Archive for Novembro, 2009

Reflexão sobre os Nossos Direitos Fundamentais

Novembro 29, 2009

http://eusouempreendedor.files.wordpress.com/2009/01/a-carta-dos-direitos-humanos2.jpg

Frequentemente os direitos humanos ambientais reclamam o apoio de direitos humanos existentes, ou seja, é necessário estarem reunidas determinadas condições ambientais para implementar os direitos humanos fundamentais à vida, saúde e bem estar.

 

Leia aqui um artigo muito interessante sobre esta matéria: naturlink

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Semana Europeia da Prevenção de Resíduos

Novembro 25, 2009

https://i0.wp.com/naturlink.sapo.pt/ResourcesUser/noticias4/Semana%20Europeia%20da%20Preven%c3%a7%c3%a3o%20de%20Res%c3%adduos180.jpg

Com o objectivo de alertar a sociedade para a problemática dos resíduos ao nível da União Europeia encontra-se a decorrer desde o passado dia 21 e até ao próximo dia 29 a Semana Europeia de Resíduos, que conta com o apoio do Programa LIFE+ da Comissão Europeia e que em Portugal é promovida pela Agência Portuguesa do Ambiente e pela LIPOR.

Durante esta semana têm lugar acções de sensibilização que pretendem mobilizar e incentivar cidadãos, organismos e associações públicas e privadas a dar a sua contribuição no que toca à prevenção de resíduos.

Durante as actividades divulgar-se-ão as estratégias e políticas de prevenção de resíduos da UE, e demonstrar-se-á a estreita relação entre a produção de resíduos e os impactos negativos no Ambiente, e entre a redução de resíduos através da prevenção e o Desenvolvimento Sustentável.

As acções a realizar, propostas pelos mais diversos agentes da sociedade, enquadram-se no âmbito de um de cinco temas: “Demasiados Resíduos”, “Melhor Produção”, “Melhor Consumo”, Uma dia mais longa para os produtos” e “Menos resíduos deitados fora”. Na área de actuação da LIPOR são 104 acções aprovadas e que decorrerão até ao dia 29.

Fonte: www.apambiente.pt

 

Já tinha pensado nisto?

Novembro 22, 2009

http://blogmais.files.wordpress.com/2008/04/gmo.jpg

Os consumidores europeus têm vindo a rejeitar de forma crescente os produtos que contêm plantas geneticamente modificadas (OGM), porém mais de 90% dos OGM em circulação destinam-se a rações animais e aqui os consumidores compram produtos não rotulados…

Leia aqui um artigo sobre esta matéria:  naturlink

Concurso europeu de fotografia

Novembro 20, 2009

http://osha.europa.eu/pt/teaser/PhotoCompetitionAward2009/image_mini

A Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (EU-OSHA) acaba de anunciar o vencedor do concurso de fotografia, subordinado ao tema da segurança e saúde no local de trabalho.

Portugal também estava lá.

Veja aqui: Vencedores

Crise económica mundial

Novembro 20, 2009

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O Conselho de Administração da OIT examinou esta semana a resposta do mundo do trabalho à crise económica mundial e avaliou as perspectivas reais de uma retoma do emprego no quadro do Pacto Mundial para o Emprego, adoptado pela Conferência Internacional do Trabalho em Junho de 2009.
Leia aqui: Pacto Mundial para o Emprego

Quem te fez nascer Portugal?!…

Novembro 20, 2009

http://hangover80.files.wordpress.com/2009/06/bandeira_portugal1.jpg

Quem te fez nascer Portugal
País ímpar, sem haver igual
País de um âmago profundo,
Apanágio de ser integral
Completo, pleno, total
Não há assim outro no mundo!
 
Raízes perdidas na história
Ou felizes, mantidas em memória
Sustentam a nobre identidade,
E fazem rumar à vitória
Alcançar a eterna glória
Abraçar a modernidade!
 
Quem te fez nascer tão perfeito
Teve esse refinado jeito
Te deu tamanho equilíbrio!?
Mesmo com um ou outro defeito
Até nisso tens o conceito
Do que é alcançar o idílio!
 
Quem te fez nascer junto ao mar
Continente e oceano, a separar
Preciosidade que em si encerra,
Países inteiros a representar
Num mapa todos a englobar
— És tu o centro da terra!
 
História longa e triunfante
Por momentos determinante
Em todo o mundo presente,
Quem não conhece o Infante
Por mares, todos, navegante
E em cada porto de gente?!
 
Dos tempos do primeiro rei
D. Afonso Henriques, eu sei
Passando por Aljubarrota,
E outras, não recordarei
Batalhas, que fizeram lei
Definindo-te sempre na Europa!
 
A mais antiga nação
Libertada do reino de Leão
Oh, Condado Portucalense!…
Que seria de ti não sei não
Sem independência, Restauração
Território que a ti pertence!
 
Padronizantes, os monumentos
Dos triunfantes descobrimentos
Alma lusa levada mais além,
E maiores não foram os intentos
Daqueles anos, quinhentos
Por terras mais não haver de ninguém!
 
Tomado pelos reis de Espanha
Invadido pelos da Bretanha
Defendeste a tua soberania,
Desejado por riqueza tamanha
Império, essa foi a façanha
Dos reis à democracia!
 
Não há país outro no mundo
Tão pequeno e tão fecundo
Disso tenho a eu certeza,
Nas palavras em que me afundo
É por elas também que difundo
A nobre Língua Portuguesa!
 
É esse o império afinal
Herdado do poder temporal
Esse é o que tem mais valor,
Nos define como ser cultural
Estejamos, seja qual o local
Nos une como une o amor!
 
Cantada pelos poetas
Servindo a Cupido de setas
Com emoção me invades,
Usada também por profetas
Emigrantes sei lá por que metas
Por ela a morrer de saudades!
 
Gil, Camões e Pessoa
Entre outros levando na proa
E não a usaram à míngua,
Poesia, que coisa tão boa
Atmosfera que ainda ecoa
Semeando a nossa língua!
 
Para toda a eternidade
A mais cantada cidade
Sim, és capital, és Lisboa!…
O fado, preciosidade
Amália, tal é a saudade
“Até que a voz me doa”!
 
Quem te fez nascer nesse ninho
Do Algarve até ao Minho
Em cada terra uma marca,
Seja na praça um pelourinho
Até mesmo bordados de linho
Não te esquece nenhuma comarca!
 
Terras onde Portugal se sente
Nas brumas e na corrente
E hasteiam a tua bandeira,
No limite do velho continente
O sol nasce no mar reluzente
Nos Açores e na Madeira!
 
África quente, África minha
Que o progresso para onde caminha
Tão merecido que é afinal,
Não apague o que de bom tinha
Libertação traga a nova linha
Mas não esqueça que foi Portugal!
 
Cabo Verde, Moçambique, Angola
Vestimos a mesma camisola
Guiné, S. Tomé, e Timor,
Com Macau e Goa joguemos à bola
Como o Brasil, que tem a cartola
Todos juntos faremos furor!
 
E em todo o mundo onde houver gente
Um português estará sempre presente
Que coisa mais fenomenal!
Seja natural ou seja descendente
O importante é se ele sente
Que também faz nascer Portugal!
 
Quem te fez nascer na Ibéria
Deixando imensa matéria
Envolta em muitos pergaminhos,
Imunes a qualquer bactéria
Porque só numa relação séria
Convivem irmãos e vizinhos!
 
Rio Minho, suave, desliza
Unindo o norte à Galiza
Local onde o verbo nasceu,
E nas praias com a sua brisa
Ao pôr-do-sol o pensar paralisa
— Emoção que sobre mim abateu!
 
Do Porto, o vinho, eterno sabor
Pelo mundo, grande embaixador
Mágicas encostas do Alto-Douro!
Rupestres, figuras, de mundial valor
Aldeias históricas pelo interior
Compõem o verdadeiro tesouro!
 
Abeirada a sabedoria
Pelas entranhas da academia
“Coimbra, tens mais encanto…”
E da serra, como a neve fria
Descer do céu à Cova da Iria
Orar em Fátima, no altar santo!
 
Pastores, toureiros, campinos
Conventos, mosteiros, casinos
Oliveiras, searas e laranjais,
Ananases, queijos e bailarinos
Golfe, tantos são os destinos
Portugal, que ofereces mais!?
 
Terra de gentes hospitaleiras
Tradições, festas, e feiras
Ciência e cultura também,
Gastronomia, qualidades primeiras
Monumentos com fachadas inteiras
De pormenores que a vista retém!
 
Em Miranda tens o mirandês
Folclore em qualquer português
Ritmos diferentes sem fim,
Em festivais, de natureza talvez
Que dizer das serras do Gerês!?…
— Portugal, natural jardim!…
 
De cortiça, produtor principal,
Cidades património mundial
Évora, Porto, Guimarães, Angra…
— Tradições sem consenso total
Como a corrida monumental
Com o toiro na arena que sangra! 
 
Arenas de outras lides finais
Vencedores dos jogos mundiais
Eusébio, quem não conhece o menino?!
Jogar até não poder mais
Marcar anulando mil ais…
— Este é um país latino!
 
Bandeiras sobre as janelas
Bailando ao vento, quais velas
Símbolo da unida nação,
Como no tempo das caravelas
Que poder tu aqui revelas
Promovido pela selecção!
 
Poder que ultrapassa fronteiras
Como trajes de lavradeiras
Com este e aquele artefacto,
Galos coloridos nas feiras
Teares, concertinas, cantadeiras
Acompanham o artesanato!
 
De Arraiolos são os tapetes
Loiças e cristais para os banquetes
Sobre os bordados regionais,
Lendas recordadas entre joguetes
Pelos ladrilhos dos palacetes
Que de celeste, azul, preenchem murais!
 
Preenchem também quadros com santos
Em simples paredes caiadas de brancos
Nascidas em canteiros repletos de flor,
Que belos que são os encantos
De Portugal, em todos os recantos
Seguem, rebanhos, a voz do pastor!
 
Pastor que ambiciona na vida mais
Partindo para longe, buscando ideais
Terras da América, Alemanha, França…
Viagens de trabalho, de turismo, normais
Sabem aqueles que têm mais
Que em Portugal a fortuna se alcança!
 
Litoral, praias de ondas ao vento
Interior, terras paradas no tempo
Ilhas, paisagens que encantam deuses,
Entre cidades, pólos, de desenvolvimento
Tradições marcadas de sentimento
Algarve, mais outros que portugueses!
 
Quem te fez nascer com talento
Que em tudo encontra alimento
Terra fértil, de ideias também,
Não há por nenhum momento
Um vazio de encantamento 
Tal a riqueza de vida que tem!
 
Bacalhau regado sobre a mesa
Sardinha, na brasa, com certeza
Refrescada com o alvarinho,
A grande posta à mirandesa
Ou lagosta, em casa portuguesa
Há sempre pão e alentejano, o vinho!
 
E para alimentar a alma
Procissões de silêncio e calma
Ruas de Braga na semana santa,
Igrejas adornadas com folhas de palma
Romarias, caminhadas, que o espírito acalma
Senhora da Agonia, ou dos Remédios, encanta!
 
Com foguetes de todas as cores
A estoirar acompanhando os sabores
Dos santos populares, quanta alegria!
Quem vai acompanhar os andores
Ou colocar sobre a rua as flores
Que de papel são a maior fantasia!?…
 
Mas há também outros cartazes
Para aqueles, os mais audazes
Há sempre um espectáculo em cena:
Musicais, ópera, revistas mordazes
Esculturas e telas perspicazes
Monumentos, Palácio da Pena!
 
Mais que teatros, museus e solares
Mais que navegues seja por que mares
Onde se encontra a tua essência,
É na livre expressão dos pensares
Mais que a calçada por onde pisares
É nela que está a sapiência!
 
Liberdade, fundamental
Direito, para todos igual
Os valores da democracia,
Povo com papel principal
Governando-te, meu Portugal
Justiça é lei, sua garantia!
 
Respeitar os valores humanos
Mais profundos que os oceanos
Portugal, é a tua missão,
Sobrepor-te a bens mundanos
Honrar os povos lusitanos
Ser exemplo, a seguir, a lição!
 
Igualdade entre homens e mulheres
Entre os povos, aquilo que queres
Pelo ambiente, as crianças, a vida…
Fazendo tudo o que puderes
Pelo progresso de todos operes
Esta luta há-de ser vencida!
 
Com informação, cultura, e arte
Trabalho livre, em toda a parte
E responsabilizar, com meios eficazes!
Que a sabedoria seja o teu baluarte
E que este lema ajude a guiar-te:
— Pensa no que sabes e serás o que fazes!
 
Quem te fez nascer Portugal
Expandido no mundo universal
Com talentos Nobel premiados,
Quem é que foi afinal
Que teve a ideia genial
De nos fazer tão brindados!?…
 
Quem fez nascer o teu escudo
E por ele te marcou em tudo
Colocando as cinco quinas?!…
Guardado em estojos de veludo
É de Portugal, nisso não me iludo
Sejam rochas, moedas, ou rimas!
 
A esfera armilar, os castelos
De Portugal, símbolos belos
Presentes em todos os territórios,
Antigos, e mesmo singelos
— Sim, são esses os elos
Do passado ao futuro, obrigatórios!
 
Que se eleve a civilizada bandeira
De verde, esperança primeira
Que se eleve com o encarnado,
Pela paz, justiça verdadeira
Pela vida, na terra inteira
Que se eleve sempre e em todo o lado!
 
Quem te fez nascer Portugal
Sabia aquilo que fez:
— Que o Homem só é imortal
Obrando com altivez!…
— E isso seria o sinal
Que guiaria qualquer Português!…
 
 
                                           Poema de Sá Lopes
                                                (Barcelos, 2006)

Relatório da OIT

Novembro 18, 2009

https://i2.wp.com/www.ilo.org/public/portugue/region/eurpro/lisbon/images/gwr_update.jpg

Leia aqui: Relatório da OIT sobre salários

 
A Organização Internacional do Trabalho constata pelo 2º ano consecutivo uma erosão nos salários devido à crise económica, apesar dos sinais de recuperação económica.

S. Martinho

Novembro 11, 2009

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Conta a história que:

Certo dia, sob o vendaval e a neve, equipado e armado, montado a cavalo, S. Martinho viu um mendigo seminu, tiritando de frio, estendendo para ele a sua pobre mão ossuda e congelada.

O Santo parou o cavalo, tomou com caridade a mão desse abandonado e, em seguida, tomou da espada, cortou pelo meio a sua capa de agasalho, deu metade dela a esse miserável peregrino e, envolto na outra metade, sacudiu a rédea e prosseguiu através da tormenta, do vento e da neve.

Subitamente, porém, no caminho do soldado, a tempestade desfez-se, amainou o tufão e a geada, o céu descobriu instantaneamente, como por encanto, a sua profundidade límpida e azul, e um sol acariciante e resplandecente inundou a terra de alegria e vestiu de luz e calor esse cavaleiro caridoso.

Deus, reconhecido, para que não se apagasse da memória dos homens a notícia deste acto de bondade, praticado por um dos seus eleitos, dispôs que em cada ano, na mesma época em que S. Martinho se desfez da metade da capa, por alguns dias se interrompesse o Inverno, cessasse o frio, sorrisse o céu e a terra, e um calor saudasse a natureza, sempre insensível à vontade dos homens, em memória daquele que, em certo dia, humilde soldado, trotando a sós por um caminho, desafiou e venceu a fúria insuperável dos elementos.

O Outono

Novembro 11, 2009

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Comemorações dos 20 anos da queda do Muro de Berlim

Novembro 8, 2009

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No dia 9 de Novembro, faz 20 anos que as autoridades da Alemanha de Leste finalmente cederam à pressão dos seus cidadãos e os autorizaram a deslocar-se livremente entre Berlim Leste e Berlim Ocidental.

Em 1989, após a incredulidade inicial face a essa notícia, rapidamente se multiplicaram as manifestações de regozijo nas ruas e se formaram longas filas para visitar o «outro lado», dando origem a não poucos reencontros emotivos. Esse dia marcou o culminar de uma série de movimentos de contestação, muitos clandestinos, contra os regimes comunistas da Europa de Leste.

Para comemorar o fim da cortina de ferro, serão organizados eventos culturais em toda a Europa.

O Muro de Berlim dividiu a cidade em duas partes desde 1961.

Os primeiros sinais de mudança surgiram em 1988, quando, após uma série de greves, o governo polaco aceitou entrar em conversações com o movimento Solidariedade. Depois disso, rapidamente as vagas de contestação se propagaram pelo resto da Europa de Leste.

Em Maio de 1989, a Hungria abriu as suas fronteiras com a Áustria, criando uma primeira brecha na cortina de ferro. Em Agosto do mesmo ano, dois milhões de pessoas dos três países Bálticos (Letónia, Estónia e Lituânia) deram as mãos para formar um cordão humano de 600 km entre as suas capitais e chamar assim a atenção para a sua ânsia de independência.

Em 3 de Outubro de 1990, a Alemanha de Leste e a Alemanha Ocidental foram formalmente reunificadas e o território da antiga Alemanha de Leste integrado na UE. À medida que outros regimes comunistas se foram desmoronando e sendo substituídos por governos livremente eleitos, começaram a ser tomadas medidas para os ajudar a satisfazer os critérios de adesão à UE: instituições democráticas estáveis, o Estado de Direito, a protecção dos direitos humanos e uma verdadeira economia de mercado.

Desde então, dez antigos países comunistas cumpriram esses critérios. Em 2004, aderiram à UE a República Checa, a Polónia, a Letónia, a Lituânia, a Estónia, a Hungria, a Eslováquia e a Eslovénia. Em 2007, foi a vez da Roménia e da Bulgária.

Os cidadãos europeus podem actualmente viajar, trabalhar e estudar livremente em 27 países, as empresas beneficiam de um mercado europeu cada vez mais integrado e a Eslováquia e a Eslovénia adoptaram o euro, a moeda única europeia.

Tudo isto tem contribuído para a paz e a estabilidade na Europa.

História da UE

Mário Cal Brandão e o Centenário da República, hoje às 21, 30 Maia

Novembro 7, 2009

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Dia da Infância

Novembro 3, 2009

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No dia da Infância, comemorado hoje, vale a pena visitar este site e relembrar os “DIREITOS DA CRIANÇA”

Clique aqui

Boas noticias: A recessão acabou, mas persistem grandes desafios

Novembro 3, 2009

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As previsões para o próximo ano apontam para uma recuperação gradual e um crescimento lento.

A UE está a sair da recessão, tendo o PIB aumentado no segundo semestre de 2009. Porém, devido à grave desaceleração do crescimento registada no início do ano, as previsões para o ano de 2009 considerado no seu conjunto mantêm-se inalteradas, devendo registar-se uma diminuição do PIB de 4%.

A mais longo prazo, a economia deverá crescer apenas 0,75% em 2010 e 1,5% em 2011.

A recuperação deve-se, sobretudo, à melhoria do comércio mundial e das condições financeiras. Todavia, tanto a política monetária como as despesas públicas têm também estimulado a actividade.

No próximo ano, vários factores travarão o crescimento e a procura de bens e de serviços diminuirá. Entre esses factores, figuram o aumento das taxas de desemprego e a necessidade de reduzir a dívida, quer por parte das agregados familiares quer por parte das empresas.

Prevê-se que, em 2010, o desemprego atinja 10,25% na UE e que o défice público aumente para 7,5% do PIB.

Depois de terem estagnado durante a recessão, os preços no consumidor deverão aumentar, mas a inflação manter-se-á relativamente baixa. É de salientar que as diferenças a nível da inflação entre os vários países serão menos pronunciadas do que antes da crise.

A recuperação da economia poderá ser inesperadamente acentuada nos próximos meses. Resta saber se será duradoura.

A Comissão Europeia publica habitualmente previsões económicas quatro vezes por ano: previsões completas na Primavera e no Outono e previsões intercalares e parciais em Fevereiro e Setembro.