Archive for Outubro, 2011

Uma Flor!

Outubro 31, 2011

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Artigo de Joaquim Armindo, escrito no Jornal Voz Portucalense

Outubro 30, 2011

KADAFI: A PESSOA

 

A criação, que tudo compreende, é boa, “ e Deus viu que tudo era bom!”, diz-nos o mito de origem, escrito em Génesis, sobre a criação da humanidade. Quando o mesmo mito de origem, nos conta a história de Adão e Eva, uma desobediência ao bem, no segundo relato da criação, do mesmo livro, eles sofrem pelos seus actos, aqui não existe um “castigo”, mas um sofrimento pelo mal que é feito à Criação. Deus na sua justiça não mata, não assassina, mas leva a consciência da rotura entre quem pecou e a Criação perfeita. Este poema da criação da Humanidade é muito belo, e traduz a verdadeira face de Deus, perante os homens e as mulheres, e todo o resto criado, ou em constante criação, mesmo hoje.

Kadafi, era um homem, uma pessoa, criado por Deus, e ninguém pode rejubilar pelo seu assassinato. Foi, é!, uma criatura em tudo formado à imagem e semelhança do Deus Uno-Trino, não podem existir sentenças executórias da vida. Ele foi um ditador, de ameaça constante à liberdade, assassino de homens, mulheres e crianças, mas foi o mesmo que recebido em Portugal, teve honras de grande homem, o mesmo que recebido nos países europeus ou nos Estados Unidos, sempre acarinhado. Onde estavam a voz dos Obamas, que agora rejubilam pelo seu assassinato, em denúncia por todos os atropelos e crimes contra a humanidade? Onde? Há sombra de negócios, tendo por conta a centralidade do dinheiro, do petróleo e quejandos, em todo o lado foi recebido muito bem, e até instalava tendas para as suas estadias. E qual a voz que se levantou para acusar Kadafi das atrocidades cometidas? E vamos ver a partir de agora o que sucede à Líbia, onde estará a unidade da luta pela dignidade humana, que não foi considerada neste assassínio.

Não defendo o que fez ou não Kadafi, horrorizo-me por isso, são crimes que não podem ficar impunes, mas um atentado à vida, é mesmo um atentado. A comunicação social, que teceu loas a este homem, agora partilha imagens sem moral. São atitudes destas, que em nada contribuem para uma nova ética mundial. Compreendo a desorientação dos assassinos, mas não posso aceitar.

Kadafi, é uma Pessoa, o que fez, seria julgado, de acordo com a justiça dos homens, mas não massacrado, como se viu, isso é um desprezo da sua condição humana. Estas mortes não contribuem para a Paz, antes a submetem a novas violências. Assim não fez Deus, o Criador do Universo, no mito de Adão e Eva.

Joaquim Armindo

5.ª Feira, reunião mundial,em Assis, pela PAZ

Outubro 25, 2011

Amanhã, no Porto, todas as Religiões estarão com a PAZ!

Outubro 25, 2011

 

a PAZ, de ASSIS, uma flor para TI

Outubro 25, 2011

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Todos como peregrinos,todos pela paz

Outubro 24, 2011

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Uma flor, para uma segunda feira do outono

Outubro 24, 2011

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Pedras no Caminho

Outubro 23, 2011

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Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,

Mas não esqueço de que a minha vida

É a maior empresa do mundo…

E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver

Apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e

Se tornar um autor da própria história…

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar

Um oásis no recôndito da sua alma…

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “Não”!!!

É ter segurança para receber uma crítica,

Mesmo que injusta…

 

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo…

(Fernando Pessoa)

as flores a caminharem para o fim

Outubro 23, 2011

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ainda os outonos das estações e da vida, a ponte que às vezes atravessamos…

Outubro 23, 2011

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Os jardins do outono, são o outono da minha vida, por isso alegro-me

Outubro 22, 2011

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Artigo de Joaquim Armindo, publicado no jornal Voz Portucalense

Outubro 22, 2011

SER CRISTÃO

“Tras medio siglo de coexistencia  com el comunismo, los cristianos ham elaboradi estratégias efectivas para sobrivivir, y cuando se les perseguia sabian como resistir y preserverar en su fe, e incluso hallaran en el comunismo una búsqueda afín por la justicia social. Ahora, ante el dominio casi universal del capitalismo, las iglesias cristianas se encuebtran perdidas, sim saber qué hacer para ayudar a sus fieles, sobre todo a los jóvenes, para que resistan al canto de las sirenas. No sorprende en absoluto que el denominado “El evangelio de la prosperidad” haya resultado tan atractivo en los países comunistas de Asia como en los Estados Unidos. En consecuencia, es probable que el desafio más difícil para ser Cristiano en los países comunistas de Asia y en todo el continente no sea y ala represión de la liberdad religiosas, sino qué hacer com ella cuando a la gente ya no le preocupa absoluto”. [1]

Não resisti a este texto tão bem elaborado, da Revista Concilium, de Abril do corrente ano, que sobre a temática “Ser Cristiano” tão bem reporta os desafios e os sinais, das nossas comunidades, não só na Ásia, mas mesmo em Portugal, se bem que as circunstâncias da liberdade religiosa sejam outras. O texto merece uma reflexão da nossa parte, perante aquilo que são os sinais no nosso país. É que de facto, como na Ásia, na Europa e em Portugal, existem desafios dos “cantos das sereias”, do capitalismo absurdo e ultraliberal. Este é o desafio mais difícil, o da repressão selvagem contra a Criação, abortando a Vida, quando se vive em plenitude.

As “sereias” que hoje cantam não são mais que abjetos valores que tudo violam, e numa sagaz e furiosa ganância colocam, não só os mais novos, mas todos, nas antípodas da Boa Nova, duma nova ética mundial, para o desenvolvimento sustentável, via da saudabilidade das pessoas. Os “valores” duma sociedade sem ética, coloca-nos desafios mais agudos, que a simples repressão proibitiva, e afirmo “simples”, porque é mais subtil, mais parcimoniosa, mais principesca, em cativar os incautos. As manifestações justas de desagrado, a que chamam e justamente de “indignação”, tem origem nesta nefasta compreensão do que é a criação, são gritos da sociedade que escutamos, sem ter qualquer receio de estar no seu meio, porque Deus também está aí. Está nos que sofrem, e a sofrer, está nos indignados, e a indignar-se.

Não vamos por aí, pela selvajaria dos mercados financeiros, que pouco se importam de quem sofre, mas vamos escutar os gestos e atitudes de Jesus, que no seu tempo inaugurou a economia do Amor e da Solidariedade, esta sim, a os valores perenes da alegria dos povos. É só preciso saber se estamos ou não com as nossa forças, a querer descobrir o “Evangelho da Solidariedade” ou o dito “ Evangelho da Prosperidade”.

Joaquim Armindo


[1] – Concilium, n.º 340, Abril de 2011,  Phan, Peter C., páginas 251 e 252.

Está na hora da luta! Venham todos! Venham todos!

Outubro 19, 2011

As recentes medidas tomadas pelo governo português, são ultraliberais:

– Perante uma classe pobre, que já não tem mais dinheiro

VOLTA-SE, ROUBANDO, PARA UMA CLASSE MÉDIA, QUE JÁ ESTÁ A FICAR DEPAUPERADA

– A classe rica, mesmo que lhe tirem metade continua a ser rica.

É PRECISO AGIR, É PRECISO A INDIGNAÇÃO, É PRECISO DIZER AOS AGIOTAS DAS FINANÇAS DOS BANCOS, QUE NÓS JÁ COMEÇAMOS A TER SAUDADES DA SARDINHA DIVIDIDA POR TRÊS, PORQUE AGORA VAMOS DIVIDIR POR QUATRO.

É a música! Não tenhas medo!

Outubro 17, 2011

Artigo escrito por Joaquim Armindo, no jornal Voz Portucalense

Outubro 16, 2011

COMPANHEIROS

Jesus quando da última ceia com os seus companheiros, pegou no pão, abençoou-o, partiu-o e deu-o, aos seus companheiros, e com o vinho fez o mesmo. Ele deu a Vida!

Por isso a palavra “companheiro”, tem um significado extremamente importante, companheiro é aquele que está comigo, e com os outros, aquele que dá a Vida, aquele que parte o pão e o come, juntamente com as mulheres e os homens, aquele que faz dos problemas dos outros, os seus próprios. Jesus fez isso, deu a Vida, neste gesto do partir do pão, elemento essencial à vida. Dizia o cónego Rui Osório, na homília de domingo, que quando há anos, um pouco de pão caía no chão, nós apanhávamos, beijávamos e comíamos, ícone mais lindo e belo, do que é comer à mesma mesa, do mesmo pão, e vinho, porque isso é dar a Vida.

Estamos numa economia que não conhece este ser companheiro, vivemos numa humanidade que colocou o mito de origem de Adão e Eva, e o jardim paradisíaco, nas antípodas do viver e da vida. Preocupamo-nos em estabelecer tantas relações com orçamentos, défices, exportações, importações, ativos fixos tangíveis e intangíveis, palavras e correlações, servidoras de problemas, quando a solução é bem mais simples. Estamos numa crise, dizem, sem precedentes, com bancos na falência, com poupanças e menos poupanças, com milhões, que já não sabemos o que valem, e, até, com os mais ricos a dizerem que o não querem ser. Os mercados do dinheiro, com as correrias do ganhar mais por minutos, do ter, do receber dinheiro, euros ou dólares, que nem sequer perscrutamos a Vida. Não somos capazes de ouvir as marés, os ventos e cheirar as flores, porque na azáfama das Bolsas, se esvai a nossa alegria de viver.

Estamos confundidos, totalmente confusos, porque nos falta este gesto do partir do pão e do vinho, alimentos imprescindíveis, com os nossos companheiros. E a nossa mesa já é uma roleta dos mercados cambiais! O gesto simples de Jesus, de dar o pão e o vinho, de compartilhar, é a eucaristia da nossa Vida, o chamamento das cristãs e dos cristão, de todas as religiões e dos de boa vontade, e sermos os companheiros na Vida, vivida e sentida. E este não é um sonho, mas a perenidade da Vida em Jesus. É preciso dizer não, a quantos subjugam a Vida, aos ditames dos euros e dos dólares e das correrias sem sentido. Sejamos Companheiros!

Joaquim Armindo

PASSOS COELHO: PENSAVA ASSIM!

Outubro 15, 2011

 

PASSOS COELHO: EIS O QUE DIZIA!

Outubro 15, 2011

 

ELES COMEM TUDO!

Outubro 15, 2011

HUMILHADOS E OFENDIDOS

Outubro 15, 2011

 

O ataque da economia ultra liberal

Outubro 15, 2011

O Sr. Primeiro Ministro decidiu fazer tábua rasa de tudo o que prometeu no seu Programa:

– Não podia aprovar o PEC IV

– Não podia subir mais impostos

AGORA NÃO FAZ SÓ ISSO:

– Porque às classes baixas já retirou TUDO

– A sua solução é um ataque à classe média

– Que a classe alta, pode muito bem continuar a viver como até aqui

À BARBARIDADE DAS MEDIDAS (AGORA NÃO SÃO PEC!), URGE RESPONDER COM INDIGNAÇÃO, UMA INDIGNAÇÃO DE QUEM DEFENDE UMA OUTRA ECONOMIA, A DA SOLIDARIEDADE, POR ISSO:

HOJE EM TODO O PAÍS INDIGNADOS SAÍMOS TODOS ÀS RUAS, MOVIDOS PELA CERTEZA QUE A ECONOMIA ULTRA LIBERAL, NÃO É SOLUÇÃO!