Archive for Junho, 2007

Começaram as demissões no Secretariado do PS da Maia?

Junho 30, 2007

Tudo leva a crer que o camarada Hugo, elemento do Secretariado do PS da Maia, se demitirá do mesmo.

A somar a Andrade Ferreira, Luis Rothes, que tomaram posições dignas, ao demitirem-se, fonte bem informada já declara que existem brechas no Secretariado da Comissão Política.

Como Andrade Ferreira declara Luís Rothes assumiu uma posição de ética política, e seria um erro perdê-lo como deputado, o que irá acontecer se a situação não for resolvida.

Luís Rothes teve uma posição política nas antípodas de Fernando Ferreira, este aquando da moção de censura, e com esta posição será alternativa a um PS renovado e combativo.

Arrasta-se há muito tempo esta situação, que não pode continuar.

Agora, caso se confirme, mais uma demissão no Secretariado da Comissão Política, não existirão condições para manter um poder, que foi ganho com a fraude, do consultório.

UM PS NOVO, PASSA POR ELEIÇÕES! A DISTRITAL JÁ NÃO PODE IGNORAR MAIS ESTA SITUAÇÃO! 

Pintura Iman Maleki

Junho 30, 2007

O pintor iraniano Iman Maleki, gênio do realismo, ganhou o prêmio William Bouguereau e o Chairman´s Choise no II Concurso Internacional de Art Renewal Center. Muitos o consideram o melhor pintor de arte realista do mundo. “Seus desenhos competem com as melhores câmeras digitais”, afirmam os especialistas.pintor-iraniano123.jpg

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Ao que isto chegou…

Junho 29, 2007

Tomei conhecimento da decisão do Luís Rothes em abandonar a liderança do grupo do PS na Assembleia Municipal, e conheço também minimamente os fundamentos dessa decisão. Julgo que estará agora em condições de perceber melhor quando lhe disse que nas actuais condições este grupo não admitia qualquer liderança.

Não foram alguns insultos que uma vez ou outra vão aparecendo nos blogs, a grande maioria das vezes a coberto do anonimato, que o levaram a demitir-se. Com esses pode o Luís Rothes, como eu também podia, muito bem.  

Também o Luís Rothes chegou à política maiata convicto de que poderia acrescentar alguma mais valia à discussão dos assuntos politicos do concelho, mas depressa se apercebeu que a Assembleia Municipal está transformada numa feira de vaidades de todos os quadrantes, e que alguns procuram aproveitar-se daquele palco para conseguir um protagonismo que doutra forma nunca teriam.

Mas o que aconteceu desta vez foi demais. Convocar duas reuniões preparatórias para a passada assembleia a que só compareceram quatro deputados, e ter conhecimento na segunda que um outro grupo de deputados reunira dois dias antes, autonomamente, sem a presnça do líder, ultrapassa todas as questões políticas e passa a saber sobretudo uma questão de boa educação e respeito.

Esta gente continua sem perceber que há lugares e momentos próprios para manifestar divergências que até são salutares, mas que a Assembleia Municipal não pode em circunstância alguma ser um desses locais. O respeito que é devido ao orgão exije que as questiúnculas de natureza partidária devem ficar obrigatoriamente à porta.

Nestas condições não restava ao Luís Rothes outra alternativa que não fosse fazer o que fez. Como eu o compreendo.

VIVA a C.M.Maia

Junho 29, 2007

Os últimos dias foram ricos em referâncias à Maia.

De facto, vieram a público notícias que espelham bem a saúde financeira do nosso município.

A primeira, numa reportagem promovida pelo DN, onde se afirma que 3/4 das autarquias não conseguem encontrar meios para satisfazer os seus compromissos financeiros, e que a C M Maia é uma das três grandes autarquias que se encontram na lista dos 25 municípios com maior nível de endividamento.

A segunda é a de que a C M Maia é também uma das autarquias que mais tempo levar a pagar aos seus fornecedores.

Este é o legado a que a satisfação da megalomania de alguns nos conduziu. Não tenho dúvidas de que se se tratasse de uma empresa privada há muito que os gestores actuais e do passado próximo estariam na rua, mas como se trata de património público e ninguém é responsabilizado por decisões de má gestão, cá estamos todos para pagar a factura.

Que venha agora o líder da bancada do PSD António Fernando dizer-nos que são invenções da oposição e que a C M Maia tem uma saúde financeira invejável.

Como lhe disse uma vez na Assembleia Municipal é tempo de descer da terra de “faz de conta” onde vive e regressar à realidade. Á triste realidade, acrescento agora.

Regionalização: os críticos do PS Distrital, promovem debate sobre regionalização

Junho 29, 2007

A

CONVITE

 

Em nome do Movimento Vímara Peres, tenho o prazer de convidar o meu caro amigo para assistir na próxima sexta-feira,

dia 29 de Junho, pelas 21,30 horas, no HOTEL IPANEMA PORTO à conferência/debate

 

“REGIONALIZAÇÃO, ÁREAS METROPOLITANAS E PLANO ESPECÍFICO PARA A REGIÃO NORTE, “

 

que contará com a presença da eurodeputada, Dra. Elisa Ferreira, do Professor Universitário e comentador televisivo Dr. Carlos Abreu Amorim e do Reitor da Universidade Fernando Pessoa, Prof. Dr. Salvato Trigo.

A sua presença será um grande incentivo para os organizadores e o melhor agradecimento que podemos prestar aos nossos ilustres convidados.

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Raul Brito

manhã, sexta-feira, dia organiza um debate sobre “REGIONALIZAÇÃO, ÁREAS METROPOLITANAS E PLANO ESPECÍFICO PARA A REGIÃO NORTE”, moderado por: AVELINO OLIVEIRA, Arquitecto, Com ELISA FERREIRA,eurodeputada; SALVATO TRIGO, Reitor da UN. Fernando Pessoa; e CARLOS ABREU AMORIM. No HOTEL IPANEMA PORTO, pelas 21h30.

Festa de S. Pedro

Junho 28, 2007

Em dia de comemoração da festa de S. Pedro vale a pena lembrar que:

O seu nome original não era Pedro, mas Simão. Nos livros dos “Actos dos Apóstolos” e na “Segunda Epístola de Pedro”, aparece ainda uma variante grega do seu nome original: Simeão. Jesus apelidou-o de Petros – Pedro, nome grego, masculino, derivado da palavra “petra”, que significa “Pedra” ou “rocha”.

Pedro tem uma importância central na teologia católico-romana. É considerado o príncipe dos apóstolos e o fundador, junto com São Paulo, da Igreja de Roma (a Santa Sé), sendo-lhe reconhecido ainda o título de primeiro Papa (um tanto anacronicamente, posto que tal designação só começaria a ser usada cerca de dois séculos mais tarde – Pedro foi o primeiro bispo de Roma); essa circunstância é invocada pela Igreja Católica para que o Papa detenha uma posição de supremacia sobre toda a Igreja Católica. Para as outras denominações cristãs, Pedro também recebe uma grande importância, por causa de suas epístolas canónicas, porém não recebe o mesmo tipo de tratamento da Igreja Católica.

Liberdade Religiosa

Junho 28, 2007

O Conselho de Ministros, reunido hoje na Presidência do Conselho de Ministros, aprovou um Decreto-Lei que procede a uma alteração profunda do Código do Registo Civil e de diversa legislação com incidência no registo civil, simplificando procedimentos, removendo burocracias desnecessárias e criando serviços de qualidade para os cidadãos, concretizando várias medidas previstas no Programa Simplex para o ano de 2007. 

O diploma cumpre, ainda, um outro objectivo, extremamente relevante no plano da concretização da Lei da Liberdade Religiosa: a regulamentação dos casamentos civis sob forma religiosa. A partir de agora, o casamento celebrado sob forma religiosa perante o ministro do culto de uma igreja ou comunidade religiosa radicada no País passa a produzir efeitos civis à semelhança do regime do casamento católico, sem prejuízo das especificidades resultantes da Concordata celebrada entre o Estado Português e a Santa Sé. 

É ver para crer…

Orçamentos participativos

Junho 28, 2007
 
DECLARAÇÃO DE MÁLAGA: Constituição do Grupo de Trabalho sobre Democracia Participativa e Orçamentos Participativos
Cidade
22/06/2007 – 15:15:00
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Clicando no ícone acima você pode acessar as versões da Declaração em inglês, francês e espanhol.

Como resultado dos trabalhos realizados durante os dias 28,29,30 e 31 de março de 2007 em Málaga durante a Jornada Internacional sobre Orçamneto Participativo, assumimos como referência as conclusões da mesa sobre Orçamento Participativo realizada no Fórum de Autoridades Locais pela Inclusão Social (FAL) em Nairobi.

Constituímos-nos como Grupo de Trabalho sobre Democracia Participativa e Orçamentos Participativos da REDE FAL.

1.Apostamos na democracia participativa como caminho alternativo a deterioração institucional e de cidadania que ajuda a globalização neoliberal. A intervenção feroz do mercado na esfera do coletivo requer medidas que fortaleçam a cidadania e as instituições públicas.

2. Entendemos que o desenvolvimento da Democracia Participativa é um processo de construção de cidadania ativa. O Orçamento Participativo deve ser um instrumento articulador de outros mecanismos de planejamento participativo.

3. Entendemos que os Orçamentos Participativos devem incluir os seguintes condicionantes:
• Autoregulamentação;
• Efeito vinculante das decisões;
• Funcionamento efetivo dos espaços deliberativos (fóruns regionais ou temáticos) prévios ao processo de assembléia;
• Eleição de delegados/conselheiros com mandato imperativo;
• Democracia direta (um homem, uma mulher, um voto);
• Sistemática de acompanhamento e controle social;
• Prestação de Contas;
• Oportunizar a inclusão social e superação das desigualdades;
• Gerar espaços de aprendizagem para a apropriação do processo por parte da cidadania;
• Garantir que as instituições e a máquina administrativa estejam a serviço do processo.

4. Frente à multiplicação de experiências de Orçamentos Participativos nos preocupa que o desenvolvimento desta metodologia não se constitua como um processo de mobilização cidadã e transformação social.

5. Iniciamos neste primeiro encontro um trabalho em rede que pretende ter continuidade no tempo, estabelecendo os seguintes objetivos:
• Trocar conhecimento sobre os processos entre os municípios do FAL;
• Desenvolver uma definição política dos processos de democracia participativa, identificando indicadores de transformação social e institucional originados a partir deles;
• Elaborar e promover modelos que integrem a cooperação descentralizada entre municípios com os processos de democracia participativa que estes desenvolvem;
• Transmitir estas propostas a outros âmbitos mais amplos, fundamentalmente para CISDP de C GLU assim com para a agenda da rede FAL.

Confirma-se Luis Rothes demite-se e Vice Presidente também

Junho 27, 2007

Está confirmado o líder, Presidente, do Grupo Parlamentar do PS da Maia, demitiu-se; aliás numa atitude muito correcta.

Tudo leva a crer que o actual Vice-Presidente do Grupo Parlamentar Fernando Ferreira, seguirá o mesmo caminho.

Entretanto no Secretarido da Comissão Política haverá já uma demissão confirmada.

Agora é preciso na crise, unir o PS da Maia, encontrar saídas e reconstruir o Partido! 

Pintura na Junta de Freguesia de Milheirós, na Maia

Junho 27, 2007

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Feira de Artesanato na Maia

Junho 27, 2007

https://i0.wp.com/bp2.blogger.com/_6Jm9RsLKbxw/RnhDJIpA49I/AAAAAAAAALs/Byc0QacIaAU/s320/Desdobravel_Feira_Artesanato_2007_Frente_1.jpg

Ficar calado é pactuar com o que passa no PS da Maia

Junho 26, 2007

http://tbn0.google.com/images?q=tbn:kgTQGGM-wQ3jLM:http://cathycreatif.free.fr/modeles/fetes_et_ceremonies/carnaval/carnaval13.gif

A notícia dada pelo BEM COMUM sobre a demissão, quase certa, do líder parlamentar na Assembleia Municipal da Maia, deriva de uma série de reuniões e contra -reuniões efectudas nos últimos dias, eu não fui convocado para nenhuma, em que se coloca uma guerra fraticida no PS da Maia.

Já ninguém tem mão nisto! Calar-me significa pactuar com a profunda crise do PS da Maia, onde já ninguém é líder; até o actual líder do grupo parlamentar é colocado em causa.

Veremos se amanhã na reunião da Assembleia Municipal quantos deputados do PS, vão sair aquando do processo de Pamplona para fazerem chichi.

NÃO HÁ QUEM ACTUE DE IMEDIATA NESTA SITUAÇÃO?

A DENÚNCIA NO BEM COMUM TEM DE SER FEITA!

os voos sumptuosos

Junho 26, 2007

O cinema asiático é um cinema capaz de mundos distintos: entre Wong kar wai e John Woo, por exemplo, vai um oceano inteiro de diferenças. É no meio dessas diferenças que descobrimos as características mais relevantes destes filmes, bastante diferentes dos filmes ocidentais: um tempo narrativo mais lento, uma capacidade distinta de olhar para história e uma aceitação quase radical de que o cinema não precisa de ser realista. Vem esta discussão a propósito da estreia comercial de «Inimigos do Império» um sumptuoso filme histórico, que nos trás algumas histórias de um Império ancestral. Aqui, tudo é possível, e o filme assimila muitas influências, sobretudo da televisão e dos jogos de computador. Como se poderá ver, o resultado é antagónico e potencia muitas leituras. Mas como primeira abordagem, deve-se vincar a beleza visual do filme que esteve presenta no último festival de Veneza e foi o candidato ao Óscar por Hong-Kong.

A narrativa é uma adaptação livre de «Hamlet» (aliás, bastante livre mesmo) e centra-se no meio de um Império Chinês. Aí o Imperador Li acaba de ser coroado graças à morte do seu irmão (crê-se que terá havido uma conspiração para o matar). A imperadora (e portanto, ex-cunhada) aceita-o com a perspectiva de vingança. O príncipe Wu Luan, filho de Li e apaixonado pela imperadora, volta para investigar a morte do pai. Contudo, todos eles têm interesses diferentes e vão lutar entre si para chegar ao poder. Será no banquete da coroação que tudo acontecerá e o desfecho é imprevisível.

À partida, há uma questão bem asiática logo de início: há uma crise nacional que só será resolvida se os bons conseguirem vencer os maus. Curiosamente, é nestes filmes asiáticos que mais se percebe um certo sentido maniqueísta de ver o mundo. Claro que é sobretudo nos filmes menos bons que isso acontece (não é, de todo, essa a questão nos filmes de Wong kar wai, por exemplo). E é essa a principal crítica que se pode fazer a estes «Inimigos do Império»: por vezes, parece uma versão sumptuosa e caríssima de um episódio mais demorado de qualquer animação manga. Esta estética ganha alguma relevância em termos cinematográficos, com uma detalhada construção do plano. Por exemplo com o sangue que jorra dos corpos ou as danças ancestrais que as personagens fazem, em voos fantásticos só ao alcance de um povo iluminado. Aliás, se alguma coisa não existe em «Inimigos do Império» é o povo (e esse até é um sentido bastante hamletiano).

Em conclusão, «Inimigos do Império» vale pela voz que transmite: uma capacidade de ser autêntico, de fugir ao comum. No filme tudo parece estranho, porque faz parte de uma estranheza que é distante de nós, distante do nosso contexto. Contudo, é possível ver nas entrelinhas de «Inimigos do Império» a mesma luta pelo poder e o mesmo fascínio pelo amor e pela beleza. Por outro lado, aquilo que é mais relevante é a beleza visual de um filme que teve um orçamento astronómico e que replica, quase até ao ínfimo pormenor um tempo de ostentação. Fascina visualmente, mas não entusiasma enquanto projecto cinematográfico.

«Inimigos do Império» («Ye yan – The Banquet») um filme de Feng Xiaogang, com Zhang Ziyi, Daniel Wu, Zhou Xun. China, 2006, cor, 131’.
Site Oficial: http://www.thebanquetthemovie.com/

Luis Rothes demite-se de líder do grupo parlamentar?

Junho 26, 2007

O actual líder do grupo parlamentar do PS da Maia, ao que tudo leva a crer, demite-se de líder do grupo do PS, na Assembleia Municipal  da Maia.

Do Público…a saúde

Junho 26, 2007

Quem abusa das consultas deve pagar mais

2007/06/25 | 10:17

Taxa moderadora superior para mais de três consultas por trimestre

 

Os utentes do Serviço Nacional de Saúde que «abusem» das consultas nos hospitais devem pagar uma taxa moderadora mais elevada do que os restantes.

A medida, proposta por uma comissão técnica encarregue de encontrar soluções para garantir a sustentabilidade do sistema público, apenas exclui os doentes crónicos e as pessoas que efectuem tratamentos prolongados, refere o «Público».

O limite é estabelecido em três consultas por trimestre. Tudo o que excedesse esse limite implicaria um pagamento de 75 por cento do valor real da consulta. Refira-se que os utentes pagam 2,75 euros por uma consulta num hospital distrital, sendo que o valor real da mesma ronda os 30 euros.

Por regra as taxas moderadoras suportam apenas dez por cento do custo real das consultas.

O relatório, encomendado pelo Governo em Março de 2006, foi entregue ao ministro da Saúde há cerca de quatro meses. O documento não está disponível no site Portal Saúde

O estudo parte do princípio que o envelhecimento da população vai fazer aumentar os custos com a saúde, sendo certo que Portugal gasta mais com a saúde do que a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

A título de exemplo: em 2004, a média portuguesa era de 7,2, face a 6,4 por cento. Mas, nos últimos anos, a despesa com saúde do SNS tem abrandado: 2,9 por cento, de 2004 a 2006, face a 9,2 por cento, de 1995 a 2004.

A Comissão independente propõe ainda que as despesas de saúde apenas possam ser dedutíveis até um limite de dez por cento (actualmente o limite é 30 por cento), mas ao mesmo tempo admite que 92 por cento das consultas dentárias são feitas no sector privado porque quase não há dentistas no SNS. Na Ginecologia e na Oftalmologia, 67 por cento das consultas são privadas e na Cardiologia essa cifra é de 54 por cento.

As medidas recomendadas motivaram inquéritos de opinião, sendo que a maior parte das medidas mereceu uma oposição superior a 60 por cento.

Os peritos referiram ainda que «nenhuma das medidas, por si só, tem capacidade de assegurar a sustentabilidade financeira do SNS».

O ministro da Saúde, Correia de Campos, referiu já que nenhuma das medidas propostas pelos onze técnicos deve ser aplicada a curto prazo.

 

Dia Internacional Contra o Abuso e o Tráfego Ilícito de Drogas

Junho 25, 2007

No Dia Internacional Contra o Abuso e o Tráfego Ilícito de Drogas, 26 de Junho, vale a pena ler o Relatório Anual 2006 elaborado pelo Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência sobre a “Evolução do Fenómeno da Droga na Europa”.

Basta Clicar:

http://ar2006.emcdda.europa.eu/download/ar2006-pt.pdf 

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Junho 25, 2007

 

http://tbn0.google.com/images?q=tbn:zQfFwfC5fOyHkM:http://www.abrapia.org.br/homepage/imagens/calado.gif

Porque é que o Secretariado do PS da Maia, ainda não teve uma posição sobre o projecto “Pamplona”?

Porque anda tão calado?

Dia Mundial contra a Pobreza

Junho 24, 2007

Aqui está um link para uma petição de recusa contra a pobreza, no âmbito do
Dia Mundial de Luta contra a pobreza, dinamizada por uma organização
internacional “ATD-Quarto Mundo”, muito pouco conhecida em Portugal mas que
tem um campo de acção muito interessante.Não faz “caridade” mas luta em dar
a voz aos mais pobres, para que eles sejam ouvidos na sua aspiração de
justiça, de reconhecimento, de acesso à cultura… Enfim, aos direitos do
Homem!

http://www.oct17.org/+-pays-pt-+.html
No site belga da Petição, há um link com a lista dos assinantes e vi que já
algumas assinaturas portugueses… Maioritariamente do Norte de Portugal.

Aos(às) professoras convido a explorar o material pedagógico e a todos a
participar nesta acção mundial e a divulgar à vossa volta

Sobre as seguradoras

Junho 24, 2007

O Plenário do PE aprovou as recomendações feitas no Relatório da Comissão de Inquérito sobre a crise da “Equitable Life Assurance Society”. Joel Hasse Ferreira desenvolveu o debate em sessão plenária evidenciando o papel que o Relatório poderia ter tido no sentido de enfatizar a importância da transparência, da investigação e da cooperação entre os Estados-Membros e as instituições europeias, recomendando o avanço de uma legislação com maior clareza no sector segurador da UE. Segundo o Deputado, o Relatório constituía “uma oportunidade não só para esclarecer este assunto mas também para dar um impulso no avanço da legislação e da recomendação de uma maior clareza no domínio segurador na União Europeia. Há, assim, um conjunto de recomendações que são muito interessantes e que merecem análise cuidada das outras instituições europeias e dos Estados-Membros“. Em 2006, o PE decidiu constituir uma comissão de inquérito para investigar as alegadas contravenções ou má administração na aplicação do direito comunitário relacionadas com a crise da Equitable Life Assurance Society. A comissão concentrou-se na investigação da alegada má administração da aplicação da directiva sobre seguros de vida, na análise do regime regulador do Reino Unido, na observação da situação legal das queixas e possíveis compensações. Neste domínio, o Relatório teve falhas que foram evidenciadas pelo Deputado Joel Hasse Ferreira, quando afirmou: “Devem-se dar as esperanças possíveis aos cidadãos, consumidores e segurados, mas não excessivas ou infundamentadas. E a posição face ao Governo inglês não me aparece como adequadamente fundamentada“.

Junho 23, 2007

Ó meu rico S .João
A tradição põe de lado
Porque estamos sem tostão
Vê lá se soltas o bago

 

Que a cascata sanjoanina
Inspire a instituição
Queremos uma menina
Que não seja como um bidão

 

No que toca à bola
Ai que g´anda melão
Se um mata outro esfola
E os Powers lá irão

 

Para terminar em beleza
Ó meu querido S .João
Vê lá se arranjas destreza
Para nos acessos deitar alcatrão

 

Luís Seca (USE)
(Menção Honrosa – Prémio “Brise Contínuo”, resultado do concurso “Quadras de S. João”)