Artigo de Joaquim Armindo, publicado no jornal Voz Portucalense

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SER CRISTÃO

“Tras medio siglo de coexistencia  com el comunismo, los cristianos ham elaboradi estratégias efectivas para sobrivivir, y cuando se les perseguia sabian como resistir y preserverar en su fe, e incluso hallaran en el comunismo una búsqueda afín por la justicia social. Ahora, ante el dominio casi universal del capitalismo, las iglesias cristianas se encuebtran perdidas, sim saber qué hacer para ayudar a sus fieles, sobre todo a los jóvenes, para que resistan al canto de las sirenas. No sorprende en absoluto que el denominado “El evangelio de la prosperidad” haya resultado tan atractivo en los países comunistas de Asia como en los Estados Unidos. En consecuencia, es probable que el desafio más difícil para ser Cristiano en los países comunistas de Asia y en todo el continente no sea y ala represión de la liberdad religiosas, sino qué hacer com ella cuando a la gente ya no le preocupa absoluto”. [1]

Não resisti a este texto tão bem elaborado, da Revista Concilium, de Abril do corrente ano, que sobre a temática “Ser Cristiano” tão bem reporta os desafios e os sinais, das nossas comunidades, não só na Ásia, mas mesmo em Portugal, se bem que as circunstâncias da liberdade religiosa sejam outras. O texto merece uma reflexão da nossa parte, perante aquilo que são os sinais no nosso país. É que de facto, como na Ásia, na Europa e em Portugal, existem desafios dos “cantos das sereias”, do capitalismo absurdo e ultraliberal. Este é o desafio mais difícil, o da repressão selvagem contra a Criação, abortando a Vida, quando se vive em plenitude.

As “sereias” que hoje cantam não são mais que abjetos valores que tudo violam, e numa sagaz e furiosa ganância colocam, não só os mais novos, mas todos, nas antípodas da Boa Nova, duma nova ética mundial, para o desenvolvimento sustentável, via da saudabilidade das pessoas. Os “valores” duma sociedade sem ética, coloca-nos desafios mais agudos, que a simples repressão proibitiva, e afirmo “simples”, porque é mais subtil, mais parcimoniosa, mais principesca, em cativar os incautos. As manifestações justas de desagrado, a que chamam e justamente de “indignação”, tem origem nesta nefasta compreensão do que é a criação, são gritos da sociedade que escutamos, sem ter qualquer receio de estar no seu meio, porque Deus também está aí. Está nos que sofrem, e a sofrer, está nos indignados, e a indignar-se.

Não vamos por aí, pela selvajaria dos mercados financeiros, que pouco se importam de quem sofre, mas vamos escutar os gestos e atitudes de Jesus, que no seu tempo inaugurou a economia do Amor e da Solidariedade, esta sim, a os valores perenes da alegria dos povos. É só preciso saber se estamos ou não com as nossa forças, a querer descobrir o “Evangelho da Solidariedade” ou o dito “ Evangelho da Prosperidade”.

Joaquim Armindo


[1] – Concilium, n.º 340, Abril de 2011,  Phan, Peter C., páginas 251 e 252.

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