Archive for the ‘cultura’ Category

Continuando…BANDA FILARMONICA MAMARROSSA

Janeiro 9, 2011
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Continuando…Tuna Académica

Janeiro 8, 2011

À noite:Banda filarmonica do monte abraao

Janeiro 7, 2011

Continuando…Filarmónica de Vimioso

Janeiro 7, 2011

Mais à noite: Poesia Portuguesa, Miguel Torga

Janeiro 6, 2011

Dá-me a tua mão

Dá-me a tua mão: vou agora te contar
como entrei no inexpressivo
que sempre foi a minha busca cega e secreta.
De como entrei naquilo que existe
entre o número um e o número dois,
de como vi a linha de mistério e fogo
e que é a linha sub-reptícia.

Entre duas notas de música existe uma nota,
entre dois fatos existe um fato,
entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam
existe um intervalo de espaço,
existe um sentir que é entre o sentir
– nos interstícios da matéria primordial
está a linha de mistério e fogo,
que é a respiração do mundo,
e a respiração contínua do mundo
é aquilo que ouvimos
e chamamos de silênci

Continuando…Banda do Samouco

Janeiro 6, 2011

E ainda: Pequenos Cantores da Maia

Janeiro 5, 2011

Com um abraço amigo, ao Dr. Vitor Dias, meu amigo:

 

Continuando…Banda Filarmónica de Vimioso

Janeiro 5, 2011

Defender a Natureza: Castelos de Portugal,CASTELO CASTILLO

Janeiro 5, 2011

Continuando…BANDA FILARMÓNICA DE S. MAMEDE DE RIBATUA (ALIJÓ)

Janeiro 4, 2011

Continuando…FILARMÔNICA PENELENSE

Janeiro 3, 2011

Continuando…Filarmonica da Sociedade Boa União Alhadense

Janeiro 2, 2011

Defender a Natureza: Castelos de Portugal

Janeiro 2, 2011

À noite: Poetas Portugueses, Alexandre O´Neill

Janeiro 1, 2011
De passagem
Vai-te vai-te
tu que andas como um cego a fingir de vide
tu que deixas abismados os adolescentes
com teus gestos de Embaixador do Invisível
de Sacerdote do Murmúrio
de generoso Dador do Sangue da Vertigem
vai-te
e que as mulheres que alguma vez te serviram
te recolham de novo e te cubram com trapos d
com piolhos de ternura
com chagas
ranho
esterco de ternura
e que depois te dispam como se despem os VI
e levem anos a descolar do teu corpo confra
as crostas que por ternura lá puseram
anos e anos às soleiras das portas
a livrar-te dos piolhos dos milhares de piolhi
que sugam a tua cabeça de pateta
E quando puderes revolta-te
toma o Carninho-de-Todas-as-Surpresas
o caminho que correste ao contrário
em desumano sentido proibido
luta com os vagabundos de sonho que encor
e extermina-os
eles são a tua velha presença nesta terra de
são o que tu pensavas ter de mais humano
luta com eles e prossegue
precipita o teu novo ser
corre à sua frente
deixa lá os gritos e as rezas.



Alexandre O´Neill
Poesias Completas
1951/1981
Biblioteca de Autores Portugueses
Imprensa Nacional  Casa da Moeda

Continuando…Filarmónica Recreativa Carvalhense

Janeiro 1, 2011

Continuando….Banda Recreativa de Bucelas

Dezembro 5, 2010

Continuando…Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

Dezembro 4, 2010

Continuando…Banda da Sociedade Musical Odivelense

Dezembro 3, 2010

Continuando…Banda Pampilhosense

Dezembro 2, 2010

Continuando…5º FESTIVAL DE BANDAS FILARMÓNICAS DE SETÚBAL

Novembro 30, 2010