Concurso europeu de fotografia

Novembro 20, 2009 por Lurdes Gomes

http://osha.europa.eu/pt/teaser/PhotoCompetitionAward2009/image_mini

A Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (EU-OSHA) acaba de anunciar o vencedor do concurso de fotografia, subordinado ao tema da segurança e saúde no local de trabalho.

Portugal também estava lá.

Veja aqui: Vencedores

Crise económica mundial

Novembro 20, 2009 por Lurdes Gomes

http://www.ilo.org/public/portugue/region/eurpro/lisbon/images/wcms_116867.jpg

O Conselho de Administração da OIT examinou esta semana a resposta do mundo do trabalho à crise económica mundial e avaliou as perspectivas reais de uma retoma do emprego no quadro do Pacto Mundial para o Emprego, adoptado pela Conferência Internacional do Trabalho em Junho de 2009.
Leia aqui: Pacto Mundial para o Emprego

Quem te fez nascer Portugal?!…

Novembro 20, 2009 por Lurdes Gomes

http://hangover80.files.wordpress.com/2009/06/bandeira_portugal1.jpg?w=188&h=130

Quem te fez nascer Portugal
País ímpar, sem haver igual
País de um âmago profundo,
Apanágio de ser integral
Completo, pleno, total
Não há assim outro no mundo!
 
Raízes perdidas na história
Ou felizes, mantidas em memória
Sustentam a nobre identidade,
E fazem rumar à vitória
Alcançar a eterna glória
Abraçar a modernidade!
 
Quem te fez nascer tão perfeito
Teve esse refinado jeito
Te deu tamanho equilíbrio!?
Mesmo com um ou outro defeito
Até nisso tens o conceito
Do que é alcançar o idílio!
 
Quem te fez nascer junto ao mar
Continente e oceano, a separar
Preciosidade que em si encerra,
Países inteiros a representar
Num mapa todos a englobar
— És tu o centro da terra!
 
História longa e triunfante
Por momentos determinante
Em todo o mundo presente,
Quem não conhece o Infante
Por mares, todos, navegante
E em cada porto de gente?!
 
Dos tempos do primeiro rei
D. Afonso Henriques, eu sei
Passando por Aljubarrota,
E outras, não recordarei
Batalhas, que fizeram lei
Definindo-te sempre na Europa!
 
A mais antiga nação
Libertada do reino de Leão
Oh, Condado Portucalense!…
Que seria de ti não sei não
Sem independência, Restauração
Território que a ti pertence!
 
Padronizantes, os monumentos
Dos triunfantes descobrimentos
Alma lusa levada mais além,
E maiores não foram os intentos
Daqueles anos, quinhentos
Por terras mais não haver de ninguém!
 
Tomado pelos reis de Espanha
Invadido pelos da Bretanha
Defendeste a tua soberania,
Desejado por riqueza tamanha
Império, essa foi a façanha
Dos reis à democracia!
 
Não há país outro no mundo
Tão pequeno e tão fecundo
Disso tenho a eu certeza,
Nas palavras em que me afundo
É por elas também que difundo
A nobre Língua Portuguesa!
 
É esse o império afinal
Herdado do poder temporal
Esse é o que tem mais valor,
Nos define como ser cultural
Estejamos, seja qual o local
Nos une como une o amor!
 
Cantada pelos poetas
Servindo a Cupido de setas
Com emoção me invades,
Usada também por profetas
Emigrantes sei lá por que metas
Por ela a morrer de saudades!
 
Gil, Camões e Pessoa
Entre outros levando na proa
E não a usaram à míngua,
Poesia, que coisa tão boa
Atmosfera que ainda ecoa
Semeando a nossa língua!
 
Para toda a eternidade
A mais cantada cidade
Sim, és capital, és Lisboa!…
O fado, preciosidade
Amália, tal é a saudade
“Até que a voz me doa”!
 
Quem te fez nascer nesse ninho
Do Algarve até ao Minho
Em cada terra uma marca,
Seja na praça um pelourinho
Até mesmo bordados de linho
Não te esquece nenhuma comarca!
 
Terras onde Portugal se sente
Nas brumas e na corrente
E hasteiam a tua bandeira,
No limite do velho continente
O sol nasce no mar reluzente
Nos Açores e na Madeira!
 
África quente, África minha
Que o progresso para onde caminha
Tão merecido que é afinal,
Não apague o que de bom tinha
Libertação traga a nova linha
Mas não esqueça que foi Portugal!
 
Cabo Verde, Moçambique, Angola
Vestimos a mesma camisola
Guiné, S. Tomé, e Timor,
Com Macau e Goa joguemos à bola
Como o Brasil, que tem a cartola
Todos juntos faremos furor!
 
E em todo o mundo onde houver gente
Um português estará sempre presente
Que coisa mais fenomenal!
Seja natural ou seja descendente
O importante é se ele sente
Que também faz nascer Portugal!
 
Quem te fez nascer na Ibéria
Deixando imensa matéria
Envolta em muitos pergaminhos,
Imunes a qualquer bactéria
Porque só numa relação séria
Convivem irmãos e vizinhos!
 
Rio Minho, suave, desliza
Unindo o norte à Galiza
Local onde o verbo nasceu,
E nas praias com a sua brisa
Ao pôr-do-sol o pensar paralisa
— Emoção que sobre mim abateu!
 
Do Porto, o vinho, eterno sabor
Pelo mundo, grande embaixador
Mágicas encostas do Alto-Douro!
Rupestres, figuras, de mundial valor
Aldeias históricas pelo interior
Compõem o verdadeiro tesouro!
 
Abeirada a sabedoria
Pelas entranhas da academia
“Coimbra, tens mais encanto…”
E da serra, como a neve fria
Descer do céu à Cova da Iria
Orar em Fátima, no altar santo!
 
Pastores, toureiros, campinos
Conventos, mosteiros, casinos
Oliveiras, searas e laranjais,
Ananases, queijos e bailarinos
Golfe, tantos são os destinos
Portugal, que ofereces mais!?
 
Terra de gentes hospitaleiras
Tradições, festas, e feiras
Ciência e cultura também,
Gastronomia, qualidades primeiras
Monumentos com fachadas inteiras
De pormenores que a vista retém!
 
Em Miranda tens o mirandês
Folclore em qualquer português
Ritmos diferentes sem fim,
Em festivais, de natureza talvez
Que dizer das serras do Gerês!?…
— Portugal, natural jardim!…
 
De cortiça, produtor principal,
Cidades património mundial
Évora, Porto, Guimarães, Angra…
— Tradições sem consenso total
Como a corrida monumental
Com o toiro na arena que sangra! 
 
Arenas de outras lides finais
Vencedores dos jogos mundiais
Eusébio, quem não conhece o menino?!
Jogar até não poder mais
Marcar anulando mil ais…
— Este é um país latino!
 
Bandeiras sobre as janelas
Bailando ao vento, quais velas
Símbolo da unida nação,
Como no tempo das caravelas
Que poder tu aqui revelas
Promovido pela selecção!
 
Poder que ultrapassa fronteiras
Como trajes de lavradeiras
Com este e aquele artefacto,
Galos coloridos nas feiras
Teares, concertinas, cantadeiras
Acompanham o artesanato!
 
De Arraiolos são os tapetes
Loiças e cristais para os banquetes
Sobre os bordados regionais,
Lendas recordadas entre joguetes
Pelos ladrilhos dos palacetes
Que de celeste, azul, preenchem murais!
 
Preenchem também quadros com santos
Em simples paredes caiadas de brancos
Nascidas em canteiros repletos de flor,
Que belos que são os encantos
De Portugal, em todos os recantos
Seguem, rebanhos, a voz do pastor!
 
Pastor que ambiciona na vida mais
Partindo para longe, buscando ideais
Terras da América, Alemanha, França…
Viagens de trabalho, de turismo, normais
Sabem aqueles que têm mais
Que em Portugal a fortuna se alcança!
 
Litoral, praias de ondas ao vento
Interior, terras paradas no tempo
Ilhas, paisagens que encantam deuses,
Entre cidades, pólos, de desenvolvimento
Tradições marcadas de sentimento
Algarve, mais outros que portugueses!
 
Quem te fez nascer com talento
Que em tudo encontra alimento
Terra fértil, de ideias também,
Não há por nenhum momento
Um vazio de encantamento 
Tal a riqueza de vida que tem!
 
Bacalhau regado sobre a mesa
Sardinha, na brasa, com certeza
Refrescada com o alvarinho,
A grande posta à mirandesa
Ou lagosta, em casa portuguesa
Há sempre pão e alentejano, o vinho!
 
E para alimentar a alma
Procissões de silêncio e calma
Ruas de Braga na semana santa,
Igrejas adornadas com folhas de palma
Romarias, caminhadas, que o espírito acalma
Senhora da Agonia, ou dos Remédios, encanta!
 
Com foguetes de todas as cores
A estoirar acompanhando os sabores
Dos santos populares, quanta alegria!
Quem vai acompanhar os andores
Ou colocar sobre a rua as flores
Que de papel são a maior fantasia!?…
 
Mas há também outros cartazes
Para aqueles, os mais audazes
Há sempre um espectáculo em cena:
Musicais, ópera, revistas mordazes
Esculturas e telas perspicazes
Monumentos, Palácio da Pena!
 
Mais que teatros, museus e solares
Mais que navegues seja por que mares
Onde se encontra a tua essência,
É na livre expressão dos pensares
Mais que a calçada por onde pisares
É nela que está a sapiência!
 
Liberdade, fundamental
Direito, para todos igual
Os valores da democracia,
Povo com papel principal
Governando-te, meu Portugal
Justiça é lei, sua garantia!
 
Respeitar os valores humanos
Mais profundos que os oceanos
Portugal, é a tua missão,
Sobrepor-te a bens mundanos
Honrar os povos lusitanos
Ser exemplo, a seguir, a lição!
 
Igualdade entre homens e mulheres
Entre os povos, aquilo que queres
Pelo ambiente, as crianças, a vida…
Fazendo tudo o que puderes
Pelo progresso de todos operes
Esta luta há-de ser vencida!
 
Com informação, cultura, e arte
Trabalho livre, em toda a parte
E responsabilizar, com meios eficazes!
Que a sabedoria seja o teu baluarte
E que este lema ajude a guiar-te:
— Pensa no que sabes e serás o que fazes!
 
Quem te fez nascer Portugal
Expandido no mundo universal
Com talentos Nobel premiados,
Quem é que foi afinal
Que teve a ideia genial
De nos fazer tão brindados!?…
 
Quem fez nascer o teu escudo
E por ele te marcou em tudo
Colocando as cinco quinas?!…
Guardado em estojos de veludo
É de Portugal, nisso não me iludo
Sejam rochas, moedas, ou rimas!
 
A esfera armilar, os castelos
De Portugal, símbolos belos
Presentes em todos os territórios,
Antigos, e mesmo singelos
— Sim, são esses os elos
Do passado ao futuro, obrigatórios!
 
Que se eleve a civilizada bandeira
De verde, esperança primeira
Que se eleve com o encarnado,
Pela paz, justiça verdadeira
Pela vida, na terra inteira
Que se eleve sempre e em todo o lado!
 
Quem te fez nascer Portugal
Sabia aquilo que fez:
— Que o Homem só é imortal
Obrando com altivez!…
— E isso seria o sinal
Que guiaria qualquer Português!…
 
 
                                           Poema de Sá Lopes
                                                (Barcelos, 2006)

Relatório da OIT

Novembro 18, 2009 por Lurdes Gomes

http://www.ilo.org/public/portugue/region/eurpro/lisbon/images/gwr_update.jpg

Leia aqui: Relatório da OIT sobre salários

 
A Organização Internacional do Trabalho constata pelo 2º ano consecutivo uma erosão nos salários devido à crise económica, apesar dos sinais de recuperação económica.

S. Martinho

Novembro 11, 2009 por Lurdes Gomes

http://4.bp.blogspot.com/_vdNOQpzaYfI/RzeOZbddxDI/AAAAAAAAARA/g7OGYTqYjT4/s320/s+martinho.bmp

Conta a história que:

Certo dia, sob o vendaval e a neve, equipado e armado, montado a cavalo, S. Martinho viu um mendigo seminu, tiritando de frio, estendendo para ele a sua pobre mão ossuda e congelada.

O Santo parou o cavalo, tomou com caridade a mão desse abandonado e, em seguida, tomou da espada, cortou pelo meio a sua capa de agasalho, deu metade dela a esse miserável peregrino e, envolto na outra metade, sacudiu a rédea e prosseguiu através da tormenta, do vento e da neve.

Subitamente, porém, no caminho do soldado, a tempestade desfez-se, amainou o tufão e a geada, o céu descobriu instantaneamente, como por encanto, a sua profundidade límpida e azul, e um sol acariciante e resplandecente inundou a terra de alegria e vestiu de luz e calor esse cavaleiro caridoso.

Deus, reconhecido, para que não se apagasse da memória dos homens a notícia deste acto de bondade, praticado por um dos seus eleitos, dispôs que em cada ano, na mesma época em que S. Martinho se desfez da metade da capa, por alguns dias se interrompesse o Inverno, cessasse o frio, sorrisse o céu e a terra, e um calor saudasse a natureza, sempre insensível à vontade dos homens, em memória daquele que, em certo dia, humilde soldado, trotando a sós por um caminho, desafiou e venceu a fúria insuperável dos elementos.

O Outono

Novembro 11, 2009 por Lurdes Gomes

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Comemorações dos 20 anos da queda do Muro de Berlim

Novembro 8, 2009 por Lurdes Gomes

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No dia 9 de Novembro, faz 20 anos que as autoridades da Alemanha de Leste finalmente cederam à pressão dos seus cidadãos e os autorizaram a deslocar-se livremente entre Berlim Leste e Berlim Ocidental.

Em 1989, após a incredulidade inicial face a essa notícia, rapidamente se multiplicaram as manifestações de regozijo nas ruas e se formaram longas filas para visitar o «outro lado», dando origem a não poucos reencontros emotivos. Esse dia marcou o culminar de uma série de movimentos de contestação, muitos clandestinos, contra os regimes comunistas da Europa de Leste.

Para comemorar o fim da cortina de ferro, serão organizados eventos culturais em toda a Europa.

O Muro de Berlim dividiu a cidade em duas partes desde 1961.

Os primeiros sinais de mudança surgiram em 1988, quando, após uma série de greves, o governo polaco aceitou entrar em conversações com o movimento Solidariedade. Depois disso, rapidamente as vagas de contestação se propagaram pelo resto da Europa de Leste.

Em Maio de 1989, a Hungria abriu as suas fronteiras com a Áustria, criando uma primeira brecha na cortina de ferro. Em Agosto do mesmo ano, dois milhões de pessoas dos três países Bálticos (Letónia, Estónia e Lituânia) deram as mãos para formar um cordão humano de 600 km entre as suas capitais e chamar assim a atenção para a sua ânsia de independência.

Em 3 de Outubro de 1990, a Alemanha de Leste e a Alemanha Ocidental foram formalmente reunificadas e o território da antiga Alemanha de Leste integrado na UE. À medida que outros regimes comunistas se foram desmoronando e sendo substituídos por governos livremente eleitos, começaram a ser tomadas medidas para os ajudar a satisfazer os critérios de adesão à UE: instituições democráticas estáveis, o Estado de Direito, a protecção dos direitos humanos e uma verdadeira economia de mercado.

Desde então, dez antigos países comunistas cumpriram esses critérios. Em 2004, aderiram à UE a República Checa, a Polónia, a Letónia, a Lituânia, a Estónia, a Hungria, a Eslováquia e a Eslovénia. Em 2007, foi a vez da Roménia e da Bulgária.

Os cidadãos europeus podem actualmente viajar, trabalhar e estudar livremente em 27 países, as empresas beneficiam de um mercado europeu cada vez mais integrado e a Eslováquia e a Eslovénia adoptaram o euro, a moeda única europeia.

Tudo isto tem contribuído para a paz e a estabilidade na Europa.

História da UE

Mário Cal Brandão e o Centenário da República, hoje às 21, 30 Maia

Novembro 7, 2009 por Lurdes Gomes

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Dia da Infância

Novembro 3, 2009 por Lurdes Gomes

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No dia da Infância, comemorado hoje, vale a pena visitar este site e relembrar os “DIREITOS DA CRIANÇA”

Clique aqui

Boas noticias: A recessão acabou, mas persistem grandes desafios

Novembro 3, 2009 por Lurdes Gomes

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As previsões para o próximo ano apontam para uma recuperação gradual e um crescimento lento.

A UE está a sair da recessão, tendo o PIB aumentado no segundo semestre de 2009. Porém, devido à grave desaceleração do crescimento registada no início do ano, as previsões para o ano de 2009 considerado no seu conjunto mantêm-se inalteradas, devendo registar-se uma diminuição do PIB de 4%.

A mais longo prazo, a economia deverá crescer apenas 0,75% em 2010 e 1,5% em 2011.

A recuperação deve-se, sobretudo, à melhoria do comércio mundial e das condições financeiras. Todavia, tanto a política monetária como as despesas públicas têm também estimulado a actividade.

No próximo ano, vários factores travarão o crescimento e a procura de bens e de serviços diminuirá. Entre esses factores, figuram o aumento das taxas de desemprego e a necessidade de reduzir a dívida, quer por parte das agregados familiares quer por parte das empresas.

Prevê-se que, em 2010, o desemprego atinja 10,25% na UE e que o défice público aumente para 7,5% do PIB.

Depois de terem estagnado durante a recessão, os preços no consumidor deverão aumentar, mas a inflação manter-se-á relativamente baixa. É de salientar que as diferenças a nível da inflação entre os vários países serão menos pronunciadas do que antes da crise.

A recuperação da economia poderá ser inesperadamente acentuada nos próximos meses. Resta saber se será duradoura.

A Comissão Europeia publica habitualmente previsões económicas quatro vezes por ano: previsões completas na Primavera e no Outono e previsões intercalares e parciais em Fevereiro e Setembro. 

Novo relatório sobre diversidade da mão-de-obra e avaliação de riscos

Outubro 29, 2009 por Lurdes Gomes

http://osha.europa.eu/pt/teaser/Workforce_diversity_risk_assessment/image_mini

O relatório intitulado “Diversidade dos trabalhadores e avaliação de riscos: garantir uma abrangência total” destaca a necessidade de se proceder a avaliações dos riscos inclusivas, de modo a ter em conta a diversidade da mão-de-obra aquando da avaliação dos riscos e na gestão dos mesmos.

Apresenta exemplos interessantes de prevenção dos riscos a que estão expostos grupos de trabalhadores mais vulneráreis, tais como trabalhadores portadores de deficiência, migrantes, jovens e idosos, mulheres e temporários.

Ler o relatório

Visitar a secção Avaliação dos Riscos

Clique aqui para conhecer a história da UE

Outubro 26, 2009 por Lurdes Gomes

http://ec.europa.eu/news/images/culture/091026.jpg

A nova biblioteca digital da UE proporciona acesso ao público a publicações da UE dos últimos 60 anos.

A 16 de Outubro, a EU bookshop inaugurou a sua biblioteca digital, da qual fazem parte todos os documentos publicados pela UE desde 1952 (cerca de 110 000 publicações). Com os últimos arquivos reunidos, a biblioteca passou a ter mais de 12 milhões de páginas digitalizadas em 50 línguas.

Um dos documentos mais antigos da biblioteca é um discurso proferido em Setembro de 1952 por Jean Monnet, personalidade-chave da integração europeia, na Assembleia que viria a converter-se mais tarde no Parlamento Europeu.

A biblioteca digital foi criada em resposta à enorme procura de versões digitais de publicações esgotadas. O serviço de PDF a pedido atingiu a saturação seis meses após o seu lançamento pela EU bookshop em 2007.

A livraria é gerida pelo Serviço de Publicações da UE, que só em 2008 editou 842 números do Jornal Oficial da União Europeia e outros 8446 títulos, num total de 46,3 milhões de exemplares. Na EU bookshop, o leitor pode descarregar cópias de todas estas publicações (em formato PDF) ou encomendar exemplares impressos.

A nova biblioteca ficará ligada à Europeana, projecto digital em que participam bibliotecas e arquivos de toda a Europa.

Mais informações sobre a EU bookshop

EUR-Lex: direito europeu em linha

TED: Diário Electrónico dos Concursos

EU Whoiswho: Lista de contactos oficial da União Europeia

Riscos para a saúde no sector da limpeza

Outubro 25, 2009 por Lurdes Gomes

http://osha.europa.eu/pt/teaser/health-risks-in-cleaning-industry/image_mini

A segurança e saúde dos 3,6 milhões de europeus que trabalham no sector da limpeza foi o tema central da “Semana Europeia da Segurança e Saúde no Trabalho” que teve lugar este ano de 19 a 23 de Outubro.

Encontram-se disponíveis a partir de agora na Internet vídeos sectoriais sobre a avaliação de riscos no sector da limpeza, HORECA e a construção.

Leia aqui:

Leia o comunicado de imprensa

Ver os vídeos

Trabalhadores do sector da limpeza

Quercus denuncia depósito de resíduos perigosos próximo de cursos de água

Outubro 20, 2009 por Lurdes Gomes

http://ninioliveira.googlepages.com/poluicao.gif/poluicao-full.jpg

A associação ambientalista Quercus denuncia que uma empresa de transportes de Alcanena está a depositar resíduos industriais perigosos numa zona próxima de cursos de água subterrâneos junto ao Parque Natural das Serras d’Aire e Candeeiros.

A Quercus afirma que nem a GNR, nem os serviços do Ministério do Ambiente estão a cumprir o dever de fiscalizar este tipo de ilegalidades.

Quem responde por isto? Quem “paga a factura”?

Ajuda ao desenvolvimento

Outubro 19, 2009 por Lurdes Gomes

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Cerca de 4000 representantes de 1500 organizações são esperados em Estocolmo para participar nas Jornadas Europeias do Desenvolvimento, onde estarão em foco os esforços da UE para promover o desenvolvimento.

“Cidadãos e desenvolvimento” é o lema das jornadas deste ano, que se centrararão nos efeitos do aquecimento do planeta e da recessão nos países mais pobres.

Embora sejam os que em princípio menos contribuem para isso, estes países são especialmente afectados tanto pela recessão económica como pelas alterações climáticas.

A subida do nível das águas do mar, a desertificação e o aumento da frequência e da gravidade das catástrofes naturais poderiam empurrar milhões de pessoas para situações de pobreza e anular os progressos já realizados em matéria de objectivos de desenvolvimento do Milénio. Além disso, a actual situação económica levou a uma redução das ajudas aos países em desenvolvimento, reduzindo a segurança alimentar em regiões já de si vulneráveis.

Ao reunir políticos, funcionários públicos, ONG, empresários, representantes dos meios académicos, investigadores e os meios de comunicação social, as Jornadas Europeias do Desenvolvimento constituem uma oportunidade para se estabelecer contactos, partilhar experiências e encontrar novos parceiros para projectos de desenvolvimento.

O evento, com uma duração de três dias (a partir de 22 de Outubro), inclui seminários, fóruns de discussão e workshops. No âmbito da “Aldeia do Desenvolvimento”, as organizações têm a oportunidade de se dar a conhecer aos delegados e ao público em geral, e de os sensibilizar para os seus objectivos.

Serão também atribuídos vários prémios relacionados com o desenvolvimento, nomeadamente o prémio de jornalismo Lorenzo Natali destinado a contemplar reportagens sobre questões de direitos humanos, democracia e desenvolvimento.

Mais sobre as Jornadas Europeias do Desenvolvimento

A Semana Europeia da Segurança e Saúde no Trabalho está centrada na importância da avaliação de riscos para a redução das doenças profissionais.

Outubro 18, 2009 por Lurdes Gomes

http://osha.europa.eu/pt/teaser/EW_cutting_workplace_ills/image

Constituindo o ponto mais alto da campanha Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis que, durante dois anos, procurou dar a conhecer a importância da avaliação de riscos, a Semana Europeia da Segurança e Saúde no Trabalho deste ano, que decorrerá de 19 a 23 de Outubro, apresenta um novo relatório, que demonstra que uma boa avaliação dos riscos pode eliminar ou reduzir drasticamente os riscos no trabalho.

Leia o comunicado de imprensa

Que pensam os europeus das suas condições de trabalho?

Outubro 18, 2009 por Lurdes Gomes

http://osha.europa.eu/en/statistics/eu-poll/flags/EU-poll.jpg

Um inquérito de opinião pan-europeu recentemente realizado pela EU-OSHA faculta dados actuais e fiáveis sobre a impressão que as pessoas têm do seu ambiente de trabalho.

De acordo com os resultados do inquérito, de um modo geral, os europeus temem que a actual crise económica possa afectar negativamente a saúde e a segurança no trabalho. A maioria dos europeus considera ainda que a saúde e a segurança no trabalho são um factor importante na escolha de um novo emprego. 

Os resultados do inquérito podem ser consultados em inglês (UE27) ou, por Estado-Membro, nas línguas nacionais.
Consultar os resultados

Um maiato no Brasil faz conferência. Na Maia é esquecido…

Outubro 10, 2009 por Lurdes Gomes

Daniel Ribas, maiato, um dos autores deste Blogue, é reconhecido pela sua competência de investigador de cinema em vários países, desta vez no Brasil.

Poderá não ser reconhecido na Maia, pelos poderes instituidos, mas está a sê-lo em países estrangeiros e em Portugal, menos na Maia. À consideração do Vereador da Cultura, ninguém está a pedir emprego ou tachos, mas a revelar o que os jovens maiatos podem fazer. Aqui vai um resumo da sua conferência, publicado em jornal brasileiro:

Cinema Português no XIII SOCINE – USP – BRASIL

Já é conhecido o programa da edição deste ano do Encontro Anual da SOCINE, que decorrerá em São Paulo entre 7 e 10 de Outubro próximo.

À semelhança das últimas edições, o cinema português volta a ser tema para diversas apresentações:

Dia 9 de Outubro, 11:30 – 13:15, Sala 6 – CTR
Mesa: Cinema Português
Violência e realismo nos filmes de João Canijo
Daniel Ribas

Resumo:
Esta comunicação pretende discutir a obra decisiva do realizador português João Canijo na sua dimensão estética. Para além da análise do seus filmes, serão contrastados os conceitos de “Escola Portuguesa” e a novíssima geração do cinema português, iniciada nos anos 90. Pretender-se-á esclarecer a forma distintiva da construção cinematográfica e estética do autor, o que implicará, também, a análise da violência (narrativa e gráfica) com que os seus filmes se apresentam.

Resumo Expandido:
João Canijo é, reconhecidamente, um dos novos autores do novíssimo cinema português, conjuntamente com um grupo de realizadores que se impuseram no panorama cinematográfico português, renovando o conceito da “Escola Portuguesa” (e onde se incluem autores como Pedro Costa, Teresa Villaverde, João Pedro Rodrigues ou Miguel Gomes). Esta novíssima geração desenvolveu, desde o início dos anos 90, um conjunto de projectos significativo, alcançando legitimação no circuito dos principais festivais internacionais e procurando uma voz específica no contexto do cinema português. Este movimento autoral marcou a diferença com o cânone estabelecido, optando por novas estratégias temáticas e cinematográficas. É, pois, neste contexto que, nos últimos 10 anos, Canijo desenvolveu um corpus de filmes significativo a nível da crítica e da recepção internacional (esse corpus está representado em quatro longas-metragens: Sapatos Pretos, Ganhar a Vida, Noite Escura e Mal Nascida), de que é paradigma a sua presença consecutiva em duas edições do Festival de Cannes. A sua obra também foi alvo de uma legitimação avassaladora na crítica nacional. Apesar de não pretendermos analisar a complexidade da obra do autor, para simplificarmos, as grandes questões que atravessam o cinema de João Canijo passam, sobretudo, por três vectores essenciais: (1) uma necessidade de fazer, nos seus filmes, um retrato da identidade nacional; (2) a utilização da tragédia grega clássica como suporte textual base para uma adaptação contemporânea; e, finalmente, (3) a sua abordagem cinematográfica e estética. A junção destes três vectores permitem esclarecer a densidade do seu cinema e atribuir uma marca autoral que é devedora de uma tradição do cinema de autor em Portugal. Esta comunicação pretenderá abordar apenas as suas últimas quatro longas-metragens já que constituem, do nosso ponto de vista, a sua fase da maturidade. Esta investigação centrar-se-á no ponto de vista da orientação estética destes filmes, deixando os dois outros vectores nas inter-ligações que, necessariamente, estabelecem com esta orientação. Pretender-se-á, também, fazer uma leitura contextual desta pesquisa com a tradição recente do cinema português – a “Escola Portuguesa” – e com a geração dos anos 90. Em termos sumários, poderemos afirmar que a abordagem estética de Canijo opta por uma construção cinematográfica diversa da usada pela “Escola Portuguesa”, sobretudo devido à sua exigência realista em diferentes planos: a direcção de actores, a construção fotográfica ou a movimentação de câmara (onde se abordará a ideia de um plano sequência fragmentado). Este caminho realista é, sem dúvida, uma característica contemporânea e que atravessa também as tendências do novíssimo cinema português (a partir dos autores que se afirmaram no final da década de 90), mas, em Canijo, opta por uma abordagem própria, sobretudo pela intensidade de todos os meios empregues (e, nesse sentido, tentaremos investigar o conceito de hiper-realismo). Esta dimensão estética implica também, como consequência da sua visão realista e da utilização de tragédias gregas como texto base, uma dimensão violenta, que pretenderemos afirmar como uma característica distintiva do cinema de Canijo. Esta violência passa, é claro, pela estrutura narrativa adoptada, mas também pela dimensão gráfica que esta violência assume no ecrã. Em conclusão, esta comunicação questionará as opções puramente cinematográficas e que envolvem uma carga criativa visual determinante no contexto da obra do realizador.

Bibliografia:
Baptista, Tiago (2008). A Invenção do Cinema Português. Lisboa, Tinta-da-China. Coelho, Eduardo Prado (1983). Vinte Anos de Cinema Português (1962-1982). Lisboa, Instituto de Cultura e Língua Portuguesa. Costa, João Bénard da (1991). Histórias do cinema. Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Ferreira, Carolin (2007). O Cinema Português Através dos seus Filmes. Porto, Campo das Letras. Ferreira, Carolin Overhoff (2005). “The Adolescent as Postcolonial Allegory: Strategies of Intersubjectivity in Recent Portuguese Films.” Camera Obscura 20(2_59): 35-71. Grilo, João Mário (2006). cinema da não-ilusão. Lisboa, Horizonte. Lemière, Jacques (2006). “«Um centro na margem»: o caso do cinema português.” Análise Social XLI (180): 731-765. Monteiro, Paulo Filipe (2004). “O Fardo de Uma Nação.” Portugal: Um Retrato Cinematográfico. Lisboa, Número – Arte e Cultura.

Mini currículo:
Doutorando e investigador da Universidade de Aveiro (Centro de Línguas e Culturas); é professor do Instituto Politécnico de Bragança (EsACT). Licenciado em Som e Imagem pela Universidade Católica (especialização em Argumento). Durante vários anos foi argumentista free-lancer e gestor de conteúdos de uma produtora audiovisual. Foi também crítico de cinema do jornal “O Primeiro de Janeiro”. É membro da direcção da Associação Portuguesa de Argumentistas (APAD) da qual é editor da sua revista online

Sondagens: Matosinhos (PS ganha) Oeiras (Isaltino ganha) Faro (PS ganha)

Outubro 9, 2009 por Lurdes Gomes

Matosinhos. Intercampus, 4-7 Out., N=600, Presencial.

PS: 38,6%
Narciso: 29,6%
PSD/CDS-PP: 21,1%
CDU: 4,7%
BE: 3,2%
OBN: 2,8%

Aqui.

Oeiras. Intercampus, 4-7 Out., N=600, Presencial.

Isaltino: 42,0%
PS: 25,0%
PSD/CDS-PP: 19,5%
CDU: 6,8%
BE: 3,6%
OBN: 3,1%

Aqui.

Faro. Intercampus, 3-6 Out., N=600, Presencial

PS: 38,5%
PSD/CDS-PP/PPM/MPT: 36,2%
CDU: 8%
José Vitorino: 6,7%
BE: 6,7%

A soma dá 96,1%.

Fonte: Margens de Erro

Sondagens Porto (Elisa Ferreira sobe) e Lisboa (António Costa ganha)

Outubro 9, 2009 por Lurdes Gomes

Lisboa. Intercampus, 4-7 Out., N=800, Presencial.

PS: 40,5%
PSD/CDS-PP/MPT/PPM: 36,3%
CDU: 10,5%
BE: 6,0%
OBN: 6,6%

Aqui.

Porto. Intercampus, 4-7 Out., N=800, Presencial.

PSD/CDS-PP: 43,2%
PS: 39,5%
BE: 7,8%
CDU: 7,1%
OBN: 2,4%

Aqui.

Fonte: Margens de Erro