Archive for Maio, 2011

Não deixe que os outros decidam por si

Maio 29, 2011

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Musica!

Maio 29, 2011

 

A Publicidade! Vejam mais de Salazar, e comparem com a União Nacional (CDS/PSD)

Maio 28, 2011

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Nas eleições legislativas: eis o que alguns querem para o nosso País!

Maio 27, 2011

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Maio 26, 2011

VOTAR, VOTAR, NA FORÇA DA ESQUERDA: O PARTIDO SOCIALISTA!

A Publicidade! E esta …também não é digna da União Nacional, em 2001!

Maio 25, 2011

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A Publicidade! Vejam só, se não existem alguns Partdos a defender este discurso…nestas eleições

Maio 25, 2011

A Publicidade! A União Nacional PPD/CDS, eis os slogans!

Maio 24, 2011

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A Publicidade! Nesta Campanha ainda há quem vote Salazar, vejam este escrito!

Maio 23, 2011

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A Publicidade! Continuem a ver as lições de Salazar, cuidado que se parecem com algumas pessoas, nesta campanha eleitoral

Maio 23, 2011

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Celebra-se este Domingo o Dia Internacional da Biodiversidade

Maio 22, 2011

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No ano Internacional das Florestas o Secretariado da Convenção sobre a Diversidade Biológica associa-se ao Fórum sobre Florestas das Nações Unidas para celebrar a importância da Biodiversidade das Florestas para a vida na Terra, para alertar para o que a ameaça e para promover a sua Conservação.

Neste domingo, dia 22 de Maio, celebra-se mais um dia Internacional da Biodiversidade. A efeméride foi criada pelas Nações Unidas para promover o reconhecimento da importância da Biodiversidade para o ser humano e alertar para as ameaças que enfrenta na actualidade.

Quando foi instituído em 1993 este Dia celebrou-se a 29 de Dezembro, dia em que, em 1992, entrou em vigor a Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB), um pacto internacional assinado por 193 países para conservar a Biodiversidade, promover a sustentabilidade na sua exploração e fomentar a distribuição equitativa dos benefícios resultantes da utilização dos recursos genéticos inerentes.

Em 2000 a data viria a ser alterada por questões práticas para o dia 22 de Maio, dia em que o texto da CBD foi adoptado em 1992.

Este ano de 2011, que as Nações Unidas declararam o Ano Internacional das Florestas, o Secretariado da Convenção sobre a Diversidade Biológica associa-se ao Fórum das Florestas da ONU para celebrar no Dia Internacional da Biodiversidade a Diversidade Biológica das Florestas sob o tema “Florestas para as Pessoas”.

As florestas constituem o bioma terrestre mais rico no que diz respeito à Vida. Para além de serem uma fonte de recursos tão importantes como a madeira e as ervas medicinais, as florestas do globo têm um papel fulcral para todos os seres vivos e, em particular, para o Homem ao assegurar serviços como a produção de água limpa, a prevenção da erosão do solo e a regulação do Clima.

Apesar da sua extrema importância para a Vida na Terra e para o Homem as Florestas do mundo estão em risco como resultado da degradação e destruição, das Alterações Climáticas, da sobre-exploração dos seus recursos e da invasão por espécies exóticas agressivas.

Neste Dia Internacional da Biodiversidade pretende-se evidenciar que papel central do Homem na definição do futuro das Florestas, pois dele depende a sua gestão sustentável e conservação.

Saiba mais sobre o tema na brochura preparada no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Floresta “A Biodiversidade das Florestas – O tesouro vivo da Terra”

A Publicidade! Nestas eleições legislativas, há quem pense nisto!

Maio 22, 2011

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Musica

Maio 22, 2011

A Publicidade! Cuidado…vejam só os cartazes da ditadura de Salazar!

Maio 21, 2011

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Cooperação: Falta «definir um caminho» para Portugal cumprir com «Objetivos de Desenvolvimento do Milénio»

Maio 19, 2011

Esta deverá ser uma preocupação do «novo ciclo» político, realça a plataforma portuguesa que reúne organizações não governamentais do setor

Lisboa, 19 mai 2011 (Ecclesia) – A Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento avisa que, apesar da crise, Portugal não pode esquecer os objetivos económicos que traçou, para ajudar os países mais pobres.

“Num momento em que iremos iniciar um novo ciclo, é importante que os partidos tenham consciência dos compromissos internacionais que o Estado português assumiu na área da Cooperação para o Desenvolvimento e da responsabilidade que todos temos no seu cumprimento” refere aquele organismo, num comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA.

Este apelo surge num momento em que se ganha cada vez mais consciência de que Portugal e a maioria dos Estados europeus estão a comprometer os esforços globais para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM).

Recorde-se que, há 10 anos, as Nações Unidas traçaram 8 pontos essenciais para reduzir, até 2015, os valores de pobreza e exclusão social no mundo para metade.

As metas envolvem o combate à pobreza extrema e à fome, fazer do ensino primário um bem universal, promover a igualdade entre homem e mulher, reduzir a mortalidade infantil e materna, combater doenças graves, como a SIDA e a malária, garantir a sustentabilidade ambiental e fortalecer uma parceria global para o desenvolvimento.

Segundo o relatório AID Watch 2011, publicado esta quinta-feira pela Confederação Europeia das ONG de Ajuda ao Desenvolvimento e Ajuda Humanitária de Emergência (CONCORD), “teriam sido necessários mais 15 mil milhões de euros para se atingir a meta definida pelos representantes políticos da União Europeia, que prometeram que em 2010 o valor da sua Ajuda Pública ao Desenvolvimento (APD) representaria 0,56 por cento do seu Rendimento Nacional Bruto (RNB)”.

A Plataforma Portuguesa chama a atenção para a situação de Portugal, onde “o objetivo definido pelo Governo de canalizar 0,34 por cento do RNB para a APD em 2010 não foi atingido, tendo-se ficado pelos 0,29 por cento”.

Até 2015, data em que termina o prazo de implementação dos ODM, o nosso país teria ainda que alcançar progressivamente a meta dos 0,7 por cento, para cumprir o acordo internacional traçado com as Nações Unidas.

Os líderes das organizações não governamentais portuguesas têm presentes “as restrições orçamentais impostas pela crise internacional” mas recordam que ela “tem afetado ainda mais os países e populações mais desfavorecidas”.

“Caberá à Assembleia da República e ao próximo Governo definirem um caminho para que Portugal possa continuar a contribuir para um modelo de desenvolvimento mundial mais justo e equitativo”, conclui a Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento.

Política: Pré-campanha eleitoral está a prejudicar futuro de Portugal, diz Comissão Nacional Justiça e Paz

Maio 19, 2011

Ambiente de «crispação» impede partidos políticos de se ocuparem do «importante», sublinha Alfredo Bruto da Costa

D.R.

Lisboa, 19 mai 2011 (Ecclesia) – O presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), Alfredo Bruto da Costa, considera que os ataques entre partidos na pré-campanha eleitoral podem impedir a resolução dos principais problemas de Portugal.

“O passado longínquo e recente ainda não libertou os principais partidos, especialmente PS e PSD, de uma crispação que os impede de serem suficientemente livres para se ocuparem do que é realmente importante para a vida da sociedade”, afirmou hoje o responsável à Agência ECCLESIA.

Referindo-se ao decorrer da pré-campanha para as eleições legislativas, Bruto da Costa sublinhou que os “ataques recíprocos não só gastam muito tempo da campanha como criam uma estrutura de pensamento e de campanha perfeitamente lateral”.

“Tem de haver um golpe de rins de todos os partidos, sobretudo dos dois principais, no sentido de perceberem que o bem comum do país implica que haja uma convergência”, frisou o professor universitário em áreas de política social.

No entender de Bruto da Costa, “o ideal seria os partidos pensarem o que é o bem comum neste momento da história do país”, para que depois da votação, “seja qual for o seu resultado, haja condições psicológicas para os consensos necessários”, através de “coligações” ou “acordos de incidência parlamentar”.

Alguns dirigentes partidários anunciaram durante a pré-campanha que se opõem a determinadas coligações, uma opção que tem sido “exatamente o contrário” das teses defendidas pelo membro do Comité Europeu dos Direitos Sociais do Conselho de Europa.

Alfredo Bruto da Costa recordou a distinção “entre os partidos e os seus líderes” para ressaltar que as alianças agora inviabilizadas poderão tornar-se realidade após 5 de junho.

“Não sabemos quais os dirigentes que vão continuar nesses cargos, em função dos resultados das eleições, pelo que depois dessas eventuais mudanças poderá surgir uma maior facilidade de entendimentos, que agora parecem impossíveis”, assinalou.

O responsável considera que a campanha eleitoral constitui uma oportunidade para a discussão de temas que não foram abrangidos pelo acordo entre Portugal e a equipa do Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e União Europeia.

“Há muita matéria importante para que os partidos apresentem a sua originalidade”, realçou Bruto da Costa, que deu como exemplo a intervenção do Estado na sociedade, a proteção social, as privatizações e as parcerias público-privadas.

Os líderes partidários podem ainda explicar como vão executar as medidas incluídas no acordo com a ‘troika’, “designadamente no sentido de minorar os aspetos negativos que ele terá na sua execução, como a austeridade e o sofrimento que muitas pessoas muito provavelmente terão”, referiu o presidente da CNJP, organismo da Igreja Católica.

O antigo ministro dos Assuntos Sociais ainda não estudou o memorando de entendimento em profundidade, mas receia que as pessoas “que estão melhor fiquem mais resguardados das mudanças”.

“Há uma certa maneira de pensar a economia, que não é a minha, que por vezes parece oferecer argumentos para que as desigualdades se mantenham e agravem, ao mesmo tempo que certos custos, a suportar preferencialmente por quem tem mais, sejam normalmente pagos pelas classes médias ou por quem têm menos”, salientou.

Música

Maio 19, 2011

É preciso denúnciar: resíduos electrónicos europeus depositados ilegalmente em África

Maio 18, 2011

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Resíduos electrónicos europeus estão a ser exportados ilegalmente para países africanos mais pobres, com riscos para o ambiente e saúde da população.

Numa investigação ao longo de 18 meses levada a cabo pela Panorama e pela EIA (Environmental Investigation Agency) concluiu-se que os resíduos electrónicos europeus estão a chegar ilegalmente à Nigéria e ao Gana. Por exemplo, uma das mais importantes empresas de resíduos e reciclagem do Reino Unido tem ligações com empresas directamente responsáveis por este caso. O mercado paralelo e ilícito de resíduos electrónicos é crescente e a falta de transparência da cadeia de transporte e aproveitamento dos resíduos facilita a contaminação por práticas ilícitas.

Em larga escala estes resíduos são tóxicos e são depositados ou processados em condições primitivas, com graves riscos ambientais e para a saúde. Esta investigação será brevemente publicada num relatório detalhado e desvendada num programa da BBC Panorama.

 Fonte: Naturlink

Segurança e saúde no trabalho dos motoristas de veículos de transporte rodoviário

Maio 17, 2011

http://osha.europa.eu/en/sector/road_transport/transport/image_mini

Coincidindo com o lançamento da iniciativa das Nações Unidas «Década da Acção para a Segurança Rodoviária 2011-2020», a UE-OSHA lança um novo sítio Web para ajudar a manter a segurança dos motoristas profissionais, que inclui vários relatórios e fichas técnicas para enfrentar os desafios da gestão da saúde e da segurança no sector do transporte rodoviário.

Veja aqui: SST dos motoristas de transporte rodoviário

“É mais digno trabalhar do que receber um subsídio”, Jorge Bateira, no “Ladrões de Bicicletas”

Maio 17, 2011

É possível aproximarmo-nos do pleno emprego, o objectivo central da política económica que hoje nem os governos socialistas levam a sério.

Em vez de distribuidor de subsídios de desemprego, na realidade cada vez mais reduzidos, o Estado deve tornar-se o «empregador de último recurso». A quem fica desempregado e não tem alternativa, o Estado deve oferecer um emprego com utilidade social e formá-lo para o reingresso no sector privado logo que possível.

O Estado tem o dever de lançar um programa de criação de empregos, dignos e socialmente úteis, através de uma agência pública que trabalhe em parceria com o sector empresarial, privado e público, e as organizações do sector social e solidário. Grande parte destes empregos extinguir-se-ão à medida que o sector privado recomeçe a criar empregos melhor remunerados.

O financiamento desta política de pleno emprego proviria da segurança social (em vez de pagar subsídios de desemprego, sustentaria empregos) e de parte dos recursos habitualmente atribuídos ao investimento público. Dado que este tem um efeito incerto sobre o emprego, é preferível canalizar despesa pública para o financiamento de empregos socialmente úteis, a identificar com as autarquias, empresas locais e organizações sem fins lucrativos.

Para alguém que cai no desemprego involuntário, é mais digno trabalhar do que receber um subsídio.

Este tipo de intervenção directa visando o pleno emprego seria complementar de uma política de investimento público em projectos que garantidamente tenham um elevado conteúdo em emprego, aumentem a eficiência energética do País, e promovam a competitividade da indústria.

Esta é a estratégia defendida pela Convergência e Alternativa.