivos. O processo é baseado na projecção de partículas de resíduos de cortiça por ar comprimido.

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