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O saneamento básico não chega a 40 % da população mundial

Imagine que na cidade onde vive quatro em cada dez pessoas não tinham acesso ao sistema de esgotos. Imagine ainda que era um dos contemplados com uma casa sem autoclismo, banheira, lava-loiças ou bidé. Sem um sistema de canos que levasse toda a porcaria para longe de si. Para culminar, não podia fazer nada relativamente a essa situação.

O exemplo parece-lhe exagerado? Não é. A única diferença reside na escala. Em todo o mundo 2600 milhões de pessoas não têm saneamento básico. Dessas, quase mil milhões são crianças. As regiões mais afectadas por este problema são a África e a Ásia. No entanto, desde a passagem do milénio que as Nações Unidas querem reduzir até 2015 este número para metade, e para que o assunto não fique esquecido 2008 foi eleito o Ano Internacional do Saneamento.

A falta de sistema de esgotos e o saneamento sem tratamento são as grandes causas para a transmissão de doenças. Estima-se que a cada 20 segundos uma criança morra de doenças como a diarreia ou a cólera por falta de uma rede de saneamento. Muitos especialistas defendem que parte da resolução do problema pode passar pela utilização de métodos biológicos para tratamento das águas como plantas ou bactérias do solo que se alimentem dos dejectos.

 Tipo de Fonte: Ecosfera

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