Archive for Junho, 2011

Saber mais sobre o Livro de Reclamações

Junho 28, 2011

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Reclamar é um direito mas o exercício deste direito pressupõe o respeito pelas regras e procedimentos legais.

Para ficar a saber mais sobre o livro de reclamações consulte a brochura electrónica.

Seja um consumidor informado.

Nunca é de mais lembrar

Junho 27, 2011

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Período de Temperaturas Elevadas – Recomendações

Comunicado do Diretor-Geral da Saúde sobre a adoção de medidas de prevenção destinadas especialmente a pessoas mais vulneráveis ao calor como crianças, idosos e pessoas portadoras de doenças crónicas.

O Princípio de Responsabilidade – uma perspectiva ética sobre a natureza na civilização tecnológica

Junho 27, 2011

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A ciência e a técnica modernas têm permitido um desenvolvimento sem precedentes das mais variadas esferas da vida humana, mas se o seu emprego não for equacionado de uma forma responsável poderá tornar-se destrutivo para a própria humanidade.

Leia AQUI um interessante artigo sobre este tema

Musica

Junho 26, 2011

Música

Junho 21, 2011

 

O Economista católico Jorge Bateira

Junho 19, 2011

 

Aderir à União Nacional, que nos irá governar?

Junho 19, 2011

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As Lições de Salazar: será isto que algums querem?

Junho 19, 2011

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As Lições de Salazar: estaremos próximos?

Junho 17, 2011

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Musica: The Beatles

Junho 17, 2011

 

Para ti com saudades!

Junho 16, 2011

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Viaje em segurança com o cartão europeu de seguro de doença

Junho 16, 2011

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O cartão europeu de seguro de doença, que é gratuito, facilita o acesso aos cuidados de saúde nos 27 países da UE e ainda na Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.

Se for picado por uma alforreca, tiver uma reacção alérgica, fracturar uma perna ou ficar subitamente doente, a sua viagem de negócios ou de férias pode tornar-se um pesadelo.

Um problema de saúde já por si só é penoso mas associado ao facto de ter de lidar com um sistema de saúde desconhecido e com os custos adicionais de uma emergência torna a situação ainda mais difícil.

O cartão europeu de seguro de doença é muito útil nestas situações, facilitando o acesso a ajuda médica quando viaja na UE.

Os cidadãos europeus beneficiam de um acordo concluído pelos 27 países da UE e pela Islândia, o Liechtenstein, a Noruega e a Suíça, ao abrigo do qual têm direito às prestações da segurança social quando trabalham, vivem ou viajam num dos referidos países.

Têm assim acesso aos mesmos cuidados de saúde que os cidadãos do país que visitam.

É fácil obter o cartão

O cartão europeu de seguro de doença é gratuito. Contacte o organismo competente no seu país para mais informações. Tem de já estar coberto por um dos sistemas de segurança social de um dos 31 países atrás referidos.

Também estão cobertas as pessoas que vão estudar ou trabalhar temporariamente para esses países.

Cerca de 185 milhões de pessoas já são titulares deste cartão.

Por isso não se esqueça, se vai de férias ou mesmo a trabalho vá prevenido(a).

Comunicado do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa a propósito do momento presente da Sociedade Portuguesa

Junho 15, 2011

Os cristãos e todos os portugueses sabem que nós, Bispos e sacerdotes, evitamos tomar posição sobre as questões da política direta, preservando o nosso ministério espiritual, da polémica que naturalmente acompanha o debate partidário. Foi por isso que não respondemos às diversas solicitações que nos foram feitas para que falássemos no período que antecedeu as últimas eleições legislativas.

E se o fazemos hoje, depois do Povo Português ter indicado, pelo seu voto, o rumo que deseja para Portugal, não é para comentarmos politicamente os resultados, mas porque achamos que a Palavra da Igreja pode ajudar a discernir o caminho da salvaguarda do “bem-comum” de toda a sociedade, no momento difícil que Portugal atravessa.

Verificámos que alguns líderes políticos, no calor da disputa eleitoral, referiram a Doutrina Social da Igreja para secundar as suas propostas políticas. Tinham o direito de o fazer, pois a vastíssima doutrina da Igreja sobre a sociedade pode, realmente, inspirar programas de governação. É nessa perspetiva que ousamos, neste momento particularmente delicado do nosso País, sublinhar os seguintes aspetos:

1. A prioridade do “bem-comum” de toda a sociedade sobre interesses individuais e grupais é um dos pilares da doutrina da Igreja sobre a sociedade e que pode, neste momento, inspirar as opções governativas. Vamos pôr o bem da sociedade em primeiro lugar. Isso exige generosidade de todos na colaboração e aceitação dos caminhos necessários, na partilha de energias e bens, na moderação das opções ideológicas e estratégicas. Partidos, sobretudo os seus representantes que o Povo elegeu, as associações laborais, empresariais e outras, são chamados à generosidade de defenderem os seus direitos e interesses, dando prioridade total ao bem de toda a sociedade.

2. Além de generosidade, este momento exige, de todos os portugueses, grande realismo. A situação diminui a margem, legítima em democracia, para utopias. É este sentido de realismo que nos indica que devemos procurar soluções para Portugal no quadro social, político-económico em que está inserido: União Europeia, zona da moeda única, conjunto de países que se estruturam na base do respeito pela pessoa humana e pela sua liberdade, concretamente da liberdade de iniciativa económica.

Isto não pode resignar-se ao inevitável. Portugal tem de dar o seu contributo à evolução positiva, concretamente da União Europeia e da zona Euro, e só o fará se resolver positivamente, reconquistando a credibilidade, o momento que passa. Deve fazê-lo procurando que o esforço de equilíbrio financeiro não prejudique a economia, e que não se relativize a importância da saúde, da cultura e da educação.

3. A Doutrina Social da Igreja baseia a prioridade do “bem-comum” na vocação comunitária da sociedade. Esta não é um agregado de “indivíduos”, mas tende a ser comunidade, onde cada um se sente corresponsável pelo bem de todos, onde cada homem e mulher é nosso irmão.

Esta dimensão comunitária é prioritária na visão da Igreja. O amor fraterno, com a capacidade de dom, é o valor primordial na construção da sociedade. Sempre, mas de modo especial neste momento que atravessamos, os pobres, os desempregados, os doentes, as pessoas de idade, devem estar na primeira linha do amor dos cristãos. Este é um dever prioritário da Igreja, que ela quer realizar pelos seus meios próprios, mas em colaboração com todos os que procuram o “bem-comum”. Esta atitude exige generosidade e capacidade de dom, de que o voluntariado é uma expressão nobre. Os próximos tempos vão exigir partilha de bens. Mas não é a mesma coisa partilhar generosamente, e ser obrigado a distribuir. Temos de criar um dinamismo coletivo de generosidade e de partilha voluntária, fundamentada no amor à pessoa humana.

4. Há ainda na nossa sociedade muitas expressões de egoísmo, que vão desde a corrupção ao enriquecimento ilícito, a uma visão egocêntrica do lucro, etc. Uma ética da generosidade, da honestidade e da verdade tem de fazer parte da cultura a valorizar. O próprio sistema de justiça tem de ser um serviço que combata os atropelos à generosidade, à honestidade e à verdade. Sem um bom sistema de justiça, nenhuma sociedade será verdadeiramente justa.

Este momento de crise pode levar-nos a todos a lançar os dinamismos para a construção de uma sociedade mais fraterna e solidária. A Igreja quer, não apenas pela sua palavra, mas pelo seu compromisso na ação, ser a afirmação da esperança.

Fátima, 14 de junho de 2011

Música: You’re Still The One – Tradução

Junho 15, 2011

 

Há duas pedras preciosas que representam o mês de Junho:

Junho 14, 2011

A Pérola

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A Pedra-da-lua

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Flor principal do mês de Junho: Madressilva – representa a amizade, o amor, a felicidade, a força e a beleza

Junho 13, 2011

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Ao Deitar: Lírios

Junho 13, 2011

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Artigo de Joaquim Armindo, publicado no “Voz Portucalense”

Junho 13, 2011

CRESCER OU DESENVOLVER

 

Ouvimos da boca dos responsáveis e lideres que é fundamental o crescimento da economia portuguesa, somos bombardeados com números e mais números, sem que entendamos muito bem do que falam. Todos querem crescer, e na minha humilde condição de cidadão participativo, não compreendo. É que o crescimento gera sempre crise. O crescimento é um chavão que esconde as realidades porque passam as pessoas, a sua cidadania. Nesta Quaresma tenho pensado nesta questão, como o povo a que pertenço sairá de juros, défices, que o leva a uma cidadania solipsista. Lembro-me que Jesus “crescia diante de Deus e dos homens”, e reflicto se este “crescer”, é o mesmo que agora todos proclamamos, e sinto uma diferença abismal. É que crescer diante de Deus e dos homens, é um desenvolvimento integral, não condicionado, colocando sempre o bem comum, as pessoas, a cidadania participativa, o perdão, num paradigma outro, que faz de cada mulher e cada homem participantes activos, construtores do novo nome da paz, que é a justiça, como referiu Paulo VI.

O “crescer” de Jesus, é um desenvolvimento integral, sem mácula, porque é de serviço, hoje diríamos que é o Desenvolvimento Sustentável, nos domínios da economia, do ambiente, da coesão social e cultural, o entendível para todos os povos, mas, e como se reconhece em algumas Universidades, da Gestão das Organizações, é uma marca indelével a espiritualidade de todas as nossas acções. Este é o desenvolvimento imprescindível, enquanto o crescimento traduz-se por números obsoletos, e que os “homens da sabedoria” andam às voltas.

Hoje na continuação da missão, em comunidade cristã, da Diocese do Porto, deveremos ter como especial atenção as “sarças ardentes”, onde está Deus, crucificado, e como referia o Bispo do Porto, D. António Ferreira Gomes: “De pé diante dos homens, de joelhos perante Deus”. A “missão” não é abstracta, mas deve assumir a denúncia e a profecia, a intervenção a que os sinais dos tempos nos conduzem, e caminhar para uma Terra onde “mana leite e mel”.

Joaquim Armindo

Música: Ebene Quartet (Quatuor Ebène) plays Pulp Fiction

Junho 13, 2011

 

Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil 2011 – “Cuidado! Crianças em Trabalho Perigoso – Fim ao Trabalho Infantil”

Junho 12, 2011

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O mais recente Relatório Global da OIT estima que 115 milhões de crianças estão envolvidas em trabalhos perigosos. Estes trabalhos, pela sua natureza ou pelas condições em que são executados, podem prejudicar a saúde, segurança e a moralidade das crianças. Crianças trabalhando em diferentes setores e ocupações podem ser expostas a riscos e o problema é global, afetando países industrializados e em desenvolvimento.

O trabalho infantil perigoso está entre as piores formas de trabalho infantil, que a comunidade internacional definiu como prioridade para a eliminação até 2016. A necessidade de ação urgente para alcançar esse objetivo foi incluída no Plano de Ação Global da OIT e também tema da Conferência Global sobre Trabalho Infantil em Haia, realizada em 2010, que adotou um Roteiro para a Eliminação das Piores Formas de Trabalho Infantil.

Em 2011, o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil dará destaque ao trabalho infantil perigoso, chamando atenção para a urgência em agir para solucionar o problema. Neste Dia Mundial, apelamos:

• A uma nova urgência para identificar e lutar contra o trabalho infantil perigoso, como meio importante de progredir rumo à meta global de eliminar as piores formas de trabalho infantil;

• Ao reconhecimento de que o trabalho perigoso é parte do problema maior que é o trabalho infantil, intensificando esforços globais, nacionais e locais contra todas as formas de trabalho infantil através da educação, proteção social e estratégias para promover o trabalho digno e produtivo para jovens e adultos;

• Ao fortalecimento das ações tripartidas em matéria de trabalho infantil perigoso, com base nas normas internacionais e na experiência das organizações de trabalhadores e de empregadores na área da segurança e saúde.

Para saber mais, consulte os Recursos de Informação em português:

Poster »

Brochura »

Perguntas e Respostas »

Apresentação (PPT) »

Um Guia para professores e educadores »

Vídeos sobre o Trabalho Infantil »