Archive for Setembro, 2009

Cavaco Silva deve demitir-se!

Setembro 29, 2009

Do nosso comentador Alcino Mário, recebemos o seguinte texto:

A comunicação ao País de Cavaco Silva é de uma pessoa irada por o PS ter ganho as eleições, vindo agora confundir todos ao começo de outra campanha eleitoral.

Ninguém percebeu nada do que disse, e só teve uma atitude política a defesa do PSD, influencia directamente as eleições autárquicas e defende o PSD.

Este Presidente já não representa os Portugueses, foi uma comunicação eivada de forte ataque ao Partido Socialista, que ele não contaria que ganhasse as eleições e uma intromissão clara na formação de um novo governo, irá ele convidar Ferreira Leite para governar em coligação com o CDS?

Deve demitir-se, dado já não ter condições de isenção para ser Presidente da República, tomou parte defendendo o PSD e a direita.

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VIVA O PARTIDO SOCIALISTA, VIVA PORTUGAL

Setembro 27, 2009

http://images.google.com/url?source=imgres&ct=tbn&q=http://api.ning.com/files/LmRbAblBJJ5eZA*DDBjcV6JhaeVuWiPSV*mm*6DGSo9LhfB26BVj4YOuBtDlX4wWWS1APuuWCWC43wthAAiTX-IGLbFD-s6n/ps28.bmp&usg=AFQjCNGetKW_V4Lep9LOE884rM247YmWRg

Na Maia o PS chega aos 50%!

Setembro 27, 2009

Segundo o que tudo indica o PS na Maia chegará aos 40%!

Uma vitória como alavanca para as Autárquicas

Estas rosas vermelhas que te deixo…

Setembro 27, 2009

http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:vsn6KcEPu1g_tM:http://www.meninasde30.blogger.com.br/rosas.jpg

Em quem vota para as Legislativas? Inquérito BEM COMUM

Setembro 25, 2009

Inquérito BEM COMUM (não científico)

PS: 38%

BE: 29%

PSD: 10%

CDU: 9%

CDS: 6%

Outros: 7%

Votos: 68

Quem ganhou o debate José Sócrates – Ferreira Leite?

Setembro 25, 2009

Inquérito do BEM COMUM (não científico)

José Sócrates : 75%

Ferreira Leite: 25%

Votos:44

Sondagens: fonte Margens de Erro

Setembro 25, 2009

https://i2.wp.com/4.bp.blogspot.com/_wktdR0F6ueQ/Srx-hfwckOI/AAAAAAAABFA/fcdfvOzpZPc/s400/%C3%BAltimas+sondagens+legislativas+setembro.jpg

Outra Sondagem

Setembro 24, 2009

Legislativas. Aximage, 21-24 Setembro, N=850, Tel.

Vem aqui.

PS: 38,8%
PSD: 29,1%
BE: 10%
CDS-PP:8,6%
CDU: 8,4%
OBN: 5,1% (não estou absolutamente seguro disto. É o que falta para 100%, mas não sei se haverá indecisos; amanhã confirmo com a edição impressa do CM).

Fonte: Margens de Erro

Sondagem Universidade Católica

Setembro 24, 2009

Legislativas. CESOP-UCP, 17-22 Setembro, N=4367 (2764 intenções de voto válidas),

Presencial.

O relatório-síntese pode ser consultado aqui.

2.2. Intenção de voto em eleições legislativas
Esta folha que estou a preencher tem do outro lado um boletim de voto. Queria pedir‐lhe para o usar
para assinalar o partido em que vai votar nas próximas eleições legislativas no dia 27 de Setembro, e que
depois dobre o boletim em quatro e o coloque nesta urna. Este boletim é rigorosamente anónimo: depois
de colocado na urna, é impossível identificar quem votou em que partido. Só vote em branco se for isso
que vai fazer no dia das eleições, e se ainda não sabe em quem vai votar há um quadradinho no boletim
onde pode assinalar isso (entre parêntesis, resultados da sondagem da passada semana).
Intenção directa de voto Estimativa de resultados eleitorais**
PS 30%
(23%)

PS 38%
(38%)

PSD 22%
(18%)

PSD 30%
(32%)

BE 8%
(8%)

BE 11%
(12%)

CDS‐PP 7%
(4%)

CDS‐PP 8%
(7%)

CDU (PCP‐PEV) 6%
(4%)

CDU (PCP‐PEV) 7%
(7%)

Outros* 2%
(1%)

Outros 2%
(2%)

Branco/nulo 3%
(3%)

Branco/nulo 4%
(3%)

Não votaria 10%
(11%)

Não sabe 12%
(17%)

Recusa responder 1%
(12%)

* Inclui 15 intenções de voto no PCTP/MRPP, 14 no MEP, 12 no PND, 11 no PNR, 9 no MMS, 6 no PPM, 4 no PTP, 3 na FEH, 3
no POUS e 3 no PPV.
** Obtida calculando a percentagem das intenções directas de voto em cada partido em relação ao total de votos válidos
(excluindo abstenção e não respostas) e redistribuindo indecisos proporcionalmente pelas opções válidas, brancos e nulos.
São apenas consideradas intenções de voto de inquiridos que dizem ter a certeza que vão votar (N=2764). Estas estimativas
têm valor meramente indicativo, dado que diferentes pressupostos poderão gerar resultados diferentes.

Fonte: margem de erro

Mais uma sondagem

Setembro 24, 2009

Legislativas. Intercampus, 21-23 Setembro, N=1006, Presencial

PS: 38%

PSD: 29,9%

BE: 9,4%

CDU: 8,4%

CDS-PP: 7,7%

OBN: 6,6%

13,2% dos 1006 disseram-se indecisos ou não responderam à pergunta sobre intenção de voto.

O BEM COMUM APELA AO VOTO NO PS

Setembro 24, 2009

Este blogue sempre se assumiu assim, sem ambiguidades.

Assumimos claramente que votar no PS é votar na caminhada que inicimos à quatro anos, não somos favoráveis à direita neoliberal, entendemos que o CDS e Paulo Portas mentem quando falam, vejam-se as promessas aos antigos combatentes, não cumpridas, quando foi Ministro da Defesa, Manuela Ferreira Leite não é uma líder de poder, vejam-se os seus governos, oxalá que se o PS ganhar seja uma forte opositora, porque o poder precisa disso, o Bloco de Esquerda é uma amalgama de posições, desde maoístas, a trotskistas, a marxistas leninistas, ou a outros que fazem PPRs e são contra eles, a CDU é o PCP, que sempre foi assim. Por isso:

VOTAR NO PS É UM IMPERATIVO DE ESQUERDA!

Isto é uma sondagem. Só domingo saberemos, mas o PS continua a subir!

Setembro 24, 2009

Legislativas. Marktest, 18-21 Set., N=811, Tel.

PS: 40%

PSD: 31,6%

BE: 9,2%

CDS-PP: 8,2%

CDU: 7,2%

OBN: 3,8%

Entre 811, terá havido 37% de “indecisos”, o que na Marktest, julgo saber, são pessoas que não quiserem responder ou disseram não saber em quem votariam. Aqui (dado que fontes diferentes dão resultados ligeiramente diferente, é natural que haja ligeiras mudanças neste post amanhã).

Fonte: Margem de Erro

Para descontrair do Stresse das eleições leia este relatório da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho:

Setembro 23, 2009

http://osha.europa.eu/en/publications/reports/TE-81-08-478-EN-C_OSH_in_figures_stress_at_work/cover_image

O stresse é o segundo problema de saúde relacionado com o trabalho notificado com mais frequência, afectando 22% dos trabalhadores da UE 27. Há estudos que o apontam como factor responsável por entre 50% e 60% do total de dias de trabalho perdidos. Isto representa um enorme custo, tanto em termos de sofrimento humano como de deficiente desempenho económico.

Leia o novo relatório sobre o stresse relacionado com o trabalho, baseado em estatísticas internacionais e nacionais.

Leia mais sobre o stresse no trabalho

Comício do PS no Porto

Setembro 21, 2009

 
https://i0.wp.com/www.socrates2009.pt/App_Themes/PSMovimento2009/images/header.jpg

Veja aqui
um video sobre o Comício do PS no Porto.

Sondagem sobre a Maia

Setembro 19, 2009

De fonte fidedigna, mas não declarável, a entrevista telefónica, a uma amostra 200 contactos telefónicos.

Freguesias: O PS ganhará em Águas Santas, Gondim, Gueifães e Milheirós. Provávelmente em Barca e Gemunde. Todas as outras estarão nas mãos do PSD. Pinho Gonçalves sai vencedor com cerca de 70% dos votos, seguido pela CDU e depois pelo PS.

Câmara Municipal: Vencedor com quase 50% dos votos o PSD, seguido pelo PS e CDU e Bloco de Esquerda, estes quase empatados.

Mais notícias serão dadas quando for possivel.

Sócrates domingo no Porto: discurso explosivo!

Setembro 18, 2009

https://i1.wp.com/www.socrates2009.pt/Conteudos/DestaquesBarraDireita/Transmissao_Comicio_POR_1.aspx

Porto, Praça D. João I

Nova Sondagem: PS no arranque final!

Setembro 18, 2009
LEGISLATIVAS. EUROSONDAGEM. 13-16 SET. PRES.

PS 34,9% +1,3 ……………….88/96 deputados
PSD 31,6% -0,9 ……………..80/87 deputados
BE 9,6% …………………..18/20 deputados
CDU 8,4% -1……………….. 15 deputados
CDS 8,4% +0,4 ………………..15/17 deputados

Sondagem Legislativas: PS foge ao PSD

Setembro 18, 2009

Legislativas. Aximage, 14-17 Setembro, N=753, Tel.

Resultados com indecisos:
PS: 36,1%
PSD: 29,7%
BE: 10%
CDS-PP: 7,6%
CDU: 7,5%
OBN: 4,8%
Indecisos: 4,3%
Abstenção: 35,7%

Se tratarmos os indecisos como abstencionistas (o que não é feito na sondagem, mas apenas aqui, para tornarmos os resultados das sondagens comparáveis), ficamos com:

PS: 37,7%
PSD: 31,0%
BE: 10,4%
CDS-PP: 7,9%
CDU: 7,8%
OBN: 5,0%

Transcrito de Margens de Erro

Sondagem Universidade Católica: PS Sobe!

Setembro 17, 2009

https://i2.wp.com/jn.sapo.pt/storage/ng1192796.jpg

Manuela Moura Guedes e TVI de José Niza

Setembro 17, 2009

“Fui director de programas da RTP e depois seu administrador. E garanto-vos que, se alguma vez algum apresentador ou jornalista desse uma entrevista a chamar-me “estúpido”, a primeira coisa que aconteceria seria o cancelamento imediato do seu programa, independentemente de haver ou não eleições em curso. Por isso me parece incompreensível que, embora rios de tinta já se tenham escrito sobre o cancelamento do jornal nacional que Manuela Moura Guedes (MMG) apresentava na TVI, todos os analistas e comentadores tenham ignorado a explosiva e provocatória entrevista que MMG deu ao Diário de Notícias dias antes de a administração da TVI lhe ter acabado com o programa. Em meu entender essa entrevista, realizada com antecedência para ser publicada no dia do regresso de MMG com o seu jornal nacional, foi a gota de água que precipitou a decisão da TVI. É que, o seu conteúdo, de tão explosivo e provocatório que era, começou a ser divulgado dias antes. E se chegou ao meu conhecimento, mais cedo terá chegado à administração da TVI. Nessa entrevista MMG chama “estúpidos” aos seus superiores. Aliás, as palavras “estúpidos” e “estupidez” aparecem várias vezes sempre que MMG se refere à administração. É um documento que merece ser analisado, não somente do ângulo jornalístico, mas sobretudo do ponto de vista comportamental. É uma entrevista de uma pessoa claramente perturbada, convicta de que é a maior (“Eu sou a Manuela Moura Guedes”!) e que se sente perseguida por toda a gente. (Em psiquiatria esse tipo de fenómenos são conhecidos por “ideias delirantes”, de grandeza ou de perseguição). MMG diz-se perseguida pela administração da TVI; afirma que os accionistas da PRISA são “ignorantes”; considera-se “um alvo a abater”; acusa José Alberto de Carvalho, José Rodrigues dos Santos e Judite de Sousa de fazerem “fretes ao governo” e de serem “cobardes”; acusa o Sindicato dos Jornalistas de pessoas que “nunca fizeram a ponta de um corno na vida”; diz que o programa da RTP 2, Clube de Jornalistas, é uma “porcaria”; provoca a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social); arrasa Miguel Sousa Tavares e Pacheco Pereira, etc. E quando o entrevistador lhe pergunta se um pivô de telejornal não deve ser “imparcial”, “equidistante”, “ponderado”, ela responde: “Então metam lá uma boneca insuflável”! Como é que a uma pessoa que assim “pensa” e assim se comporta, pode ser dado tempo de antena em qualquer televisão minimamente responsável? Ao contrário do que alguns pretendem fazer crer – e como sublinhou Mário Soares – esta questão não tem nada a ver com liberdade de imprensa ou com a falta dela. Trata-se, simplesmente, de um acto e de uma imperativa decisão administrativa, e de bom senso democrático. Como é que alguém, ou algum programa, a coberto da liberdade de imprensa, pode impunemente acusar, sem provas, pessoas inocentes? É que a liberdade de imprensa não é um valor absoluto, tem os seus limites, implica também responsabilidades. E quando se pisa esse risco, está tudo caldeirado. Há, no entanto, uma coisa que falta: uma explicação totalmente clara e convincente por parte da administração da TVI, que ainda não foi dada. Vale também a pena considerar os posicionamentos político-partidários de MMG e do seu marido. J. E. Moniz tem, desde Mário Soares, um ódio visceral ao PS. Sei do que falo. MMG foi deputada do CDS na AR.Até aqui, nada de especialmente especial. O que já não está bem – e é criminoso – é que ambos se sirvam de um telejornal para impunemente acusarem pessoas inocentes, sem quaisquer provas, instilando insinuações e induzindo suspeições. Ainda mais reles é o miserável aproveitamento partidário que, a começar no PSD e em M. F. Leite, e a acabar em Louçã e no BE, está a ser feito. Estes líderes políticos, tal como Paulo Portas e Jerónimo de Sousa, sabem muito bem, que nem Sócrates nem o governo tiveram qualquer influência no caso TVI. Eles sabem isto. Mas Salazar dizia: “O que parece, é”! E eles aprenderam. – 1984. Eu era, então, administrador da RTP. Um dia a minha secretária disse-me que uma das apresentadoras tinha urgência em falar comigo: – “Venho pedir-lhe se me deixa ir para a informação, quero ser jornalista”! Perguntei-lhe se tinha algum curso de jornalismo. Não tinha. Perguntei-lhe se, ao menos, tinha alguma experiência jornalística, num jornal, numa rádio… Não tinha. “O que eu quero é ser jornalista”! Percebi que estava perante uma pessoa tão determinada quanto ignorante. E disse-lhe: “Vá falar com o director de informação; se ele a aceitar, eu passo-lhe a guia de marcha e deixo-a ir”. A magricelas conseguiu. Dias depois, na primeira entrevista que fez – no caso, ao presidente do Sporting, João Rocha – a peixeirada foi tão grande que ficou de castigo e sem microfone uma data de tempo. P.S. A jovem apresentadora chamava-se Manuela Moura Guedes. E se eu soubesse o que sei hoje… Ribatejo – Portugal Fui director de programas da RTP e depois seu administrador. E garanto-vos que, se alguma vez algum apresentador ou jornalista desse uma entrevista a chamar-me “estúpido”, a primeira coisa que aconteceria seria o cancelamento imediato do seu programa, independentemente de haver ou não eleições em curso. Por isso me parece incompreensível que, embora rios de tinta já se tenham escrito sobre o cancelamento do jornal nacional que Manuela Moura Guedes (MMG) apresentava na TVI, todos os analistas e comentadores tenham ignorado a explosiva e provocatória entrevista que MMG deu ao Diário de Notícias dias antes de a administração da TVI lhe ter acabado com o programa. Em meu entender essa entrevista, realizada com antecedência para ser publicada no dia do regresso de MMG com o seu jornal nacional, foi a gota de água que precipitou a decisão da TVI. É que, o seu conteúdo, de tão explosivo e provocatório que era, começou a ser divulgado dias antes. E se chegou ao meu conhecimento, mais cedo terá chegado à administração da TVI. Nessa entrevista MMG chama “estúpidos” aos seus superiores. Aliás, as palavras “estúpidos” e “estupidez” aparecem várias vezes sempre que MMG se refere à administração. É um documento que merece ser analisado, não somente do ângulo jornalístico, mas sobretudo do ponto de vista comportamental. É uma entrevista de uma pessoa claramente perturbada, convicta de que é a maior (“Eu sou a Manuela Moura Guedes”!) e que se sente perseguida por toda a gente. (Em psiquiatria esse tipo de fenómenos são conhecidos por “ideias delirantes”, de grandeza ou de perseguição). MMG diz-se perseguida pela administração da TVI; afirma que os accionistas da PRISA são “ignorantes”; considera-se “um alvo a abater”; acusa José Alberto de Carvalho, José Rodrigues dos Santos e Judite de Sousa de fazerem “fretes ao governo” e de serem “cobardes”; acusa o Sindicato dos Jornalistas de pessoas que “nunca fizeram a ponta de um corno na vida”; diz que o programa da RTP 2, Clube de Jornalistas, é uma “porcaria”; provoca a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social); arrasa Miguel Sousa Tavares e Pacheco Pereira, etc. E quando o entrevistador lhe pergunta se um pivô de telejornal não deve ser “imparcial”, “equidistante”, “ponderado”, ela responde: “Então metam lá uma boneca insuflável”! Como é que a uma pessoa que assim “pensa” e assim se comporta, pode ser dado tempo de antena em qualquer televisão minimamente responsável? Ao contrário do que alguns pretendem fazer crer – e como sublinhou Mário Soares – esta questão não tem nada a ver com liberdade de imprensa ou com a falta dela. Trata-se, simplesmente, de um acto e de uma imperativa decisão administrativa, e de bom senso democrático. Como é que alguém, ou algum programa, a coberto da liberdade de imprensa, pode impunemente acusar, sem provas, pessoas inocentes? É que a liberdade de imprensa não é um valor absoluto, tem os seus limites, implica também responsabilidades. E quando se pisa esse risco, está tudo caldeirado. Há, no entanto, uma coisa que falta: uma explicação totalmente clara e convincente por parte da administração da TVI, que ainda não foi dada. Vale também a pena considerar os posicionamentos político-partidários de MMG e do seu marido. J. E. Moniz tem, desde Mário Soares, um ódio visceral ao PS. Sei do que falo. MMG foi deputada do CDS na AR.Até aqui, nada de especialmente especial. O que já não está bem – e é criminoso – é que ambos se sirvam de um telejornal para impunemente acusarem pessoas inocentes, sem quaisquer provas, instilando insinuações e induzindo suspeições. Ainda mais reles é o miserável aproveitamento partidário que, a começar no PSD e em M. F. Leite, e a acabar em Louçã e no BE, está a ser feito. Estes líderes políticos, tal como Paulo Portas e Jerónimo de Sousa, sabem muito bem, que nem Sócrates nem o governo tiveram qualquer influência no caso TVI. Eles sabem isto. Mas Salazar dizia: “O que parece, é”! E eles aprenderam. – 1984. Eu era, então, administrador da RTP. Um dia a minha secretária disse-me que uma das apresentadoras tinha urgência em falar comigo: – “Venho pedir-lhe se me deixa ir para a informação, quero ser jornalista”! Perguntei-lhe se tinha algum curso de jornalismo. Não tinha. Perguntei-lhe se, ao menos, tinha alguma experiência jornalística, num jornal, numa rádio… Não tinha. “O que eu quero é ser jornalista”! Percebi que estava perante uma pessoa tão determinada quanto ignorante. E disse-lhe: “Vá falar com o director de informação; se ele a aceitar, eu passo-lhe a guia de marcha e deixo-a ir”. A magricelas conseguiu. Dias depois, na primeira entrevista que fez – no caso, ao presidente do Sporting, João Rocha – a peixeirada foi tão grande que ficou de castigo e sem microfone uma data de tempo. P.S. A jovem apresentadora chamava-se Manuela Moura Guedes. E se eu soubesse o que sei hoje… Ribatejo – Portugal”