Archive for Setembro, 2011

As florestas no outono

Setembro 29, 2011

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Musica: Quando o amor me quiser…no outono

Setembro 29, 2011

Poesia do outono

Setembro 29, 2011

 

 

               

A andorinha partiu.
O Sol mais cedo se deitou.
A chuva miudinha caiu,
Então o Outono chegou.

A videira triste está a chorar,
Ela sem uvas ficou.
Cheira a vinho novo no lagar,
Então o Outono chegou.

As temperaturas desceram.
O vento assobiou.
As aulas já começaram,
Então o Outono chegou.

Os lagartos hibernaram.
A árvore despida ficou.
As folhas soltas dançaram,
Então o Outono chegou.

Sofia e Daniela – EB1 de Vila Chã

É quase Outono

Tempo da tristeza ser mais triste

Mas não é o Outono que me entristece:

Quando partires,

É a tua partida que faz do tempo

Tempo de Outono.

Floresta do outono

Setembro 28, 2011

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Canção Coreana!

Setembro 28, 2011

Canção do outono!

Setembro 27, 2011

 

Sapatos? Só portugueses, eis a moda!

Setembro 27, 2011

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Brinquedos portugueses, compre português!

Setembro 27, 2011

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As flores do outono!

Setembro 27, 2011

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Artigo publicado no Jornal Voz Portucalense, da autoria de Joaquim Armindo

Setembro 27, 2011

INDIFERENÇA

Vivemos um ano grande de começo, o ano 2010, em que existiu uma movimentação substantiva de muitas comunidades, aqui na Diocese do Porto. É certo, porém, que uma parte das comunidades não se movimentou, para o Ano da Missão.  Em outras foi muito ténue, mas ficou a energia de uns tantos. O ano de 2011 não apareceu como tal, sentimos uma ausência e comodismo. Sabemos as grandes aspirações, mercê de avaliação realizada, a família e a juventude. Confesso que vivi com esperança que na “crise”, ousássemos ser mais criativos e mais dependentes do Evangelho. Sinto comodismo, quase indiferença das nossas comunidades, em enfrentar o desafio dos sinais dos tempos. Sou de certeza culpado, porque pertenço à sociedade e estou em Igreja, mas permitam-me, já agora, indignado.

Começo a pensar no que faria Jesus, aqui, onde uma parte da população está a sofrer os ditames do poderio económico e financeiro. Não seria que neste país das naus catrinetas, pegaria num “chicote” e daria umas valentes palmadas, na indiferença das nossas comunidades perante tudo o que se passa? Podem dizer-me, que não é bem verdade, estamos em campo a acudir, como bombeiros, aqui a ali, milhares de voluntários dão muito de si para acorrer à situação dramática, os nossos bispos denunciam e o Bispo do Porto, não se cansa de em todos os lugares exortar a que a solidariedade permaneça e se robusteça. Tudo isso é verdade! Seria catastrófico e injusto não reconhecerem o valor da atividade da igreja, da nossa atividade.

Mas, quando olho para todos os lados, aparece indiferença, perante o Pão Vivo e a Água Viva, perante aquela Água que não é do poço de Jacob. Quantas pessoas e organizações o fazem, e não são sequer crentes, com o maior amor de si mesma, para isso não é necessário ser cristão ou cristã. Basta ter Boa Vontade, e muitos existem a quem temos de nos curvar com muita humildade.

Mas o que interessa, sobretudo, é o caminho para outra cidade, onde não haverá necessidade de mais sede, nem fome, porque Jesus tem essa Água Viva. E isso começa por cada um de nós, na atividade da vida, no Amor que damos, e ninguém dá aquilo que não tem. Este Amor que é gratuito, não interesseiro, por isso não está à espera da Vida Eterna, é o único capaz de ser totalmente eficaz, de derrubar todos os muros.  Sinto que na nossa Diocese, a par de um potencial, puxado pelo nosso Bispo, existe, porém, a indiferença de muitos e muitos cristãos, a denotar uma iniciação cristã desbotada e sem cor. Figueiras sem fruto! E mesmo muitos responsáveis, de cada Paróquia dão-se por vencidos, perante uma sociedade consumista, que só tem tempo para Deus, quando dele necessita. Deus não conhece o tempo, nem o espaço, para nós, porque está sempre connosco! Os sinais da necessidade de missionários estão bem dentro das nossas portas, embora acredite que mesmo pobres neste domínio, e por isso mesmo, poderemos contribuir para outras paragens. Mas a nossa é urgente, e começa na Diocese do Porto, nas Igrejas, nas pessoas, e isto é Missão contra a indiferença, seja de que for, pela Nova Evangelização.

Joaquim Armindo

Programa de reforma para o ensino superior

Setembro 26, 2011

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A UE pode ajudar os governos nacionais a melhorarem a qualidade do seu ensino superior, a adaptarem melhor os programas às necessidades do mercado e a abrirem o acesso a estudantes de todos os meios.

A Europa tem cerca de 4000 universidades e outras instituições de ensino superior. Algumas encontram-se entre as melhores do mundo, outras não conseguiram acompanhar a evolução económica e social.

De acordo com uma previsão recente, em 2020, 35 % dos postos de trabalho na UE deverão exigir um diploma do ensino superior. Contudo, actualmente, apenas 26 % da mão-de-obra apresenta um diploma deste nível, o que coloca a Europa bem atrás dos Estados Unidos, do Japão e do Canadá.

Uma nova estratégia para modernizar o ensino superior identifica as reformas a introduzir pelos governos para garantir um número suficiente de diplomados com as competências necessárias para contribuir para a inovação, o crescimento económico e a criação de emprego.

Essas reformas também deverão ajudar os jovens a obter a educação que desejam e a encontrar o emprego o mais adequado à sua formação.

O objectivo é:

  • aumentar o número de pessoas com um diploma do ensino pós-secundário para 40 % até 2020 (a actual média na UE é de cerca de 34%);
  • permitir que jovens de uma faixa mais larga da sociedade frequentem a universidade e reduzir o número de abandonos;
  • melhorar a qualidade e a adequação dos cursos universitários para satisfazer a necessidades dos indivíduos e do mercado de trabalho;
  • incentivar e recompensar a excelência no ensino e na investigação;
  • dar mais oportunidades aos estudantes para adquirirem competências adicionais estudando ou seguindo uma formação noutro país;
  • formar mais investigadores por forma que a Europa disponha do talento necessário para satisfazer futuras necessidades;
  • reforçar os elos entre ciência, investigação e inovação;
  • garantir que o financiamento é eficiente e contribui para atingir os objectivos previstos.

Embora os governos nacionais sejam responsáveis pelo ensino, a UE pode dar um contributo importante para os seus programas de modernização.

Este contributo inclui a criação de um sistema de classificação das universidades (ranking) à escala da Europa e o fornecimento de informações aos estudantes sobre a instituição mais adequada para prosseguirem os seus estudos em qualquer ponto da Europa. Um novo sistema de garantias de empréstimos deverá ajudar os estudantes a obter financiamento quando seguem um curso de mestrado noutro país da UE.

As propostas da Comissão para as próximas perspectivas financeiras da UE para o período de 2014 a 2020 também incluem vários aumentos substanciais dos montantes afectados ao ensino, formação e juventude (+ 73 %) e à investigação (+ 46 %).

A Natureza é perfeita!

Setembro 26, 2011

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Floresta no outono!

Setembro 26, 2011

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Canção do outono, Madalena Iglésias

Setembro 26, 2011

 

A moda portuguesa, outono 2011. Compre português

Setembro 26, 2011

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As flores do outono!

Setembro 26, 2011

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No Clube dos Pensadores: Bagão Félix

Setembro 25, 2011

Como um mundo sem Ética na política e na economia gera uma crise: dissertação de Bagão Félix no Clube dos Pensadores ( CdP)

Bagão Félix proferiu no Clube dos Pensadores ( CdP) uma brilhante lição sobre as grandes questões do nosso tempo, como dizia Edgar Morin. Questões centradas nos comportamentos da economia e da sociedade onde a ética está pelas ruas da amargura e sobra uma sociedade sem valores.

Depois da apresentação do convidado, por Joaquim Jorge, que enalteceu as qualidades do convidado, a quem chamou de verdadeiro Senador, Bagão Félix esmiuçou sob o ponto de vista económico e demográfico a evolução de um conjunto apreciável de indicadores que justificam o estado deplorável em que se encontra Portugal e a génese da crise.

Começando pelo PIB mostra a persistente queda deste indicador, década após década. Com efeito, na década de 60 o país crescia, em média, 7,5% ao ano, passando na década seguinte para cerca de 5% e sempre a descer até chegar à última década com uma média de crescimento de apenas 0,4%. Em contrapartida, as dívidas pública e externa têm experimentado crescimentos significativos, a ponto de Portugal ser hoje o 5º país mais endividado do mundo.

Enquanto o PIB cresce 20%, a dívida no mesmo período cresce 100%. Porém, Bagão Félix chama a atenção para o trágico da situação portuguesa que contrai dívida não para o crescimento, mas para se tornar mais pobre.

Outro aspeto da maior importância é a evolução da demografia portuguesa, que arrasta o país para o limbo do precipício, porque depois de 1990 a quebra na natalidade é tal que deixou de haver a reposição geracional. Por outro lado, garças à melhoria das condições de vida, a mortalidade infantil é residual e a esperança de vida dos portugueses aumentou muito, mas que não atenuam a fraca natalidade e introduz, por outro lado, maior pressão sobre a saúde financeira do setor da segurança social.

De facto, enquanto em 1974 havia cerca de 5,6 trabalhadores na ativa para cada pensionista, hoje é de cerca de 1,9 trabalhadores para cada pensionista, que põe em risco a sustentabilidade do sistema de reformas dos trabalhadores portugueses, se nada for feito.

Conjugando todos os fatores, só resta a Portugal a via da maior produtividade e, por isso, trabalhar e trabalhar.

A rematar a lição, Bagão Félix traçou o diagnóstico da crise que assola o mundo e apontou para a falta de ética na economia, na política e nas relações sociais. Há uma desvalorização dos valores éticos que Homens generosos como Ghandi, Mandela, Luther King e tantos outros, abraçaram.

A propósito, apresentou um curioso gráfico cartesiano para definir as pessoas em inteligentes, generosas, malfeitoras e estúpidas. Os grandes Homens são generosos pois ao potenciar ganhos pensam sempre nos outros em detrimento de si próprios. São cada vez menos. Em contrapartida sobram os egoístas e os malfeitores. Até poderia realçar o recente episódio do homem mais rico de Portugal, que “consegue” apenas pagar 10% do IRS que pagam outros, muito menos milionários que ele, e se recusa a ajudar a “pagar” a fatura da crise, pois reclama-se trabalhador. O grau zero da decência, ou seja, a indecência em toda a sua pujança.

A falta de ética é patente quando políticos gastam hoje e remetem para as gerações vindouras o pagamento da conta. Apelou para a transformação da escola do facilitismo, que hoje ensina ferramentas mas que deixou de ensinar valores, arrastando a sociedade para o lodaçal em que nos encontramos.

Em resposta a perguntas da plateia, disse ser contra a baixa da TSU, justificando com clareza meridiana, que ninguém pode garantir minimamente a sua eficácia, arrastando o país para uma aventura sem saber qual o destino. Disse que Portugal não é uma cobaia do FMI, como sugere esta medida.

Um debate da maior qualidade, como tem sido timbre no CdP. Joaquim Jorge tem este feeling de convidar na hora certa a pessoa certa, com o tema apropriado para o momento.

A for de domingo

Setembro 25, 2011

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O outono, é bonito!

Setembro 25, 2011

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Ó Sr. Alberto, isto mesmo do Sr. José e do Sr. António, que coitado o Sr. Durão não é culpado, nem o Sr. Lopes!

Setembro 24, 2011

Não é que por culpa desses cavalheiros do Cont`nente, agora uma empresa não tem como pagar os salários, por débitos do Governo Regional da Madeira!

Mas vamos ver:

1.- A empresa, não é o Sr. Alberto;

2.- O Governo Regional, não é o Sr. Alberto;

3. – O Sr. Alberto, não é a Administração da empresa;

4.- E se os cavalheiros de Lisboa, tivessem dado, (sim dado!), o dinheirito, que a famosa ilha da Madeira tem direito, não havia problemas;

5.- Isto tudo é culpa, culpa, dos cavalheiros, como o Sr. António, que fugiu com os refugiados e do Sr. José que colocou o País assim;

6.- O Sr. Durão não, porque foi prestar um serviço à Pátria,sentidos avós;

7.- O Sr. Lopes, coitado,agora até está ma Misericordiosa, que é Santa.

VIVA  A MADEIRA! O SR. ALBERTO PARA PRESIDENTE DA REPÚBLICA!