Archive for Novembro, 2008

A estrela da Maia

Novembro 30, 2008

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Do “Intervenção Maia”

Alterações propostas ao orçamento de estado

Novembro 30, 2008

Para quem tenha paciência e queira ficar bem informado sobre o que os partidos representados na Assembleia da República defendem em matéria de regime fiscal para as pessoas com deficiência, aqui estão as ligações às propostas de alteração apresentadas pelos partidos à proposta de Lei do Orçamento de Estado apresentada pelo Governo.

Partido Ecologista “Os Verdes”
Partido Social Democrata
Partido Socialista
Partido Comunista Português
Bloco de Esquerda

Embora com diferentes redacções, todos os partidos, excepto o Partido Socialista, defenderam a reposição dos Benefícios Fiscais. De acordo com as últimas notícias o Partido Socialista manteve-se irredutível no ataque à qualidade de vida dos trabalhadores com deficiência.

Jornalistas despedidos assinalam aniversário do jornal «O Primeiro de Janeiro»

Novembro 29, 2008

No dia 1 de Dezembro de 1868, no culminar da revolta portuense da «Janeirinha», nasceu o jornal «O Primeiro de Janeiro». Ao longo de 140 anos, o periódico foi ganhando importância, tornando-se no principal jornal de referência em Portugal, no período da ditadura salazarista.

Nascido numa revolta contra a política fiscal do Governo de Fontes Pereira de Melo, «O Primeiro de Janeiro» atravessou outros períodos conturbados, como a transição para o regime democrático, acabando por se debater com a mais grave crise da sua história, na década de 1980, quando o seu vasto património foi desbaratado. O jornal foi persistindo, na década seguinte, mas já sem o seu emblemático edifício na Rua de Santa Catarina, e sem muitos dos grandes profissionais que ajudaram a consolidar o título a nível nacional.

Foi nesta altura, no início dos anos 1990, que um empresário da indústria gráfica, de Oliveira de Azeméis, comprou a empresa detentora do jornal. Associando-se a um título que era sinónimo de prestígio, o empresário foi diversificando os seus negócios para as áreas da construção civil, águas engarrafadas, passando pela organização de espectáculos e agências de viagens. Nunca realizou, no entanto, qualquer investimento na redacção de «O Primeiro de Janeiro», que se manteve, desde 1990, na Rua Coelho Neto, no Porto, num espaço sem condições.

No início da presente década, o mesmo empresário alterou a constituição da empresa fundadora do jornal, registada em 1919, mudou-lhe o nome para Sedico – Serviços de Edição e Comunicação, SA, e transferiu a sede para Gondomar, para uma morada fictícia.

Já sob a direcção de Nassalete Miranda, e apesar do desinvestimento votado pelo empresário, o jornal foi conquistando espaço no panorama da imprensa regional do Norte, não tendo praticamente concorrentes. Todavia, no dia 31 de Julho de 2008, a directora, cumprindo ordens da administração da empresa, demitiu em bloco mais de 30 jornalistas e outros funcionários administrativos, sem uma justificação plausível, sem qualquer indemnização e com salários em atraso.

Os jornalistas despedidos, que se viram obrigados de um momento para o outro, em pleno Verão, a lutar pela sua sobrevivência, não querem agora deixar de assinalar os 140 de existência de um dos mais importantes jornais que se publica em Portugal e para o qual contribuíram, por longos períodos, com muito esforço e dedicação.

Os jornalistas despedidos de «O Primeiro de Janeiro» reúnem-se domingo, dia 30 de Novembro de 2008 num jantar comemorativo dos 140 anos do diário portuense, às 20h30, no Restaurante Mar do Norte, nº 95, Rua Mouzinho da Silveira, no Porto.

Os jornalistas despedidos de «O Primeiro de Janeiro» assinalam o aniversário do jornal, manifestando respeito pelos seus leitores, fontes, antigos trabalhadores e por todos aqueles que demonstraram solidariedade com os seus despedimentos ilegais.

Jornalistas de «O Primeiro de Janeiro» despedidos a 31 de Julho de 2008

Artigo publicado no Primeira Mão

Novembro 29, 2008

OS PARTIDOS. AS PESSOAS

“Sente-se” – eis a sentença de um presidente de um partido político, perante a ameaça de uma pessoa falar, dentro do seu legítimo direito de usar da palavra. Fiquei estupefacto perante este acontecimento. Até ali sabia da existência de influências, ou mesmo de “sindicatos de voto”, agora que numa reunião fosse mandado sentar, para se calar, mordendo, numa inacreditável visão anti-democrática a dignidade e o direito das pessoas dizerem o que sentem, parecia que não estava numa reunião dum partido do 25 de Abril, mas numa saudosa época, em que pelo cansaço se venciam moções e votações. Um partido, como todas as organizações, possui uma disciplina, que deve ser baseada em valores e direitos fundamentais da pessoa humana, porque se assim não é, esmaga o ser, o estar, a dignidade de cada ser humano, e então para quê discutir perfis a candidatos a presidentes, se não se consegue em sua “própria casa” gerir a dignidade, isto é, estabelecer que cada mulher e cada homem, devem ser livres e possuir a liberdade necessária? Significará que se por um mero acaso esse dirigente tomasse poderes mais vastos, como de autarquias mandaria “sentar” todo aquele que ousasse pedir a palavra para um esclarecimento. Os partidos, indispensáveis à democracia, ainda não se convenceram que não mandam nada, eles possuem transitoriamente um poder conferido para gerir, e não para discricionariamente usarem a prepotência de mandar calar, quem, por direito, deve falar. Durante as campanhas eleitorais, quer internas, quer externas, todos dão a palavra e incitam à participação, para logo a seguir mandar “às malvas” quem pergunta, porque de participação se trata. O “sente-se” não foi seguido, e o militante continuou a falar, de tal maneira que abismados ficaram quem seguia a reunião, na defesa de um ou de outro lado. Mas mais pasmado fiquei quando a comunicação social, dizia que tudo correu pelo melhor, e dava participações massivas de votações enganosas, deturpadas e vilipendiadas, como se tudo fosse verdade. Os partidos, e este concretamente, nunca poderão assumir posições de participação democrática na vida se é esta a sua forma de agir, a gravidade é tão profunda de situações destas, que a nossa atitude é de vómitos perante a surdez monocórdica de quem geriu a reunião, e não estamos a colocar em causa a sua dignidade.

O caso poderia não possuir muito significado se acontecesse num partido que não aspira a um poder autárquico, mas não trata-se do Partido Socialista da Maia, na última reunião da sua comissão política, e perante um acto de quem se mostrou disponível para assumir a candidatura a uma câmara municipal. Ora isto, a faceta de quem assim dirige reuniões, e pela prepotência quer o comando, sem olhar sequer àquilo que o seu partido pensa, mesmo que seja uma pequena parte, chama-se cegueira e esperteza de quem em outras reuniões partidárias aprendeu a ser assim. E as coisas não mudam, o ser não é ontologicamente modificado por passar de um partido para outro, o SER continua, e só após a aprendizagem sistemática da prática democrática podemos modificar. Aqui não parece que tal tenha acontecido, por isso para mal do PS da Maia, as pessoas não podem enfrentar, nem dentro das suas portas, a conflitualidade saudável de pensamentos diferentes, porque em tom autoritário podem sempre ouvir um “sente-se”, ou sem a discussão estar terminada “vamos proceder à votação, quem vota na Moção A”, mesmo que nunca tenha existido Moção B. A capacidade dos dirigentes está em saber escutar, sem nervosismos acusatórios, mas numa actividade humilde de saber que do outro lado está uma pessoa, com tanta dignidade como a nossa. Por isso os partidos são constituídos por pessoas, e estas é que são o cerne, a alma deles, e não o contrário. Quem não perceber este ABC da convivência humana, mais não faz do que destruir qualquer capacidade de criação, e isso é gravíssimo. Se o PS da Maia, a sua comissão política, os seus dirigentes, os seus militantes, consentirem nesta diatribe de esmagarem a pessoa humana e os seus pensamentos, e em nome de uma democracia musculada tentarem resolver os seus problemas, estaremos perante um atentado, mais, ao devir da dignidade humana.

Joaquim Armindo

Militante do PS da Maia

Envelhecer activo

Novembro 24, 2008

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Um número cada vez maior de europeus decide continuar a trabalhar, invertendo assim a tendência que se vinha a verificar para a reforma antecipada, situação que poderá vir a atenuar o problema do envelhecimento da população da Europa.

Um novo relatório mostra que as taxas de emprego subiram acentuadamente desde 2000 em quase todos os grupos etários. É especialmente o caso da geração “baby boom”, nascida durante a explosão de natalidade que se seguiu à Segunda Guerra Mundial.

Uma das estratégias fundamentais da UE para resolver o problema do envelhecimento da população é ajudar as pessoas mais velhas a permanecer na vida activa. Os trabalhadores mais velhos enfrentam numerosos obstáculos, nomeadamente a impossibilidade de aceitar um emprego remunerado depois da aposentação ou restrições ao exercício de determinadas actividades devido às preocupações das companhias de seguros. Estes foram alguns dos temas debatidos esta semana no Segundo Fórum Europeu sobre Demografia.

Com o aumento da esperança de vida e a diminuição da natalidade na Europa, a idade média está a subir. Este envelhecimento da população tem implicações importantes na economia e na sociedade em geral. E com a chegada à idade da reforma da geração “baby boom”, a questão está a tornar-se bastante urgente.

Nascidos entre 1946 e 1964, os “baby boomers” têm desde há muito constituído o núcleo da força de trabalho. À medida que envelhecem, precisam cada vez mais de cuidados de saúde, pensões, alojamento e outro tipo de assistência, mas há cada vez menos pessoas em idade de trabalhar para os apoiar.

A população em idade activa ainda está a crescer, mas a uma taxa que diminui rapidamente. Dentro de seis anos, esse crescimento deve parar e o número de pessoas com idades compreendidas entre os 20 e os 59 anos começará a diminuir a um ritmo acelerado (1,5 milhões por ano).

Os especialistas concordam que é essencial manter a geração “baby boom” activa e empregada, mas que pensam os interessados? Algumas sondagens revelam que um em cada dois europeus quer trabalhar para além da idade legal de reforma.

Este facto representa uma mudança importante em relação aos anos 90, época em que a reforma antecipada se tornou muito popular. Em muitos países da UE, as pessoas podem deixar de trabalhar a partir dos 50, desde que aceitem uma redução da pensão de reforma.

Actualmente, essa tendência inverteu-se. O relatório mostra que, em 2007, 50% dos homens e 30% das mulheres ainda estão empregados aos 60 anos, uma percentagem 10% superior à de 2000.

Leia o relatório sobre a demografia de 2008

Comissão Europeia

Presidente não tem poderes para demitir conselheiros de Estado

Novembro 24, 2008

De acordo com notícia hoje publicada no Jornal Público  “O Presidente da República não pode, de acordo com o Estatuto dos Membros do Conselho de Estado (CE), demitir ou retirar a confiança a nenhum dos conselheiros, nem mesmo os nomeados pelo Chefe de Estado. As razões para saída dos membros é clara no estatuto e é assim, apurou o PÚBLICO, que Cavaco Silva lê a lei.
Confrontado ontem pelos jornalistas numa deslocação a Sines, o Presidente da República voltou a recusar comentar se mantinha ou não a confiança no conselheiro em Dias Loureiro, envolvido na polémica do Banco Português de Negócios (BPN), remetendo os jornalistas para a lei do Conselho de Estado.
O Estatuto dos Membros do CE diz que o termo de funções dos cinco membros nomeados pelo Presidente cessa com o mandato do Presidente da República que os tiver nomeado. O mesmo acontece com os cinco membros indicados pela Assembleia da república, cujo mandato cessa no termo da legislatura.
O Estatuto diz a seguir que os membros indicados pelo Chefe de Estado podem renunciar ao mandato. Outra razão indicada para o cessar de funções é por morte ou impossibilidade física permanente.
Em lado algum do Estatuto dos Membros do Conselho de Estado é dito que o Presidente da República pode demitir ou retirar a confiança aos conselheiros. Por isso, não tem razão Dias Loureiro quando, na passada semana numa entrevista à RTP, disse que o seu mandato no CS estava nas mãos do Presidente da República.”

AMBIENTE – Relatório relativo ao ano de 2007

Novembro 23, 2008

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De acordo com o disposto no ponto 2.º da Portaria n.º 187/2007, de 12 de Fevereiro, o Instituto Regulador de Águas e Resíduos e a Autoridade Nacional de Resíduos devem elaborar um relatório anual sobre os resultados obtidos na prevenção, recolha, tratamento, valorização e eliminação de resíduos decorrentes da aplicação do PERSU II (PLANO ESTRATÉGICO PARA OS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS).

Este relatório foi submetido à apreciação da CAGER (Comissão de Acompanhamento da Gestão de Resíduos) e mereceu a aprovação do Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional.

Leia aqui este relatório:

Relatório de Acompanhamento do PERSU II relativo ao ano de 2007

Ao Amigo Joaquim Armindo

Novembro 22, 2008

O dia de hoje representa um momento de viragem na sua vida. Novos desafios, novos chamamentos se aproximam, e todos esparemos de si que se entregue a esta nova forma de exercer cidadania com a mesma paixão com que sempre se entregou a todos as tarefas em que se envolveu na vida, fossem elas pessoais, profissionais, políticas ou religiosas.

No dia de hoje quero apenas desejar-lhe que seja muito feliz no percurso que agora vai iniciar. Sabemos que daqui em diante não terá a mesma disponibilidade para participar neste espaço de discussão livre que é o BemComum, mas este será sempre o seu espaço.

Um abraço Amigo.

Andrade Ferreira

Eu Voto Mário Nogueira a Primeiro Ministro. E tu?

Novembro 22, 2008

Já decidi. No próximo ano votarei Mário Nogueira para Primeiro Ministro.

Com ele o horário de trabalho de 20 horas semanais será um direito para todos os portugueses, e o salário mínimo será de pelo menos 1500€.

Todos os militares atingem o posto de General 5 estrelas

Todos os juízes chegam a Presidente do Supremo Tribunal

Todos os administrativos a administradores

Todos os estivadores chegam a administradores dos portos

Todos os trolhas a empreiteiros

e tudo … SEM AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO.

Só os políticos nao podem aspirar a ser Primeiro Ministro porque esse lugar é naturalmente, PARA ELE.

Fenprof um novo partido. De esquerda ou direita?

Novembro 19, 2008

A Fenprof anuncia abandono das negociações. Estavam à espera de quê?!

A Fenprof convoca manifestações. Dá instruções aos conselhos executivos. Faz recomendações aos professores.
Já sabíamos que as Direcções Regionais de Educação e o respectivo Ministério não têm grande visibilidade.
Mas daí até ser um sindicato a orientar e conduzir a política educativa vai um grande passo.

Este sindicato está encantado com as luzes da ribalta.
Até já faz prognósticos sobre as eleições legislativas! Estou em crer que ainda se converte em partido político e vai a votos!
Só que nesse caso, muitos dos seus dirigentes de certeza tinham um processo disciplinar no seu partido, ou seriam “excomungados”…

Como cidadão e como pai, respeitador e empenhado no serviço público de educação, lamento profundamente que se tenha chegado a este ponto.

Muito se escreve sobre a Ministra e os seus secretários.
Mas é tempo de erguer a voz contra a prepotência, a falta de respeito e a desorientação sindical da Fenprof, designadamente dos seus dirigentes.

O Governo tem um programa. Não é inconstitucional, nem viola direitos fundamentais.
Tem erros? Acredito que sim.
Mas revela-se disponível para melhorar, modificar, atrasar a sua eficácia, etc. E do outro lado? O que ouvimos, sempre e sempre?

Não!
Recusamos!
Abandonamos!
Vamos para a rua!
Não damos notas!
Desobedecemos!

Basta!
Não chega ter alguma razão. É preciso saber exercê-la!

Por André Pereira

Noticias da Europa – Abrir o mercado de trabalho

Novembro 18, 2008

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Aquando do alargamento da UE em 2004, alguns dos 15 Estados-Membros da UE recearam ser invadidos por trabalhadores da Europa Central e Oriental.

Foram assim autorizados a restringir temporariamente o acesso aos seus mercados de trabalho, o que dificultou a entrada de trabalhadores dos novos países membros. Foram impostas restrições semelhantes à Bulgária e à Roménia quando estes países aderiram à UE em 2007.

Verifica-se agora que estes receios eram infundados. Segundo um novo relatório da UE, o número de trabalhadores que imigram do exterior da UE é muito superior ao número dos que se deslocam da Europa Central e Oriental. A isto acresce que com a desaceleração económica e a redução da procura de mão-de-obra, estes fluxos deverão diminuir.

Há poucos indícios de que um número significativo de trabalhadores locais tenha perdido o emprego ou visto o seu salário baixar devido à chegada dos novos trabalhadores. Pelo contrário, esses trabalhadores foram uma benesse para as “antigas” economias, atenuando a escassez de mão-de-obra em muitos sectores.

A Comissão apela assim aos países da UE para que suprimam as restrições que ainda subsistem, abrindo os seus mercados do trabalho aos novos membros. «O direito de trabalhar noutro país é uma das liberdades fundamentais das pessoas que vivem na UE».

Relatório sobre a mobilidade dos trabalhadores

 

“Guerra no capoeiro”.

Novembro 18, 2008

 

A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, proferiu hoje declarações no mínimo infelizes e impróprias de um político com as suas responsabilidades, quando perguntou se “não seria bom haver seis meses sem democracia” para “pôr tudo na ordem”, num comentário às reformas que o Governo do PS tem realizado em áreas como a justiça, educação ou saúde. Estas palavras são mais ao estilo Alberto João, mas não consta que a líder do partido tenha feito qualquer curso de reciclagem na região autónoma da Madeira.

Não tardou a resposta de Luís Filipe Menezes que, poucas horas depois,  defendeu que o PSD deve escolher “rapidamente uma nova direcção”.O antigo líder social-democrata considera que as declarações “raiam o absurdo” e afirma que Sá Carneiro “deve dar voltas no túmulo” por ver o partido que fundou “defender que a democracia devia ser suspensa”.

Pobre Sá Carneiro. As voltas que já não deu por ver no que transformou o partido que fundou.

 

movimentação manual de cargas

Novembro 17, 2008

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As queixas abrangidas pelo termo “lesões do sistema músculo-esquelético” causadas pelo trabalho constituem o problema mais generalizado em matéria de saúde de origem profissional que afecta os trabalhadores dos Estados-Membros da União Europeia.

Por este motivo, o Comité de Altos Responsáveis da Inspecção do Trabalho iniciou, em 2007, uma campanha de inspecção europeia intitulada “Atenção! Mais Carga Não!”. A sua primeira edição abrangeu os empregadores e os trabalhadores dos sectores de Cuidados da Saúde e dos Transportes.

A decisão sobre a continuação desta campanha em 2008 reflecte a importância dos problemas ligados às disfunções músculo-esqueléticas e da experiência adquirida durante a realização da campanha em 2007.

Neste ano a campanha abrangerá os sectores do Comércio e da Construção. A escolha destes sectores para a campanha “Atenção! Mais Carga Não!” 2008 foi influenciada pelo surgimento, ou a grande possibilidade deste, dos problemas de saúde resultantes da elevação do peso pelos trabalhadores empregados nas lojas e na construção.

Leia AQUI mais acerca deste assunto.

No próximo dia 28 de Novembro decorrerá em Braga o seminário de lançamento da Campanha, organizado pela Direcção Regional do Norte da ACT.


Para mais informações sobre o programa de trabalhos e inscrição neste seminário, clique aqui.

Dia Internacional para a Tolerância

Novembro 16, 2008

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O Dia Internacional para a Tolerância foi instituído pela ONU como sendo o dia 16 de Novembro de cada ano, em reconhecimento à Declaração de Paris, assinada no dia 12 deste mês, em 1995, tendo 185 Estados como signatários. Foi instituído pela Resolução 51/95 da UNESCO.

Princípios da Declaração de Paris e efeitos

A Declaração da ONU fez parte do evento sobre o esforço internacional do Ano das Nações Unidas para a Tolerância. Nela os estados participantes reafirmaram a “fé nos Direitos Humanos fundamentais” e ainda na dignidade e valor da pessoa humana, além de poupar sucessivas gerações das guerras por questões culturais, para tanto devendo ser incentivada a prática da tolerância, a convivência pacífica entre os povos vizinhos.

Foi então evocado o dia 16 de Novembro, quando da assinatura da constituição da UNESCO em 1945. Remetia, ainda, à Declaração Universal dos Direitos Humanos que afirma:

  1. Todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, consciência e religião (Artigo 18);
  2. Todos têm direito à liberdade de opinião e expressão (Artigo 19)
  3. A educação deve promover a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações, grupos raciais e religiosos (Artigo 26).

 

Relatório – Protecção dos trabalhadores do sector da hotelaria, restauração e catering

Novembro 16, 2008

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O sector da hotelaria, restauração e catering (HORECA) desempenha um papel importante na indústria de serviços em particular e na economia da União Europeia em geral.

Num sector que emprega mais de 7,8 milhões de pessoas, é importante gerir os riscos e prevenir as causas de acidentes e de doenças.

O relatório fornece informações sobre a segurança e a saúde no trabalho no sector HORECA e uma visão geral das boas práticas implementadas no plano das políticas e dos locais de trabalho.

 Leia aqui o relatório

“Tó e Kika”

Novembro 14, 2008

No âmbito de um protocolo celebrado com a Associação Empresarial de Portugal, a Autoridade para as Condições do Trabalho colabora na revisão técnica das histórias do projecto de banda desenhada “Tó e Kika”, da iniciativa daquela associação.

 

As histórias do Tó e da Kika têm vindo a ser publicadas todos os domingos nas páginas centrais da revista “Pública” do jornal “Público”. Podem igualmente ser lidas on-line no website do projecto, em www.toekika.com

 

 

O projecto tem como objectivos mobilizar e apelar para a importância da “Segurança” na rotina diária, incentivar a comunidade escolar como veículo privilegiado de boas práticas de segurança e promover mecanismos e ferramentas de divulgação da temática.

 

 

Veja este site, é muito interessante

Noticias da Europa

Novembro 14, 2008

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Os preços da energia na UE aumentaram em média 15% no último ano. Actualmente, mais de 50 % da energia consumida nos Estados-Membros provém do exterior da UE e esta proporção está a crescer.

Torna-se assim necessário para a UE controlar mais de perto o seu aprovisionamento em gás e petróleo e estar mais bem preparada para a eventualidade de uma emergência energética. Um novo pacote de medidas no domínio da energia ajudará a UE a cumprir as suas metas na luta contra as alterações climáticas e a reduzir as importações de gás e petróleo.

A seguir ao petróleo, o gás é o combustível mais utilizado na UE. Apesar de 60 % do gás consumido na UE ser importando, ainda não existe um plano de emergência para a eventualidade de uma interrupção do aprovisionamento. Enquanto parte da sua estratégia energética, a Comissão deu início a consultas com os Estados-Membros com vista à elaboração desse plano.

Outra prioridade é a criação de um corredor meridional de redes de gasodutos para transportar o gás da região do Mar Cáspio através da Turquia. As obras de construção deverão começar no início de 2010.

A UE também quer reforçar as suas redes energéticas, ou seja, as linhas de alta tensão, os gasodutos e os oleodutos que levam a electricidade, o gás e o petróleo às residências e às empresas, e torná-las compatíveis com a exploração de energias renováveis, como a energia eólica. Está a ser estudada a possibilidade de instalar um parque eólico ao largo do Mar do Norte.

A estratégia incita a esforços permanentes para aumentar a eficiência energética, como a renovação de edifícios residenciais e comerciais. Outra proposta prevê a atribuição de rótulos energéticos aos pneus a partir de 2012.

A energia nuclear, e nomeadamente os aspectos da segurança e da gestão dos resíduos, não são esquecidos. Actualmente, as centrais nucleares geram um terço da electricidade consumida na Europa. Mais de 12 países da UE estão a pensar construir novas centrais nucleares.

Espaço POESIA – XIV

Novembro 10, 2008

Prezo os símbolos, o rasto e os sinais
da minha nostalgia portuguesa.
Mas os meus heróis verdadeiros não vêm na história;
não têm monumentos nas praças domingueiras
nem dias feriados a lembrar-lhes o nome.
São heróis dos dias úteis da semana:
levantam-se antes do sol e recolhem apenas
quando a noite se fecha nos seus olhos.
Lavram a terra, o mar, e são jograis
colhendo a virgindade pudica da vida.
Sobem aos andaimes, descem às minas
e comem entre dois apitos convulsivos
um caldo de lágrimas antigas.
São os construtores do meu país, à espera!
Mouros no trabalho e cristãos na esperança;
famintos do futuro, como se a madrugada
fosse seara imensa apetecida
onde o sol desponta nas espigas
sobre o casto silêncio da montanha

António Arnaut

Já ouviu falar em «cuidados de saúde transfronteiriços?

Novembro 9, 2008

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Lei AQUI o DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO que acompanha a proposta de directiva relativa à aplicação dos direitos dos doentes em matéria de cuidados de saúde transfronteiriços

 

A presente avaliação de impacto tem como objectivo analisar a necessidade e o potencial impacto das diferentes opções de acção comunitária no domínio dos cuidados de saúde transfronteiriços. Após a exclusão dos serviços de saúde da directiva relativa aos serviços, a Comissão Europeia procura responder, mediante esta iniciativa, ao desejo formulado tanto pelo Parlamento Europeu como pelo Conselho no sentido de avaliar a necessidade de elaborar uma proposta específica no domínio dos cuidados de saúde transfronteiriços.

Uma nova missão, a continuidade da cidadania

Novembro 9, 2008

Durante muitos anos, e aqui na Maia cerca de 30 anos, assumi uma posição política -partidária, de que nunca me desvinculo ou desvincularei. Eu sou socialista e de esquerda, e é nos seus valores que me revejo.

Há muitas formas de exercer o meu vínculo à cidadania. Tenho tomado posições consecutivamente político – partidárias, foi esta forma que tomei já de longínquos anos de 1959.

Hoje uma nova missão me chama, que, aliás, tenho vindo a anunciar já há cerca de dois anos; a missão vai ser outra, mas do mesmo cariz. Serei cidadão de corpo inteiro, as minhas opiniões serão aqui mencionadas, ou em outros órgãos de informação, ou em reuniões específicas, não saio do PS,mas terminou por agora posições que não sejam defender os cidadãos: as mulheres e os homens.

Um dia um homem tem de assumir missões e deixar outras, é assim comigo.

Às leitoras e aos leitores, um muito obrigado pela companhia neste blogue, aqui me encontrarão noutras missões, e estarei sempre pronto à colaboração para o Bem Comum da Humanidade.

Obrigado, há decisões que se tomam, depois de amadurecidas, para mim esta é uma delas.