Não é verdade que existam pressões das listas de Mário Gouveia!

By Joaquim Armindo

Está confirmado não existem pressões das listas de Mário Gouveia, ninguém usa esses métodos.
Se o leitor identificado, por A. Teixeira, conhece alguma pressão queira, por favor, dizer quem foi, onde foi e identificar-se a si próprio.
Caso contrário percebemos o desespero, e não entedemos como verdade aquilo que nos enviou!

9 Respostas para “Não é verdade que existam pressões das listas de Mário Gouveia!”

  1. alberto monteiro Diz:

    nunca e verdade quando nao interessa que seja nao e caro Joaquim?

  2. Joaquim Armindo Diz:

    Meu caro Alberto Monteiro,

    Se é verdade: 1.º – identifique-se; 2.º – diga a quem foi e onde.

    Pois se não como poderemos saber que é verdade, se as nossas fontes repudiam tal?

    A mim não me interessa, olhe porque não fui convocado para a Comissão Política e porque não quero lugar nenhum!

  3. Pinto Carvalho Diz:

    .

  4. Pinto Carvalho Diz:

    Senhor Engenheiro Joaquim Armindo,

    Infelizmente é verdade. Peço-lhe o favor de confirmar junto do Senhor Miguel Ângelo Rodrigues. Não é a lista causadora das pressões que lhe pode contar a verdade.
    O Camarada Teixeira tem toda a razão.
    Pode ter a certeza Engenheiro Joaquim Armindo que os adversários de Miguel Ângelo estão a fazer tal e qual fazia o Catarino. Pressionam, ameaçam.
    Como lhe disse para ter a história completa basta contactar o Camarada Miguel Ângelo Rodrigues.

  5. Carlos Diz:

    Pois é… Quando não interessa a verdade o Sr. Joaquim Armindo vem logo repudiar a notícia.
    Voçê sabe muito bem que isto acontece, que acontece com a Lista que voçê apoia e que no passado disse muito mal.
    É curioso como o Sr. Armindo se posiciona.
    Sempre da forma que dá mais jeito…. não é?
    Pois a verdade é que já o vi e o ouvi dizer mal do Sr. Gouveia e agora vem aqui dizer força Mário Gouveia.
    Seja coerente.
    Não foi voçê que numa reunião, ao não conseguir falar pq o Mário Gouveia o não o permitiu. decidiu chamar-lhe de ditador.
    Memória Curta.
    Há realmente pessoas a mais no Partido… Voçê é uma delas.
    Quero ver a sua coragem de publicar esta resposta.

  6. Joaquim Armindo Diz:

    Caros Leitores,

    Eu sei muito bem o que determinadas pessoas costumam fazer nestas ocasiões.

    A mim não me dá jeito nada, porque não posso, nem quero, ser candidato a nada.

    O que quero e aprecio é a verdade. E posso afirmar que NÃO EXISTEM PRESSÕES por parte das listas de Mário Gouveia.

    Sabem, já vi este filme noutras ocasiões…

  7. Joaquim Armindo Diz:

    O meu caro amigo Miguel Angelo Rodrigues tem os meus contactos, pode fazer quando quiser.

  8. Batuira Diz:

    De quanta importância é a uniformidade de sentimentos, para a obtenção de bons resultados. Necessariamente, tanto mais difícil é obter-se essa uniformidade, quanto maior for o número. Nos agregados pouco numerosos, todos se conhecem melhor e há mais segurança quanto à eficácia dos elementos que para eles entram. O silêncio e o recolhimento são mais fáceis e tudo se passa como em família. As grandes assembleias excluem a intimidade, pela variedade dos elementos de que se compõem. A divergência dos caracteres, das ideias, das opiniões, aí se desenha melhor e oferece aos democratas perturbadores mais facilidade para semearem a discórdia. Quanto mais numerosa é a reunião, tanto mais difícil é conterem-se todos os presentes. Cada um quererá que os trabalhos sejam dirigidos segundo o seu modo de entender; que sejam tratados preferentemente os assuntos que mais lhe interessam. Alguns julgam que o título de camarada lhes dá o direito de impor suas maneiras de ver. Daí, opugnações, uma causa de mal-estar que acarreta, cedo ou tarde, a desunião e, depois, a dissolução, sorte de todas as concelhias, quaisquer que sejam seus objectivos. Os grupos pequenos jamais se encontram sujeitos às mesmas flutuações. A queda de uma grande concelhia seria um insucesso aparente para a causa da democracia, do qual seus inimigos não deixariam de prevalecer-se. A dissolução de um grupo pequeno passa despercebida e, ao demais, se um se dispersa, vinte outros se formam ao lado. Ora, vinte grupos, de quinze a vinte pessoas, obterão mais e muito mais farão pela propaganda, do que uma assembleia de cinquenta ou de seis vezes dez indivíduos. Dir-se-á, provavelmente, que os membros de uma concelhia, que agissem da maneira que vimos de esboçar, não seriam verdadeiros democratas, pois que a caridade e a tolerância são o dever primário que a democracia impõe a seus adeptos. É perfeitamente exacto e, por isso mesmo, os que procedam assim são democratas mais de nome que de facto. Certo não pertencem aos que não se contentam com admirar a democracia, que a praticam e lhe aceitam todas as consequências. Convencidos de que a existência na comissão é uma prova passageira, tratam de aproveitar os seus breves instantes para avançar pela senda do progresso, única que os pode elevar na hierarquia do mundo partidário, esforçando-se por fazer o bem e coibir seus maus pendores. As relações com eles sempre oferecem segurança, porque a convicção que nutrem os preserva de pensarem praticar o mal. A caridade é, em tudo, a regra de proceder a que obedecem. São os verdadeiros camaradas, ou melhor, os camaradas cristãos. Mas, quem diz que eles sequer merecem o simples qualificativo de democratas? Uma consideração aqui se apresenta, não destituída de gravidade.

  9. A Teixeira Diz:

    Camarada Joaquim Armindo,

    Estou muito triste e desiludido. Denunciei aqui um grave atropelo à democracia interna do PS. O Camarada Joaquim Armindo em vez de ter feito o óbvio que seria confirmar a veracidade da minha informação junto do Camarada Miguel Ângelo Rodrigues, que não sabe que eu fiz aqui a denúncia, preferiu ir perguntar aos que não são democratas se era ou não verdade.
    Essa sua atitude é muito suspeita, é um enterrar da cabeça na areia que eu nunca pensei que o Camarada fosse capaz.
    Sabe Camarada os não democratas não são apenas aqueles que estão com o Catarino e isso custa-lhe muito a aceitar a si.

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