Archive for Janeiro, 2009

Viva a República! Viva o dia 31 de Janeiro!

Janeiro 31, 2009

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acordo mundial sobre o clima

Janeiro 29, 2009

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Em antecipação das negociações internacionais sobre o clima, a Comissão define a sua posição num documento político (AQUI) segundo o qual os custos associados à luta contra o aquecimento global irão provavelmente disparar nos próximos anos, devendo atingir 175 mil milhões de euros por ano a nível mundial em 2020. Mais de metade deste montante corresponde às necessidades de países em desenvolvimento, como a China e a Índia.

A UE e outras potências económicas devem ajudar a custear as despesas associadas à redução dos gases com efeito de estufa emitidos pelos países em desenvolvimento.

O referido documento apresenta várias opções para reforçar o financiamento internacional e insta os países a contribuírem consoante o seu rendimento e nível de emissões. Outra opção será a de leiloar certos direitos de emissões no mercado do carbono.

Como contrapartida, todos os países em desenvolvimento, excepto os mais pobres, deverão limitar o aumento das emissões, adoptando estratégias de desenvolvimento que permitam reduzir os gases com efeito de estufa. Estas estratégias devem incluir medidas para limitar a desflorestação tropical, dado que as árvores e as plantas absorvem o dióxido de carbono.

A UE já tomou medidas ambiciosas (AQUI) para lutar contra as alterações climáticas, nomeadamente para reduzir as emissões. Tenciona agora colher os frutos destas medidas nas negociações de Copenhaga que terão lugar em Dezembro. As Nações Unidas organizam esta conferência com vista a garantir um novo compromisso mais ambicioso a nível mundial para fazer face às alterações climáticas. O Tratado em vigor, o Protocolo de Quioto, expira no final de 2012.

A UE insistirá junto dos países em desenvolvimento para que assumam o compromisso de reduzir globalmente em 30% as emissões de gases com efeito de estufa até 2012 (em comparação com os níveis de 1990). A contribuição poderá variar de país para país, dependendo do respectivo rendimento, população, nível de emissões e de esforços realizados no passado para reduzir as emissões. O cumprimento deste compromisso será acompanhado de perto.

A Comissão prevê um papel de relevo para o comércio de emissões e procurará criar um mercado do carbono a nível mundial. Um número crescente de países, nomeadamente os Estados Unidos, a Nova Zelândia e a Austrália, tencionam introduzir regimes semelhantes ao do mercado do carbono da UE criado em 2005. Ao abrigo deste regime, são estabelecidos limites para as emissões globais de CO2, mas as empresas podem comprar e vender direitos de emissões entre si.

Dado que não é possível travar totalmente as alterações climáticas, o acordo de Copenhaga deverá prever um enquadramento que ajude os países na fase de adaptação e apoie os países mais pobres e vulneráveis a condições meteorológicas extremas, como períodos de seca, tempestades e inundações.

As propostas da Comissão, apresentadas a 28 de Janeiro, serão discutidas pelos dirigentes e legisladores europeus nos próximos meses.

Agência Internacional para as Energias Renováveis

Janeiro 28, 2009

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75 estados fundaram, no dia 26 deste mês, a Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA), em Bona, na Alemanha.

 

Desde os anos 90 que a Eurosolar e a WCRE têm vindo a promover de forma contínua a IRENA. O governo alemão iniciou o processo que levou agora à fundação da agência. Quase 400 representantes de 120 países, entre os quais 43 ministros, fizeram parte da conferência fundadora.

 

De acordo com Hermann Scheer, presidente da Eurosolar, «a IRENA irá impulsionar a utilização global de energias renováveis e acelerar a sua introdução. Agora esta agência poderá começar o seu trabalho sem atrasos e criar as primeiras estruturas. Depois de 19 anos de preparação não podemos perder mais tempo».

 

Ao longo das duas últimas décadas, Hermann Scheer lutou constantemente pela criação de uma instituição política, sob a forma de uma organização governamental internacional para a energia renovável. «A IRENA irá proporcionar aconselhamento e apoio tanto para países industrializados, como para países em desenvolvimento, de modo a facultar uma rápida introdução das energias renováveis. Para além disso, irá oferecer aconselhamento político, de forma prática e concreta, acelerar a transferência de tecnologia e facilitar o acesso aos mecanismos de financiamento», afirma Scheer.

 

O governo alemão convidou todos os Estados-membros das Nações Unidas para a conferência fundadora, em Bona. Entre os 75 estados fundadores encontram-se Espanha, Portugal, Dinamarca, França, Turquia, os Emirados Árabes Unidos, os países Escandinavos, o Egipto, a Índia, o Chile, a Colômbia, a Nigéria e o Quénia.

 

Portal “Ambiente online”

Caso Freeport visto por Freitas do Amaral

Janeiro 28, 2009

«Do ponto de vista do direito administrativo, não encontro nada que possa ser considerado ilegal, a menos que a partir de amanhã surjam dados novos que não conheço», disse, acrescentando que, quanto ao aspecto criminal, não existem provas.

Em declarações à SIC Notícias, Freitas do Amaral estranhou que um projecto que passou pelas mãos de diversos partidos esteja agora a ser usado contra o primeiro-ministro, José Sócrates.

O antigo governante afirmou que «o decreto-lei, que tem sido apontado como a grande causa de culpabilidade de José Sócrates, foi promulgado pelo Presidente da República» Jorge Sampaio e «referendado pelo primeiro-ministro Durão Barroso».

«Isto significa que a teoria de que o decreto-lei foi feito por causa de umas “luvas” não tem qualquer fundamento, a não ser que me venham provar que o Dr. Durão Barroso também recebeu “luvas”, bem como o Dr. Sampaio. Parece-me que estamos a cair num grande exagero», disse.

Freitas do Amaral mostrou-se ainda convencido de que está a ser montada uma campanha de raiva, num clima de medo com as eleições à vista.

O antigo chefe da diplomacia portuguesa frisou que, até agora, houve «muito nervosismo», o que «deixa fica mal as pessoas que estão a fazer esse jogo de lançar suspeitas e acusações, num estado de desespero e de raiva».

«Serão pessoas que estão com medo de perder as eleições?», questionou

Vivo num país onde AMAR É CRIME

Janeiro 28, 2009

Adelina Lagarto, a mulher que criou a menor Esmeralda Porto, foi condenada hoje a dois anos de prisão, com pena suspensa, pelo crime de subtracção de menor.

JUSTIÇA CEGA.

JUSTIÇA CEGA.

JUSTIÇA CEGA!

Noticias da Europa

Janeiro 27, 2009

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Em 2003, os ministros da saúde da UE aconselharam os governos a lançar programas de rastreio em larga escala das pessoas que apresentem um risco elevado de virem a sofrer de cancro devido a factores genéricos do tipo idade e sexo. Apenas vinte e dois países realizam sistematicamente despistagens do cancro da mama, quinze do colo do útero e doze do cancro colorectal. Estes tipos de cancro, mais comuns, podem frequentemente ser detectados numa fase inicial através de determinados procedimentos relativamente simples, tais como o teste de Papanicolaou ou as mamografias.

Os ministros recomendaram que fossem realizados cerca de 125 milhões de exames por ano a pessoas pertencentes a grupos de risco. Todavia, um recente estudo da UE revela que apenas são realizados cerca de 51 milhões de exames de despistagem, ou seja, 41% do número que seria de desejar. Desses, menos de metade são realizados da forma recomendada.

No seu conjunto, os cancros da mama, colorectal e do colo do útero são a causa de 1/3 das mortes por cancro das mulheres. No caso dos homens, 11% das mortes por cancro são causadas pelo cancro colorectal. Com a população europeia a envelhecer, essas taxas deverão aumentar se não forem tomadas medidas preventivas adequadas.

O cancro, diagnosticado em 3,2 milhões dos 500 milhões de europeus, é a causa de morte mais comum a seguir às doenças cardiovasculares. O cancro da mama representa cerca de 30% dos casos de cancro das mulheres da UE, bastante mais do que o cancro colorectal e do cancro do colo do útero, que representam, respectivamente, 13% e 3%. Por sua vez, o cancro colorectal representa 13% dos casos de cancro dos homens.

A prevalência dos casos de cancro na UE é bastante heterogénea. A Bélgica tem a taxa de cancro da mama mais elevada, mas é a Dinamarca que detém a taxa de mortalidade mais elevada. A Roménia é o país da UE com menor incidência e a Espanha o país com a taxa de mortalidade por cancro inferior.

Estranha democracia a do PCP

Janeiro 27, 2009

O presidente da Câmara Municipal de Sines, Manuel Coelho, anunciou hoje a sua desvinculação do PCP, alegando “recriminações e acusações” do partido relativamente a decisões tomadas enquanto autarca.

“Tomei a decisão de me desvincular do PCP, no qual militava há mais de 35 anos”. Porque … “Concluo que este partido está impregnado de um conjunto de características típicas de organizações dogmáticas, com disciplina de caserna, que o tornam uma organização estalinizada, com práticas reaccionárias, envolvidas de um discurso pretensamente progressista, mas, de facto, retrógrado“, acusou.

 

Também há alguns dias quatro dirigentes do Sindicato dos Professores do Norte (SPN) demitiram-se do PCP, acusando o partido de se imiscuir na vida interna da estrutura sindical.

Os professores acusam membros do PCP de «perseguição» dentro do sindicato. «Era militante, pagava as quotas, sou dirigente sindical, mas há dois anos que o PCP não me convocava para qualquer tipo de reunião», finaliza Júlia Vale.

 

Se eles que conhecem a organização do partido por dentro o dizem, quem sou eu para negar.

Profunda angústia

Janeiro 27, 2009

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Nicolau Santos in Economista Poeta

Janeiro 26, 2009

O caso Freeport, qualquer que seja o seu desfecho, reacende-se num momento em que o que Portugal menos precisava era ter um primeiro-ministro obrigado a canalizar parte das suas energias para outro assunto que não o combate à violenta crise internacional, que também está a atingir dramaticamente o país.

Dito isto, que é uma verdade para qualquer Governo e qualquer primeiro-ministro no actual quadro que se vive, analisemos então alguns aspectos deste momentoso caso.

1) A construção do Freeport foi autorizada muito rapidamente? Não, não foi. Foi chumbada uma primeira vez em Junho de 2000 pelo Ministério do Ambiente, por não cumprir os regulamentos previstos na lei. E voltou a ser chumbada entre Maio e Dezembro de 2001. Quem era o ministro nos dois casos? José Sócrates. Surpreendente, não?

2) Enquanto foi ministro do Ambiente, Sócrates não poupou nos chumbos a projectos emblemáticos que violavam normas ambientais: um na Lagoa da Vela, outro na praia do Meco, um outro na costa alentejana… E exonerou mesmo um vice-presidente do Instituto da Conservação da Natureza, José Manuel Marques, por ter licenciado um empreendimento no Abano contra indicações superiores (ver texto de Pedro Almeida Vieira, o jornalista que mais sabe de Ambiente em Portugal, publicado no Público de 25.1.2008)

3) Suspeita-se da celeridade com que foi aprovado o projecto. Ora, ponto a), como se viu o projecto já tinha sido apreciado duas vezes pelo Ministério do Ambiente, pelo que a sua avaliação se tornava mais fácil, incidindo sobretudo nos aspectos que teriam de ser corrigidos para poder ser aprovado; e, ponto b) em que Governo anterior é que não houve aprovação acelerada de numerosos projectos em final de legislatura (volto a Pedro Almeida Vieira, que relembra Cavaco Silva, cujo Governo aprovou três projectos no Algarve, e Pedro Santana Lopes, que aprovou o projecto Portucale).

4) Mas só foi aprovado o projecto Freeport? Não, nesse período do final do Governo de António Guterres foram aprovadas mais de uma dezena de declarações de impacto ambiental (Rui Gonçalves, ex-secretário de Estado do Ambiente, dixit), que acrescenta: o processo do Freeport estava a ser analisado há muito tempo, as exigências feitas pelo Ministério do Ambiente para dar parecer positivo tinham sido acatadas, pelo que não havia nenhum motivo para se adiar a decisão. Lógico, não?

5) Só que o grupo Carlyle, que comprou o Freeport Internacional, descobriu que há quatro milhões transferidos para Portugal e que não se sabe onde foram parar. Pois, isso – que é obviamente o factor decisivo para desembrulhar esta meada – será a polícia a determinar, nomeadamente a quem pertencem as off-shores por onde o dinheiro terá passado. Mas cheira-me que José Sócrates não está ligado a nenhuma.

6) Ah, mas Sócrates reuniu-se com Charles Smith, o homem que supostamente pagou as luvas. Reuniu? Bem, o próprio Smith diz que nunca esteve em nenhuma reunião com Sócrates. Na reunião que houve entre o Ministério do Ambiente e a Câmara de Alcochete também estiveram representantes do outlet, mas não Charles Smith.

7) Bom, mas o tio de Sócrates disse que telefonou ao sobrinho a pedir-lhe para receber Smith. Para além do tio de Sócrates parecer completamente tonto, não conseguindo articular uma frase com princípio, meio e fim, queixa-se amargamente do tal Smith nem sequer lhe ter agradecido a diligência (que não a reunião, porque até agora ninguém confirmou que se tenha realizado um encontro entre Smith e Sócrates).

8) Ah, mas o primo de Sócrates enviou um mail à Smith & Pedro, intermediária do negócio, a pedir que se lembrasse da agência de publicidade da família como recompensa pelo facto de ter proporcionado um encontro entre os representantes do outlet e José Sócrates. E isso prova o quê? Para já, prova que Sócrates tem familiares que se tentaram aproveitar do seu nome em benefício próprio – e absolutamente mais nada. E infelizmente os familiares não se escolhem. Existem.

9) Sim, mas a questão é que houve uma alteração à Zona de Protecção Especial para permitir que o projecto avançasse – e a Quercus, sempre atenta e fundamentalista, enviou a queixa para Bruxelas, fazendo o seu dirigente, Fernando Ferreira, mais umas quantas declarações cheias de verdades absolutas por estes dias. Acontece que, espanto dos espantos, a Comissão Europeia arquivou a queixa da Quercus em Dezembro de 2005 porque, após as medidas de minimização do impacto ambiental, o projecto “não envolvia perturbação significativa” para as aves selvagens da Zona de Protecção Especial.

10) Finalmente, já andamos todos nisto há muitos anos para constatar que, por muito que os senhores magistrados do Ministério Público se sintam ofendidos, há processos que têm uma lamentável tendência para emergir em períodos eleitorais, fontes que furam o segredo judicial e fazem sair informação a conta-gotas, entrevistas feitas por jornalistas que ficam a marinar no congelador durante dez dias, etc, etc. Os objectivos são óbvios. É por isso que José Sócrates deve ser o político em Portugal contra o qual mais casos, no final sempre inconclusivos, têm aparecido na comunicação social: a suspeita de homossexualidade, os projectos de casas que assinou na Guarda, o curso na Universidade Independente e agora o Freeport. Não deve ser por acaso.

Aproveitando o Ano Europeu da Criatividade e Inovação UE melhora o seu desempenho na investigação.

Janeiro 25, 2009

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De acordo com um estudo da UE, o desempenho da Europa em termos de inovação está a aproximar-se dos seus principais rivais económicos, os EUA e o Japão.

A Suíça está na vanguarda da inovação, seguida da Suécia, Finlândia, Alemanha, Dinamarca e Reino Unido. Estes seis países estão bastante mais bem classificados do que os outros países da Europa e do que a UE no seu todo. Os Estados-Membros mais recentes, em especial Chipre, Roménia e Bulgária, encontram-se entre os que mais melhoraram neste domínio, embora continuem a ter um desempenho inferior à média da UE.

As tendências são definidas no Painel Europeu da Inovação de 2008. Com base em dados anteriores à crise financeira, este estudo utiliza 29 indicadores para avaliar o nível de inovação dos vários países, um factor determinante para o crescimento económico e a resolução de desafios como o das alterações climáticas. Os indicadores incluem a popularidade dos cursos científicos e técnicos, o número de patentes, a despesa com a investigação e desenvolvimento (I&D), a disponibilidade de capital de risco para as novas empresas e o volume das exportações de alta tecnologia.

A situação na UE evoluiu muito nos últimos cinco anos. Embora continue atrás dos EUA e do Japão, a distância que a separa destes países está a diminuir, com os EUA a progredir mais lentamente. A UE também está relativamente bem colocada no que se refere a economias emergentes como a China, o Brasil ou a Índia.

Continuam, todavia, a existir pontos fracos. A UE mantém-se atrás dos EUA em termos de investimento das empresas e do Japão no que se refere à penetração da inovação na I&D e nas tecnologias da informação. As empresas da UE também gastam menos em inovação não tecnológica, por exemplo formação, design e marketing, que são factores importantes para manter a competitividade.

O estudo foi publicado em paralelo com um relatório sobre a evolução do investimento em I&D na UE e os esforços para criar um espaço europeu da investigação. A reserva de investigadores da Europa está a aumentar, bem como o seu poder de atracção de investigadores estrangeiros e investimentos privados em I&D provenientes dos EUA. Mas o relatório também revela que a despesa com a I&D estagnou em 1,84 % do PIB, bem abaixo da meta dos 3 % desejáveis para a UE.

O PS nas autárquicas do Distrito do Porto: perdas irreparáveis!

Janeiro 24, 2009

Pelos nomes dos candidatos que vão saindo, incluindo o da Maia, excluindo Elisa Ferreira no Porto, por mais que nos esforçemos vai ser uma derrota histórica.

Bem podemos esforçar-nos, que não vale a pena. Apoiarei os candidatos do PS, vou esforçar-me, embora sabendo que a derrora vai ser muito dura.

Artigo de opinião no Primeira Mão

Janeiro 23, 2009


INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE

A sustentabilidade começa a dar nas vistas, diríamos na “moda”, e por isso tantas e tantas coisas se vão fazendo em seu nome, mas de substantivo pouco possuem; até existem concelhos, como a Maia, por exemplo, com Conselhos de Sustentabilidade, muito pouco sustentáveis, quer pela sua composição, quer pelo conhecimento do que se trata. Falar em “cidades sustentáveis” ou “cidades saudáveis”, referem-se a conceitos diferentes, embora complementares, mas que traduzidos assim ao “molhe”, dá asneira. É como a “sustentabilidade” ou o “sustentável” tão nas antípodas de um e outro, mas que facilmente os políticos das nossas praças misturam, para nada dizerem. O mesmo se dirá quando se pretende a implementação da sustentabilidade, coronário de todo o sistema moderno de participação activa e participativa da cidadania, como das capacidades criativas e inovadoras do que há a fazer, para a transformação dos organismos, das cidades, países e cosmos. Não alinhar por este diapasão e florir com reuniões semestrais, para mostrar aos transeuntes, que aquilo que é deles, é decidido por outros, forja uma incapacidade de incompreensão qualitativa e cultural dos caminhos que levam os povos à justiça, ao progresso e à paz. Por isso, tudo o que contribuir para uma cultura andragógica permanente, é a sementeira do diálogo, do incremento da democracia, na diversidade de opiniões, e que se traduzem, necessariamente, em pactos viáveis e aliviadores de cargas sociais, estas sim promíscuas ao entendimento entre as pessoas e os povos, e geradoras de lutas de contrários, quando no nosso mundo o “contrário” deve e tem de ser, o entendimento e as lutas capacitadoras da “cidade” onde valha a pena viver. A desilusão vai-se instalando entre as pessoas, e a cidadania abandonada, mercê de uns tantos, nomeadamente políticos que se profissionalizaram, ou pretendem fazê-lo, nos corredores da maledicência, transportando os valores fundamentais da igualdade e fraternidade humanas para as calendas dos lugares que pretendem assegurar, a troco de entrar num jogo viciado, e, por isso, abandonado pelas mulheres e homens de boa-vontade, que ou se sentam por já não terem forças, ou são vozes a pregar num deserto tão comum hoje, de tal forma que são tomados por tolos, dado serem cordeiros, na boca dos lobos que uivam pelas serras.

Mas isto tudo para dizer que terão de existir relações mais estreitas entre os resultados da monitorização da sustentabilidade, e as respostas políticas dos decisores, quando a boa governação existe. Entende-se por boa governação força daqueles que gerindo, o fazem transparentemente e assentam as decisões no querer colectivo, das participações não dúbias dos cidadãos. Assim o que suporta a monitorização do estado da sustentabilidade é a melhoria da qualidade das decisões em gestão dessa sustentabilidade. E por isso mesmo surgem os indicadores que permitem ser “um instrumento fundamental no contexto da avaliação do desempenho da sustentabilidade, ao nível dos países, das regiões, das comunidades locais, das actividades económicas, organizações públicas e privadas, políticas, missões, projectos, actividades, produtos e serviços” (in: “Sistema de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável” – Agência Portuguesa do Ambiente). O Sistema de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (SIDS) nacional dá resposta “à necessidade de avaliar o progresso do país em matéria de sustentabilidade, possibilitando estabelecer a ligação com os principais níveis de decisão estratégica – políticas, planos e programas – de âmbito nacional, regional e sectorial.”, comparando-os com os indicadores internacionais. Porque são esses que interessam mais directamente à população maiata, deixo-os no pressuposto que os “políticos-sentados-em-cadeiras” possam, porventura, pensar na sua actividade: actividades sócio-culturais, agendas 21 locais, consumo de água, consumo de electricidade produzida a partir de fontes de energia renováveis, demografia empresarial, disponibilidade hídrica, emissões de gases com efeito de estufa, envelhecimento da população, estado das águas de superfície, evolução da população, gestão ambiental e responsabilidade social, gestão de resíduos, incêndios florestais, intensidade turística, nível de educação atingido pela população jovem, ocupação e uso do solo, participação eleitoral, população abaixo do limiar da pobreza, população servida com sistemas de abastecimento de água, população servida por sistemas de drenagem e tratamento de águas residuais, produção de resíduos, produtividade do trabalho, produto interno bruto, profissionais de saúde, qualidade de água em zonas balneares, qualidade do ar, solo afectado pela desertificação, taxa de desemprego, taxa de emprego e utilização das tecnologias da informação e da comunicação.

Joaquim Armindo

Membro da Comissão Política do PS da Maia

saúde mental e o bem-estar das crianças e dos jovens

Janeiro 22, 2009

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Um novo inquérito Eurobarómetro Flash sobre a saúde mental e o bem-estar das crianças e dos jovens analisa a percepção dos pais sobre a saúde mental e o bem-estar dos seus filhos nos 27 países da União Europeia.

 

Leia AQUI

Decisão de Obama abre caminho para fim de Guantánamo

Janeiro 21, 2009

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Juízes responsáveis por julgamentos militares na base americana de Guantánamo, em Cuba, confirmaram nesta quarta-feira a suspensão por 120 dias das audiências dos processos contra seis réus mantidos na prisão – cinco deles acusados de envolvimento nos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

Os juízes acataram a solicitação do novo presidente americano, Barack Obama, que havia ordenado que os promotores pedissem a paralisação de todos os processos militares contra réus de Guantánamo.

Entre os réus cujas audiências foram suspensas está Khalid Sheikh Mohammed, acusado de ser um dos principais responsáveis por planejar os ataques do 11 de Setembro.

A suspensão dos julgamentos militares em Guantánamo foi interpretada como o mais claro sinal de que Obama pretende cumprir sua promessa de campanha de fechar a prisão, alvo de críticas de ativistas de direitos humanos

Más noticias da Europa

Janeiro 20, 2009

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A Comissão Europeia estima que o crescimento económico desceu para cerca de 1% em 2008 quer na UE quer na zona euro, depois de ter registado pouco menos de 3% em 2007. De acordo com as últimas previsões, o PIB real sofrerá uma diminuição de quase 2% em 2009, antes de voltar a aumentar cerca de 0,5% em 2010. Estes números são inferiores aos das previsões do Outono.

Prevê-se um aumento do desemprego para este ano, devendo a UE perder cerca de 3,5 milhões de postos de trabalho. A taxa de desemprego da UE deverá aumentar para 8,75% (9,25% na zona euro) em 2009, tendência que se deverá acentuar em 2010.

As finanças públicas também serão afectadas. O défice nominal dos países da UE (uma medida indicativa da insuficiência orçamental) deverá aumentar para mais do dobro este ano, passando de 2% do PIB para 4,5% em 2009 (de cerca de 1,75% para 4% na zona euro). Em consequência disso, prevê-se que vários países da UE registem um défice superior ao limite de 3% do PIB. Em 2010, também se deverá continuar a assistir a um agravamento das perspectivas orçamentais.

Por outro lado, as pressões inflacionistas estão a desagravar-se rapidamente devido a uma diminuição dos preços dos produtos de base. A inflação a nível dos preços no consumidor deverá agora diminuir de 3,7% em 2008 na UE (3,3% na zona euro) para cerca de 1% em 2009 e registar pouco menos de 2% em 2010 (quer na UE quer na zona euro).

A Comissão Europeia costuma publicar previsões económicas quatro vezes por ano, umas mais completas na Primavera e no Outono e outras menos abrangentes (as denominadas previsões intercalares) em Fevereiro e Setembro. Mas, atendendo à gravidade da actual recessão económica, as actuais previsões intercalares foram alargadas por forma a abranger todos os países da UE, incluir mais variáveis do que é habitual e cobrir os próximos dois anos. As próximas previsões completas deverão ser conhecidas a 4 de Maio de 2009.

Obama: será o sonho de Luther King?

Janeiro 20, 2009

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Martin Luther King tinha um sonho, de que os homens e as mulheres, negros e brancos, fossem companheiros de viagem. Ele não tinha o sonho do poder, e muito menos que um negro fosse o Presidente.

A grande pregunta que se faz é se Obama, compreende o sonho de Martin Luther King.

Segurança com um sorriso – o NAPO enfrenta os riscos no local de trabalho e mostra as boas práticas

Janeiro 19, 2009

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No seu sítio Web, a famosa personagem de animação NAPO enfrenta os riscos do local de trabalho e mostra – numa linguagem universal – como lidar com lesões músculo-esqueléticas e com o ruído, dá conselhos aos jovens trabalhadores, aos trabalhadores da construção civil e aos trabalhadores da limpeza, e explica a sinalização de segurança. Todas as histórias têm valor educativo e podem ser utilizadas para fomentar o debate sobre questões de saúde e segurança.

Para saber mais sobre os filmes do NAPO, consulte: www.napofilm.net

Curiosidades: Pouco sono, mais constipações

Janeiro 18, 2009

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As pessoas que dormem menos de sete horas por dia são mais propensas a constipar-se, segundo uma investigação publicada nos Archives of Internal Medicine. Têm três vezes mais probabilidades de desenvolver doenças respiratórias depois de estarem expostas ao vírus de uma constipação do que as que dormem oito horas ou mais, lê-se no artigo.


Este estudo adianta que quem dorme entre sete e oito horas durante a noite também tem as taxas mais baixas de doenças coronárias e de morte.


Sheldon Cohen, da Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh e os seus colegas estudaram, entre os anos 2000 e 2004, os hábitos de 153 mulheres e homens sãos, com uma idade média de 37 anos.


Os participantes foram entrevistados diariamente, durante um período de duas semanas e tiveram de responder sobre o número de horas que dormiam por noite, o tempo que passavam até conciliarem o sono e se se sentiam descansados pela manhã.


Depois, os participantes estiveram de quarentena e foi-lhes administradas gotas nasais com o rinovírus comum, que causa os catarros. Durante os cinco dias posteriores, os participantes informaram de todos os sinais e sintomas da doença e os cientistas recolheram amostras da mucosidade e de sangue para estudar a resposta dos anticorpos ao vírus.


A experiência demonstrou que quanto menos uma pessoa dormia mais probabilidades tinha de desenvolver uma constipação.


A possível explicação para a relação entre a falta de sono e as constipações é que “as alterações do sono podem influenciar a regulação da citocinas pro-inflamatórias, histaminas e outros reguladores de sintomas que são libertados em resposta a uma infecção”, afirmam os autores do estudo.

Na Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

Janeiro 18, 2009

A UNIDADE DOS CRISTÃOS

“Para que se unam e se tornem um só na Tua mão”, é este versículo do livro Ezequiel 37,17, o tema central da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que tem lugar em todo o mundo, e une protestantes, anglicanos, ortodoxos e católicos, e em Portugal com expressão em confissões diversas como anglicanos, católicos, metodistas, presbiterianos, luteranos, ortodoxos. Em várias igrejas, de 18 a 25 de Janeiro, reza-se pela unidade daqueles que Jesus queria unidos, como Ele o é com o Pai. Desde 1740 que este movimento tem expressão, tendo a igreja católica desde 1966, colaborado activamente. Este ano os cristãos são chamados a reflectir sobre as suas atitudes perante as “novas e velhas divisões”, “a guerra e a violência”, “a justiça económica e a pobreza”, “a crise ecológica”, “as descriminações e os prejuízos sociais”, “a enfermidade e o sofrimento”, “o pluralismo religioso” e “a proclamação da esperança num mundo dividido”.

Sr. Empresário já ouviu falar no SIRAPA – Sistema Integrado de Registo da Agência Portuguesa do Ambiente?

Janeiro 17, 2009

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Leia aqui o Novo Guia de Utilização do SIRAPA